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Sábado, Abril 29, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Oi pessoal,

olhei a lista até o final do Giovani Cerdan (consegui lê-la até final rs) e teve apenas 2 sintomas da lista que não possuo. Gostaria de agradecer pela lista e pelos depoimentos... É bom saber que não estamos sozinhos...

Depois de ler coisas a respeito e ouvir minha mãe contar dos meus epsódios de infância (esquecia tudo na escola, não parava quieta, ansiedade excessiva) e outros epsódios da fase adulta (por exemplo, esquecer meu carro num estacionamento por 3 dias, dificuldades de relacionamento social, os rótulos e e apelidos como "avoada", a inquietação dos pensamentos), resolvi procurar ajuda médica.
Sempre fui uma boa aluna, porém meu esforço em relação aos outros para me concentrar tinha que ser muito maior, muitas vezes tenho que reler diversas vezes parágrafos, conferir 4 vezes contas que eu faço de matemática, e isso chega a ser frustante, porque as pessoas confundem erros de atenção com preguiça ou desinteresse... Tenho problemas para seguir instruções, problemas com horários ( embora eu faça cronogramas de tarefas simples do meu dia, coloco despertador para cada horario), e é muito cansativo ficar brigando consigo mesmo- as oscilações de humor surgem, pq simplesmente você quer se superar mas continua sendo motivo de chacota por causa de um deslize que vc se esforça tanto todos os dias pra não acontecer...
Sou formada em administração de empresas, trabalhei em bancos de investimento e agora estou estudando para concurso público, o que está sendo um grande desafio pra mim....
Gosto de escrever porque isso organiza um pouco da bagunça da minha cabeça...
Ainda não iniciei o tratamento, confesso que tenho um pouco de medo, porque nunca tomei remédios fortes, mas quando eu iniciar conto pra vocês...
Obrigada a todos mais uma vez e se alguém estiver sob tratamento e estiver progredindo, por favor compartilhem...
Que Deus abençoe a todos...
 
Data: 27 março 2013
Enviado por: Joana
Minha história é parecida com a da Graça, aqui de Curitiba também, nunca fui mal no colégio, nem em provas, me destacava mais nas matérias que eu gostava, e geralmente no começo do ano, pois no decorrer eu desanimava, já não via a graça de ir para o colégio, os dias aparentemente iguais me faziam me perder no tempo, ficar divagando em vários pensamentos com a impressão de não estar pensando em nada.
Nesse ano vou começar minha faculdade de Engenharia Civil, o que será um enorme desafio! Pois tive grandes problemas quando fiz um curso técnico, porém não sabia que eu era uma TDAH.
Eu sempre fui tachada por todos assim como a TAJA de São Paulo.
"Até aqui ganhei vários outros títulos. Na infância me formei
em AVOADA com direito a carteirinha do mundo da lua, e assim
fui crescendo e ganhando meus títulos
DE DESLEIXADA;

DE DESORGANIZADA;

DE BURRA;

DE PREGUIÇOSA;

DE DEPRESSIVA;

DE DOIDA;

DE IRRESPONSÁVEL;

DE VAGABUNDA;

DE CÍNICA;

DE MENTIROSA;

DE DESCONTROLADA;

DE FALSA;

DE OVELHA NEGRA;

E DE VÁRIAS OUTRAS QUALIFICAÇÕES."



Não é fácil ser uma TDAH num mundo onde as pessoas desconhecem isso.
Muita gente te julga sem nem procurar saber o que você tem. Ou ainda pior, quando procuram saber te julgam pelo que você tem.
Meu maior problema é minha mãe, que não aceita que eu sou uma portadora de TDAH, ela diz que isso é coisa da minha cabeça!
Acredito que eu herdei do meu pai, pois ele tem evidencias demais, o problema é que ele é teimoso e não quer ir ao médico, pra falar bem a verdade ele não aceita isso, se um portador do TDAH.
Quanto ao meu relacionamento tem sido complicado, pois ele não sabe lidar comigo e com o TDAH, e sim tenho muito medo de perde-lo.
 
Data: 26 março 2013
Enviado por: Grasiele Andrade
Curitiba
Boa noite,
Hoje Rafael está com 8 anos, mas desde bebê sempre foi muito agitado, eu quase não conseguia nem colocar a frauda nele, pois suas perninhas não paravam de pular, com 5 ou 6 meses eu não conseguia dar comida, pois era tão inquieto que chegava a cair para trás da cadeira.
Com 1 ano e 8 meses levei-o ao Neuropediatra e me disse que ele era bastante hiperativo, mas que por enquanto nada podíamos fazer devido ainda ser um bebê.
Cada ano que passava,Rafael ficava mais difícil de lidar, e familiares e professores muitas vezes me culpavam pela desobediência, agitação etc...
Muitas vezes eu sofri por perceber que pessoas da família, não ficavam tão felizes com nossa presença, pois ele era um furacão, e sempre as broncas sobravam para ele.
Com 2 anos, de tanto pular caiu e quebrou o dente,Com 3 anos e 10 meses, fraturou o fêmur.
Fui me afastando das pessoas porque eu ficava muito sentida com a incompreensão sobre o TDAH. Hoje eu já li muitos livros sobre o transtorno, consultei vários médicos Neuropediatras, e não tenho dúvidas do diagnóstico.
Reluto ainda em dar medicamento faixa preta, mas os médicos já prescreveram.
Além do Tdah, ele tem tab. a Sindrome das pernas inquietas, que é um distúrbio do sono que dificulta muito para dormir, sendo que acaba piorando o quadro de hiperatividade.



Hoje está tomando medicamentos com tarja vermelha que ajuda muito a dormir melhor e tamb. algumas ervas naturais.
Ele é muito inteligente, esta no 3º ano fundamental,não gosta muito de fazer os deveres de casa mas consegue acompanhar a classe, seu HIPERFOCO é para jogos no computador, onde consegue ficar por muitas e muitas horas concentrado.Se o hiperfoco fosse para os estudos seria ótimo, mas como não é, muitas vezes se torna necessário eu usar várias estratégias todos os dias.
Infelizmente a maioria das escolas, Direção, coordenação e professores não sabem,ou nem querem saber como lidar melhor com uma criança com TDAH, e acabam por piorar muito o quadro da criança, muitas vezes punindo, gritando, desrespeitando,até mesmo porque desconhecem o transtorno por falta de informação.<
Tudo que eles mais precisam é o nosso amor, compreensão empatia, dedicação e respeito,pois são crianças muito inteligentes, sensíveis e amorosas.
Abraços,
Eliana
 
Data: 24 março 2013
Enviado por: Eliana
Jundiaí-SP
Tenho um filho de 8 anos com TDAH, e após ler quase todos esses depoimentos, eu pude ver meu filho e eu em todos eles com uma diferença, a família!
Tenho um grande problema com minha família em aceitarem que ele é diferente, todos acham que é má criação, que ele é um mal criado e eu uma bundona, todos se metem a julgá-lo, todos se acham no direito a bater nele, brigar com ele, reeprende-lo, e eu não estou mais aguentando isso, os avós e tios não suportam ele, tenho que evitar reuniões familiares pra preservar meu filho, já chorei muito de ver tios batendo nele e dando lições de moral achando que é safadesa e que eu sou a culpada.
Essa é a minha pior dor de ter um filho TDAH, a falta de informação das pessoas, e assim somos e seremos excluídos sempre pela falta de paz que nunca terão perto do meu filho. Eu o amo e o aceito e o entendo, e choro todos os dias pela falta de compreensão de TODOS com relação a ele
Estamos sós e não sei como fazer as pessoas entenderem que ele tem um transtorno e não falta de educação.
 
Data: 23 março 2013
Enviado por: Cristina
Albacete
"Olá!

Eu sempre me senti diferente, desligada demais,sempre esqueço as coisas com facilidade, no colégio, era até engraçado, às vezes, pois eu ficava doida procurando, lápis, borracha e,etc, quando dava por mim, os objetos estavam, nas minhas mãos! Até hoje tenho dificuldade em entender matérias, dadas, entra por um ouvido e sai pelo outro. Nunca terminei um curso, direito, já tentei completar os estudos, várias vezes, mas nada! No trabalho também, sempre tive dificuldade, de entender os treinamentos dados, depois que terminavam de nos treinar, é que eu ia lembrar e entendia tudo.
Eu sempre estou pensando, milhões de coisas ao mesmo tempo, isso, sempre me incomodou,na matemática sempre tenho dificuldades, entendo o que foi ensinado, mas quando vou resolver, as questões, não consigo!
Há um tempo atrás, eu comentei, com um médico(Neuro), sobre o meu pai, contei detalhes, de sua vida, desde a infância, e ele era terrível, mesmo na fase adulta, não parava em empregos, muito impulsivo, estopim curto, nunca aceitava ordens, conversava sozinho! Aí o médico, me disse que devia ter TDAH. Depois disso, esqueci um pouco o assunto, mas, vendo um video na tv, eu comecei a pensar, e pensando, desconfiei que eu tinha também este transtorno, tudo em mim bate com os sintomas.
Eu não voltei ao médico ainda, mas preciso, confirmar se tenho mesmo ou não o DDA. Pelo menos, essas suspeitas, fez com que eu me perdoasse um pouco, pelas maluquices da infância e juventude.


Eu comentei sobre meu pai, pelo fato de eu saber,que este transtorno é genético, minha filha mais nova(14 anos), também foi diagnosticada com TDAH!




23/03/2013
 
Data: 23 março 2013
Enviado por: Marly Lúcia
Belo Horizonte
Olá, pessoal!
Minha infância sempre foi marcada por muita diferença das outras crianças as quais eu me relacionava.
Eu era sempre "a lesada", "distraída", "esquecida", "agitada", "ligada no 220v", "duraceu", entre outros milhares de apelidos que me classificavam como a diferente.
Eu, que sempre também gostava de aparecer, não gostava quando os atributos eram negativos.
Minha dificuldade de memoria, concentração e atenção sempre foi/é gigantesca.
Quando entrei para faculdade, eu só conseguia estudar quando me mantinha com a porta e janela do meu quarto estavam trancados e a tv da sala desligada.
Implicava com meu irmão quando ele queria ouvir som na sala e eu queria estudar. Até o zumbido de um mosquito era o suficiente para me desconcentrar.
Na verdade, sempre soube que eu era diferente, mas não sabia , no que exatamente. Até quando , me marido, percebeu em mim todos os sintomas e daí resolvi pesquisar na internet.
Mas o ponta-pé para eu descobrir o diagnóstico foi através de uma entrevista que assisti na Marília Gabriela sobre o assunto, que até então era desconhecido.
Não me recordo o nome do medico, mas o medico relatava na entrevista dos sintomas e parecia que estava falando de mim e para mim.
Daí que descobri o site e comecei a buscar tratamento.
Na época, eu não podia tomar a medicação, pois estava grávida e por isso, precisei esperar por mais de 1 ano para finalmente iniciar o tratamento.
Agora, sim..Estou decidida a tratar e melhorar minha rotina pessoal e profissional.
 
Data: 21 março 2013
Enviado por: Juliana Pereira
Rio de Janeiro
Desde garoto me perguntava o porque de não conseguir raciocinar rápido, estudar igual as outras crianças, tristezas sem fim, pensamentos que não me deixavam quieto ,enfim, nada dava certo comigo.
Sempre me perguntava o porque de ser tão diferente de outros garotos o porque de não conseguir estudar igual a eles ,apesar de tentar , tentar e tentar estudar, nunca conseguia tirar uma nota boa, sempre desatento, sempre tendo pensamentos confusos , sempre fiz tudo empurrando com a barriga ,mas sempre com aquela imensa vontade de vencer .
Os anos foram passando e consequentemente sem saber as causas que me deixavam sempre pra trás , tive uma adolescência muito obscura.
Nunca conseguia parar em um relacionamento , tive várias namoradas ao longo da adolescência e nenhuma delas sabia o porque do término do namoro , por mais que gostasse o namoro durava alguns meses (no máximo 3 meses) e depois, desaparecia sem dar alguma explicação , elas me ligavam mas eu nunca atendia , não só com elas mas com os amigos foram a mesma coisa .
Entre meus 15 aos 20 anos não parava mais em casa ,fui perdendo o gosto de estudar , nada me animava mais ...nada. Saia Por sair , sem rumo, foi então que conheci o álcool.
Bastou um copo de cerveja e pronto foi amor a primeira vista (como todos os namoros que tive ) ,mas esse eu não conseguia me separar.
Com o passar do tempo fui me destruindo ,e ele(álcool) sempre me acompanhava , fiz coisas horríveis comigo mesmo que não gosto nem de tocar nesse assunto.
Até que um dia procurei um psiquiatra para tentar parar de beber e tentar colocar a cabeça no lugar.<
Quando finalmente...não , não foi dessa vez... O Psiquiatra me diagnosticou com quadros de depressão e ansiedade , bom , consegui acabar com o vício e fui levando a vida sem ânimo pra nada. Os remédios só serviram para controlar o vício
Aos 23 anos entrei em um cursinho para tentar passar no vestibular ,passei em direito, sem saber o que eu queria realmente.
Logo no início me identifiquei com o direito ,aprendi a ler bastante e... pronto me ferrei logo nas primeiras provas , mas como? me perguntava, estudei tanto , li muito e nada ?
A a vontade era a mesma de antes, voltar a beber e esquecer de tudo.Mas ainda não.
Procurei o psiquiatra de novo e ele constatou que eu tinha o tal do tdah ,sem saber direito o que era comecei o tratamento .
Nas provas seguintes aconteceu uma melhora mas não a melhora que eu desejava,mas com o tratamento fui aprendendo e descobrindo a causa das minhas tristezas, mente acelerada , esquecimento, ansiedade, nervosismo entre outras coisas que me atrasavam a vida e passei direto no 1° ano de direito sem nenhuma DP e com muito mais gosto pelo direito.
Estou no 2°ano e continuo com o tratamento ,pois, sei que sem ele e sem ajuda de alguém nada teria mudado Obs: O relacionamento amoroso ainda continua difícil hahaha.
 
Data: 21 março 2013
Enviado por: Renato O.Parronchi
marília.sp
Hoje me sinto como uma eufórica formanda que vai vestir um lindo vestido e dançar a noite inteira, exibindo meu diploma de DDA com alívio e o cansaço de quem lutou muito para chegar até aqui.
É quase como um sentimento de orgulho, afinal foi à base de muito esforço.
E hoje com 37 anos, eu finalmente consegui!
Até aqui ganhei vários outros títulos. Na infância me formei em AVOADA com direito a carteirinha do mundo da lua, e assim fui crescendo e ganhando meus títulos:
DE DESLEIXADA;
DE DESORGANIZADA;
DE BURRA;
DE PREGUIÇOSA;
DE GORDA BULÍMICA;
DE DEPRESSIVA;
DE DOIDA;
DE IRRESPONSÁVEL;
DE VAGABUNDA;
DE CÍNICA;
DE MENTIROSA;
DE DESCONTROLADA;
DE FALSA;
DE OVELHA NEGRA;
E DE VÁRIAS OUTRAS QUALIFICAÇÕES.
E hoje, finalmente eu sou uma DDA...ufa...isso me parece bem mais leve!
É claro que lamento , pelos anos perdidos, pelos sonhos mutilados, pela falta de informação, não só minha como da minha família e de todas as pessoas que dividiram comigo meu dia-a-dia desgoverdado e que também sofreram com isso.
Porém a alegria é maior que o lamento.
Estou feliz não só por mim e minha família mas principalmente por todas as crianças que não vão precisar passar por tantas experiências ruins.
Pelas crianças que não vão se julgar incapazes, e achar que suas vidas não têm mais jeito.
Pela criança que não vai se sentir um peixe fora d`agua ou a pior das criaturas porque todas as pessoas do mundo conseguem estudar, trabalhar, pagar contas, arrumar o quarto e cumprir os horários, como se essas coisas fossem muito simples e só ela que não.
Pela menina que não terá baixa auto-estima e nem transtorno alimentar.
Pelos que escaparão das drogas, da depressão e dos xingamentos.
Pelos que chegam a duvidar do próprio caráter.
Peos que terão relacionamentos saudáveis e estáveis.
Enfim, feliz por conseguir ter esperança e poder acreditar em uma sociedade mais empática, compreensiva e produtiva.
 
Data: 20 março 2013
Enviado por: Taja
São Paulo
E Dificil!? Mas VENCEREMOS EU CREIO.
Boa Tarde!
Minha filha e portadora do TDAH- CID10 F70 e F41. Ela tem 15 anos e faz acompanhamento com o neurologista e psicologo desde os 6 anos...
Na escola enfrento o maior problema, pois nao encontro uma escola que se enquadra ao perfil da Alana; a qual deve ter acompanhamento individual, pois a mesma nao consegue desenvolver os trabalhos propostos.
E desorganizada, inquieta, ansiosa, impulsiva e fala muito.
A mesma foi empurrada do primario para o ginasio e a situaçao ficou ainda pior .
Ja acionei a secretaria de Educaçao a qual encaminhou-me para o IHA.
Eles alegam que nao existe professor individual dentro de sala de aula.
Ja pensei ate em abandonar a escola, pois diante de tanto NAO, ja nao sei como proceder.
Sofro muito com essa situaçao, mas ACREDITO que exista uma LUZ no fim do tunel.
Por Favor precisamos de ajuda.
Mae, em apuros,
Atenciosamente,
DEUS abençoe a todos
 
Data: 19 março 2013
Enviado por: Eliane Barboza do Nascimento Faria
Rio de Janeiro
Meu depoimento tem semelhanças com o da Juliana de Curitiba de 2 de março de 2013.
Por isso inclusive gostaria de verificar se o pessoal da organização pode me ajudar a entrar em contato com ela. Gostaria muito de conversar com alguém com problema semelhante, já que dá muita vergonha de conversar com pessoas "normais" que fazem sempre o julgamento de que estamos de frescura.
Eu também, ao contrário do que se observa na maioria dos depoimentos não tive problemas na escola com relação a notas. Tirava inclusive as notas mais altas e ganhava medalhas. Adorava ler e lia muito, ao contrário dos outros que gostavam mesmo era de fazer educação física.
Eu era muito quieta, muito tímida. Hoje porém, percebo que a maior parte do que eu aprendi se perdeu... talvez na época eu tenha apenas decorado tudo tempo suficiente para passar nas provas.
Hoje em dia coisas básicas que as pessoas se lembram da época de escola, ensino médio e faculdade eu não lembro. Também pode-se atribuir parte ao fato da escola ser fraquinha. Mas na época eu aprendia, mas tudo sumiu da minha cabeça.
Hoje em dia faço doutorado (acreditam?) e já esqueci tudo que fiz no mestrado. Esqueci inclusive o que estudei semana passada. Me sinto uma fraude. Agora fico pensando em mudar de área, mas sinceramente que área de trabalho não é necessária atenção?
Não é preciso lembrar do que aprendeu para aplicar novamente?
Isso não existe!
Meu marido não me entende e sinto medo de perdê-lo, por isso não converso mais com ele desse problema, e agora esse problema me sufoca.
Talvez existam pessoas com problemas semelhantes, e meu depoimento sirva ao menos para não se sentirem tão sozinhas.
 
Data: 19 março 2013
Enviado por: Graça
curitiba


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