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Sábado, Abril 29, 2017

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Depoimentos
Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

OLA BOM DIA BEM A MINHA HISTORIA É ASSIM;
MEU FILHO TEM 12 ANOS DESDE QUANDO COMEÇOU ESTUDAR DESCOBRIRAM QUE ELE TINHA DIFICULDADES NA ESCOLA,QUANDO ERA BEM PEQUENO ELE FICAVA NA DELE SOZINHO NA CADEIRA E NÃO GOSTAVA DE BRINCAR DIVIDIR TAREFAS COM OS COLEGAS,
ENFIM FOI AI QUE DEU INICIO A UMA JORNADA EM BUSCA DE COMO EU PODERIA AJUDA-LO,COMO SEMPRE AS ESCOLAS NÃO ESTÃO PREPARADAS PARA AJUDAR AS CRIANÇAS COM DIFICULDADES COMO MEU FILHO.
ENTÃO ELE NÃO CONSEGUE LER O QUE ELE ESCREVE,NÃO CONSEGUE GUARDAR ASSUNTOS ESCQUECE MUITO FACIL OS ASSUNTOS QUE FORAM PASSADOS A ELE.
ATE HJ EU NÃO CONSIGO AJUDA PARA MOSTRAR O QUE ELE TEM DE VERDADE, SE É DISLEXIA SE É TDAH, POR QUE ELE TEM VIDA SOCIAL MTUIO BEM COMVIVE COM TODOS MUITO BEM ,MAS NA ESCOLA ATE HJ NÃO AVANÇOU NADA .
POR FAVOR SE PODER ME AJUDAR DE ALGUMA FORMA AGRADEÇO ,POR QUE MEU FILHO SE SENTI INFERIOR AOS COLEGAS E ISSO VAI AGRAVAR COM A IDADE EU ACHO, MAS EU FAÇO DE TUDO PARA QUE ELE NÃO SE SINTA MENOR QUE NINGUEM,MAS SEM AJUDA DE PROFISSIONAIS .
TA DIFICILLL
.OBRIGADA DESDE JA
 
Data: 07 março 2013
Enviado por: ELIZA
macaraní
Pois é... descobri ha pouco tempo que sou da família TDHA, ainda não tenho um diagnostico oficial,estou com uma consulta marcada ha meses, será daqui uns dias, mas as evidências não me permitem dúvidas.
No final do ano passado, meu filho caçula veio falar comigo sobre TDHA, ele estava com muitas dificuldades na escola, já havia passado por quatro escolas e em nenhuma delas se adaptado, uma amiga dele enviou um teste via e-mail, e ai ele iniciou por conta própria um estudo sobre o assunto.
Ele queria ir a um médico, eu, na minha ignorância, falava para ele que era normal.. que assim como eu, ele teria que desenvolver um mecanismo para fixar seus pensamentos na terra e que aos poucos ele iria aprender a lidar com este "desligamento"; passei por muitos trantornos tbm com o mais velho, com ele, fui a psicólogo, psicopedagoga, fonoaudióloga, reorgsanização neurológica, psiquiatra e nada, nada na ocasião deu resultado ou uma luz...
cai no conformismo, achei que era algo normal em nossa carga genética, até que um dia, o Du iniciou uma batalha, me mandava artigos e mais artigos, testes e vivia me cobrando um psiquiatra...]
Fomos, ele foi diagnosticado e hoje faz tratamento, aos poucos, fui entendendo e percebendo sua melhora e cada vez mais, tendo a certeza de que também sou; e meu filho mais velho tbm é; assim como eles, passei por inúmeras escolas, meus professores reclamavam que eu voava...hj., desenvolvi alguns mecanismos de ajuda, anoto tudo, tudo tem que ser programado e cumprido conforme cronograma..caso não anote.. ja era..
tenho 47 anos e sempre fui aquela que diverte seus amigos com suas atrapalhadas...aprendi a rir... me acostumei a rir qdo contam minhas notas fora..amigos viviam me perguntando o que eu tinha usado.. hoje entendo melhor, estou a espera do meu tratamento, nas minhas crises maiores, cheguei a procurar por um neurologista, comentei que eu achava que estava com alzheimer, ele me falou que era stress, acredito eu, que as coisas poderiam ter sido bem diferentes; tive dois casamentos, foram muitas escolas, em alguns lugares fui humilhada, tive muita dificuldade financeira e profissionais, acreditei que eu era burra, coisa que la no fundo, eu sabia que não era...mas o melhor de tudo isto, é que agora eu acredito que tudo pode melhorar.
Outro dia, li um artigo sobre baixa de ferritina, ai , terminei de montar meu quebra-cabeças... trato ha anos com hematologista, reponho a cada seis meses ( quando me lembro de marcar o médico) sempre notei que minhas "falhas" ficavam mais frequentes e mais alarmantes qdo o nível de ferritina ficava baixo.
Enfim, hoje quero mudança e respeito para mim e para meus dois filhos, pois nós três, passamos pelas mesmas coisas e somente agora, conseguimos entender do que se trata... Muito bom, é muito mais fácil lidar com as coisas quando sabemos do que se trata.
 
Data: 07 março 2013
Enviado por: Ana Alice Volk
Araras
Meu nome é Everlane sou mãe de kelvin de 07 anos, ele foi diagnosticado com TDAH, desde pequeno ele tem transtornos, é impulsivo muito desatento e as vezes agressivo quando é chamado á atenção.
Na escola é muito difícil pq as professoras não sabe lidar com ele o que dificulta porque ele é uma criança muito inteligente e esperto, isso me entristece muito.
Ele não tem muitos amigos porque as crianças o chamam de maluco, e adultos comparam ele com autista.
Eu não sei como lidar com essa situação, gosto de ir a missa, mas muitas vezes não saio de casa pra não ver as pessoas com olhar de diferença.
Hoje estou tentando aprender com o meu filho, o tempo dele as dificuldades. Creio que Deus vai me ajudar nessa batalha.
Seria muito bom se as escolas tivessem o conhecimento de um TDAH, porque não é só o meu filho mas tenho conhecimento de outras crianças.
Obrigado por deixar compartilhar a minha historia.
Everlane
 
Data: 06 março 2013
Enviado por: Everlane Dos Santos Brito
olho d`água grande
Meu nome é Valéria, sou mãe do Leonardo de 05 anos, desde bem pequenininho eu percebia que ele não era igual as outras crianças da idade dele, mas como é filho único, achei que fosse muito mimo.
Quando ele foi pra escolinha com 02 anos, todos os dias vinha reclamações na agenda dizendo que ele bateu em alguém, mordeu, ficava escondido embaixo da carteira e a professora mandava ele pra sala da diretora pra pensar,quando um dia eu dei uma bronca nele e ele sumiu das minhas vistas e fui procurá-lo ele estava na cozinha sentado no banquinho da cozinha de cabeça baixa e eu perguntei o que ele estava fazendo ali...ele respondeu...to pensando, aí eu relacionei com o que a professora fazia com ele, no dia seguinte fui até a escola e falei um monte pra ela e tirei ele da escola.
Pesquisei várias escolas e coloquei na que achava mais séria. Ele continuou com as mesmas atitudes e foi só piorando, eu era chamada várias vezes na semana para falar do comportamento dele, até que um dia a coordenadora me chamou pra conversar e disse para eu levá-lo em uma psicóloga, lá na escola tinha então eu levei e ela falou que tudo indicava TDAH, mas era bom uma comprovação de um especialista, o levei no neurologista e foi diagnosticado com o TDAH.
Hoje ele é tratado com medicamento e ainda não encontrei nenhuma terapeuta na área, infelizmente tive que tirá-lo da escola por condições financeiras e o coloquei numa outra muito boa também, porém em outra cidade, mas estou tendo vários problemas com a professora que diz saber da doença mas não está sabendo lidar com ele, todos os dias ela coloca bilhete com carinha triste dizendo que ele não teve bom comportamento e não terminou a lição, e isso tá deixando ele arrasado,to pensando seriamente em voltar no colégio anterior e suplicar pra diretora dar uma bolsa pra ele poder voltar a estudar lá,porque eu fico acabada toda vez que o vejo chorando porque está sendo despresado pelos colegas e não compreendido pela professora.
 
Data: 06 março 2013
Enviado por: Valéria Abreu Rodrigues
Praia Grande
Tenho um filho de 12 anos diagnosticado com TDHA.
Desde o maternal apresentava dificuldades em acompanhar a turma, sempre me alertavam sobre as suas dificuldades.
Comecei então a investigar, indo ao oftalmologista, otorrino, fonoaudióloga, psicólogo e neurológista.Com o diagnóstico em mãos, fui buscando ajuda de profissionais que me ajudaram a entender melhor meu filho.

Todo início de ano letivo, preciso estar indo a escola , apresentar-me como mãe, daquele menino, que apesar do tamanho apresenta comportamentos inadequados em sala, cometendo gafes em série, sendo inconviniente, falando sem pensar e claro criando para aqueles professores despreparados rótulos indesejáveis.

Eu procuro, ter paciência com ele, mais confesso que ás vezes me sinto um pouco triste com essas situações.É muito ruim saber que seu filho pode estar sendo motivo de discussão entre professores, que muitas vezes não compreendem essa dificuldade de se relacionar junto com as dificuldades de aprendizado. Tudo com ele é muito intenso,pois demora muito a aprender e manter o que aprendeu.

Não é de fazer amigos, se isola.Percebo que ele , não percebe algumas situações , achando até normal certos comportamentos.
 
Data: 04 março 2013
Enviado por: Vera Lúcia de Jesus Silvestre
águas Claras
Eu sou mãe de um adolescente de 17 anos Deiviny, e na verdade ele ainda não foi diagnosticado com o TDAH mas eu já havia sido alertada pelos professores.
Eles diziam que ele era desligado, desatento vivia no MUNDO DA LUA então fui pensando e ligando os fatos e percebi que ele tinha problemas.
Em 2011 ele se trancou, não saia mais de casa, não tinha mais amigos e começou a com um jogo na internet que prendia a atenção dele por horas.
Foi então que em uma conversa, ele me disse que tinha se trancado por causa do problemas com espinhas, ai eu percebi que ele estava pedindo ajuda.
Nós levamos ele ha uma dermatologista a qual abril meus olhos, após uma conversa com ele me alertou novamente sobre déficit de atenção.
Ela dizia isso a cada consulta pois ele teve que iniciar um tratamento por causa das espinha. Um dia, ela me disse que ele estava melhor das espinhas mas pior do comportamento, mais desligado que nunca, foi ai que ela me recomendou ler o livro no mundo da lua no qual eu identifiquei meu filho em quase todos os fatos.
Agora eu sei que assim que ele terminar o tratamento para espinhas ele vai começar outro para o TDA pois meu filho é desatento e sozinho por isso, não tem amigos pois prefere ser sozinho do que ficar com pessoas que ele não entende seu único amigo é seu irmão de 14 anos a quem ele entende bem.
Tenho muito dó do meu filho pois sei que ele sofre por isso e eu me sinto culpada pois poderia te-lo ajudado antes se tivesse prestado mais atenção nele.
 
Data: 03 março 2013
Enviado por: Karla P. Posachio da Silva
Araruna-Pr
Como não tinha “problemas de notas” e era “uma menina quietinha”, ou seja, não incomodava ninguém, o TDA em mim não foi diagnosticado na infância.
No entanto, quando me formei e comecei a trabalhar como revisora de texto numa editora, comecei a incomodar as pessoas.
Eu me concentrava no texto que estava revisando e me esquecia do mundo, as pessoas falavam comigo e eu não prestava atenção.
Quando estava preocupada, triste ou com algum problema, a minha produtividade caía muito, quase não conseguia fazer nada.
Nessa editora, fiz amizade com uma das revisoras da equipe, que até hoje é uma grande amiga. Ela disse que achava que eu tinha algum problema de concentração, descreveu o meu comportamento e as dificuldades que a equipe tinha de trabalhar comigo.
Fiquei muito agradecida e procurei um psiquiatra. Assim, tive meu diagnóstico de TDA aos 28 anos de idade. Consultei diferentes psiquiatras e o diagnóstico foi o mesmo: sou TDA do tipo distraído.<
Ter o diagnóstico e estudar o transtorno significou me conhecer, foi como se eu tivesse saído da escuridão.
Pude entender a minha vida toda, as minhas dificuldades com matemática, as distrações, as desistências, o hiperfoco, a baixa tolerância a frustração, os meus problemas de sono, a ansiedade, etc.
O que quero dizer com este depoimento é que ter o diagnóstico foi fundamental na minha vida. Se eu tivesse sido diagnosticada na infância, não teria vivido 28 anos sem saber quem eu sou e batendo a cabeça.
Também quero registrar que acho que os portadores do tipo distraído como eu são negligenciados especialmente pela escola. Disso sei porque hoje sou professora e já vi muitos casos, além do meu, é claro.
A história se repete: esses portadores são “quietinhos” e não incomodam ninguém. O problema é que um dia vão incomodar e quando acontecer não estarão preparados para isso.
Muitos não são diagnosticados nunca, porque o portador do transtorno não nota os sintomas sozinho, alguém tem que lhe dizer. Além disso, a pessoa também tem que querer se ajudar e sair da escuridão.
 
Data: 02 março 2013
Enviado por: Juliana
Curitiba
Sou educadora e leio bastante sobre TDAH,pessoas especias o qual devemos entedê-los e compreendê-los.
 
Data: 02 março 2013
Enviado por: Edna Almeida Da Silva
Coaraci-Ba
OLÁ, TENHO UMA FILHA.
ESTAVA DESEMPREGADA E CUIDAVA DELA EM CASA. MAS A PARTIR DO MOMENTO QUE ELA COMEÇOU A FICAR NA CRECHE DESCOBRI COISAS NELA QUE EU SIMPLESMENTE IGNORAVA.
A TIA DA CRECHE ME MOSTROU UM JORNAL IMPRESSO QUE CONTINHA 2 PÁGINAS DIZENDO SOBRE O TDAH. ELA FOI FALANDO DOS SINTOMAS QUE MIINHA FILHA APRESENTAVA IGUAIS OS QUE TINHA NO JORNAL. E OLHA SÓ.. ISSO EU DESCOBRI ONTEM!!
POR ESTAR EM CASA COM ELA E NAO TER INFORMAÇAO EU NAO PRESTEI ATENÇAO NISSO COMO DOENÇA. MAS SEMPRE ACHEI ESTRANHO A FORMA COMO MINHA FILHA SE COMPORTA. POIS NAO VEJO NENHUMA CRIANÇA IGUAL A ELA NO MEU CONVIVIO.
FOI BOM A TIA DA CRECHE DELA ME ALERTAR SOBRE ISSO PQ O PROBLEMA IA SE AGRAVAR E NÓS NAO IRÍAMOS PRESTAR ATENÇAO.
AGORA TENHO QUE PROCURAR TRATAMENTO PARA ISSO URGENTE. NAO SEI MAIS O QUE FAZER, POIS NAO SEI LIDAR COM O PROBLEMA E FICO EXTREMAMENTE ESTRESSADA.
PRECISO DE AJUDA E SEI QUE VOU ACHAR E VOU PROCURAR OS MEIOS CERTOS PARA ISSO.
 
Data: 02 março 2013
Enviado por: KAMILA MARTINELLI GOMES
VITORIA
Biografia de Ivan Monticelli (meu pai)!

Nasceu em 1929, como dizem:

- “No tempo que se amarrava cachorro com linguiça”.

Descobriu aos 14 anos que chamava Ivan e não Ivo como todos pensavam.

Estudou só até a 4ª série do primário com dificuldade.

Começou cêdo a trabalhar de ajudante de mecânico.

Bonito, inteligente, trabalhador, mulherengo, brigão, pavio curto, louco, eram apenas alguns dos apelidos.

Muitos empregos, sempre brigando e pedindo demissão.

Fumava e bebia como um doido.

Batia o carro uma vez por semana no mínimo!

Uma vez foi internado com problemas nos pulmões fugiu do hospital. E quando o médico disse que não viveria até os 60 anos se continuasse desse jeito, respondeu: “Cazzo”, então vou morrer com 59?!?” E morreu mesmo!

Eu tenho certeza de que ele era TDAH não diagnosticado nem tratado!!!
 
Data: 01 março 2013
Enviado por: Ivan Monticelli Júnior
São Paulo


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