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Sábado, Abril 29, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Tenho uma filha do coração, hoje com 9 anos,portadora de TDHA.
Estou achando dificilimo lidar com ela, peço conselho e ajuda.
Ela estudava na Escola Arco-Iris, no bairro da Várzea - Recife/PE,ótima escola para crianças cpm especialidades, só que após quatro anos nesta escola, tive que trocá-la para uma outra, pois
sua professora não a compreendia, e a coordenadora pedagógica também.
Tenho inclusive laudo médico. Digam alguma coisa que possa ajudar-me.
Ercilia
 
Data: 04 fevereiro 2013
Enviado por: Ercilia
Recife
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BOM EU MANDEI UM PEQUENO DEPOIMENTO,MAS TEM ALGUMA COISAS NA QUAL EU NÃO SITEI QUE NÃO TENHO AMIGO,POIS A MINHA MUDANÇA DE PERSONALIDADE AFASTAO AS PESSOAS DE PERTO,TAMBEM JA AFASTEI NAMORADOS POR CAUSA DESTE TEMPERAMENTO DIFICIL,ESTOU EM RELACIONAMENTO A DOIS ANOS TENHO MEDO DE PERDER ESTA PESSOA ..
NOS DAMOS MUITO BEM,MAS AS VEZES FAÇO COISAS NA QUAL EU SEI QUE ELE NÃO GOSTA. TENHO PAVOR EM TER FILHO,POIS NÃO QUERO QUE ELE SEJA COMO EU.
ME SINTO BURRA EM MUITA COISA GOSTARIA DE TER UMA FORMAÇAÕ ACADEMICA. TENTEI ESTUDAR ENFERMAGEM MAIS ACABEI LARGANDO O CURSO POIS ME SNTIA MAL DE NÃO COSEGUIR APRENDER O QUE ERA PASSADO E ISSO ME FEZ DESITIRME SINTO INUTIL PERTO DAS PESSOAS ,POIS NÃO CONSIGO COMPPREEDER NA MAIORIA DAS VEZESO QUE PASSADO PARA FAZER.
SEMPRE DESDE PEQUENA TIVE MUITA DIFULDADE NO APRENDIZADO. MATEMATICA ENTÃO,NUNCA FALEI ISSO COM NINGUEM POIS TENHO VERGONHA DE MIM MESMO,POR NÃO CONSEGUI NEM SE QUER LEMBRAR DE UMA REGRAR DE DOIS ETC,
POR FAVOR ME AJUDEM QUERO SER ALGUEM NA VIDA E TEMPO ESTA PASSANDO ESTE ANO COMPLETO 30ANOS,ISSO TA ME ENCOMODANDO MUITO E MUITO RUIM SENTI SE VAZIA.
MEU SONHO SEMPRE FOI FAZER MEDICINA MAS NUNCA TENTEI POIS SEI QUE NÃO CONSEGUIRIA NEM PASSAR EM UM VESTIBULAR ENTÃO FOI UM SONHO NA QUAL DEICHEI DE LADO POR NÃO TER CAPACIDADE DE TORNA-LO REALIDADE,ME DESCULPEM PELO JEITO DE ESPRESAR PRECISAVA ME DESABAFAR UM POUCO SENTIR VAZIA E UMA SENSAÇAÕ DE PERDA E MUITO RUIM.
 
Data: 04 fevereiro 2013
Enviado por: WALESKA LOPES COSTA
CANAA DOS CARAJAS
OBRIGADO
Fiquei muito comovida ao ler o relato da Leila de São Gonçalo, a incapacidade das pessoas em lidar com dificuldades de outras é grande, sei o que a Leila senti, passa e sofre pois já passei por isso.
talvez nós mães de TDA ou de TDAH deveriamos nos reunir num grande manifesto para acordar a sociedade e principalmente os governantes que o transtorno existe e os portadores juntamente com seus pais merecem ser ajudados , acompanhados na rede pública de saúde, não temos mais tempo a perder com o tratamento deste que talvez seja o maior responsável pelo mau rendimento dos alunos nas escolas.
Quero disser a Leila Melo, não desista, faça valer os direitos de seu filho, temos o Estatuto da criança e do adolescente outras legislação está para ser aprovada no congresso nacional, não sei como é a escola dele, mas aqui levei artigos, livros, diagnostico médico e duas vezes na semana estou no colégio, tudo para tornar a vida escolar e social do meu filho mais agradável e feliz no início foi dificil, os colegas o deixaram de lado, mas no final do ano todos entenderam seu problema e o ajudaram, converse na escola, se coloque a disposição mais ainda e estou orando e torcendo pelo sucesso de vocês.
 
Data: 03 fevereiro 2013
Enviado por: gislaine helou
florianopolis
Desde pequena eu tinha dificuldade em realizar por completo qualquer coisa em que eu me envolvia. Na escola, que era particular, as dificuldades eram grandes e o bom sistema de ensino que tive a oportunidade de vivenciar me ajudou muito.
Nessa época eu conseguia ser uma aluna mediana. Aos 16 anos entrei em uma escola técnica federal e os meus problemas se agravaram, pois o ensino era forçado, e tinha que ter muita disciplina e memória para acompanhar. Foi ai que eu comecei a piorar psicologicamente, não queria mais frequentar as aulas, mudei o foco da minha vida para coisas que me distraíssem dos problemas. Comecei a cabular todas as aulas indo para o barzinho em frente a escola ou para o shopping, que era do lado da escola.
Passei 2 anos assim, até que no fim do segundo ano fui jubilada (impedida de continuar na escola por repetir 2 vzs seguidas).
A pressão familiar era muito grande. Comorbidades foram acumulando. Tive síndrome do pânico, sociofobia, tricotilomania, depressão... Cheguei ao estado de não conseguir falar, apenas ficava deitada sem me mexer, apenas caindo lagrima dos meus olhos.
A dor era profunda, não havia esperança. Eu me sentia diferente do mundo, não sabia o porquê tinha certos bloqueios e dificuldades que ninguém entendia e achava que aquilo duraria para sempre, sem solução.
Meu pai nunca entendeu e isso me prejudicou muito, foi oque me fez piorar cada vez mais. Chingamentos, humilhações, cobranças, incompreensão. Convivi com essa situação por alguns anos, quando um dia meu irmão me ofereceu uma ajuda muito importante na minha vida, foi oque me salvou de tudo aquilo.
Não tínhamos condições financeiras e meu irmão conseguiu a ajuda de um profissional maravilhoso o qual me ofereceu o tratamento graciosamente. Meu irmão descreveu a ele a situação em que eu me encontrava e o psiquiatra amigo falou que poderia ajudar. Passei então por uma consulta onde muitas perguntas foram feitas e o diagnostico foi claro.
Foi quando o nome Transtorno de Déficit de Atenção apareceu na minha vida. Iniciei então o tratamento da minha depressão, o medo sumiu, a coragem em sair na rua apareceu.
Minha memória já não era mais tão ruim e eu conseguia ver filmes, palestras, vídeos. Até hoje ainda não consigo ler um livro, me perco, esqueço, escrever é muito difícil, mas olhando o inicio do tratamento até hoje: QUE DIFERENÇA!
Quando me recolhia na minha depressão e pânico, com medo do mundo, medo das pessoas, medo das opiniões, medo do meu pai, me isolei, me anulei, me flagelei.
Não tinha condições físicas e psicológicas de trabalhar e estudar. Engordei, sou obesa. Minha mãe foi quem me segurou nesse tempo todo, sempre ao meu lado, sempre segurando minha mão, fazendo orações, buscando ajuda. Se não fosse ela na minha vida eu não sei se estaria aqui, escrevendo para vocês, dizendo que há um caminho para tudo.
Meus pais se separaram em 2012, meu pai então passou a não mais nos manter financeiramente. Alegava que eu não era doente, que eu inventei aquilo, que eu era uma vagabunda que não queria trabalhar, que eu inventei o pânico e tudo o mais.
Os meus remédios são caros, e então eu estou movendo um processo requerendo subsídios dele para que eu possa pagar meu tratamento e alimentação. Uma pensão.
Ele então tem dedicado seus dias para dizer a todos os familiares que eu sou uma encostada que quer viver o resto da vida às custas dele, que eu inventei uma doença e que é um plano meu para prejudicar ele. As pessoas que me viram crescer e que eu considerava familiares protetores e amorosos então passaram a me evitar e fofocar acerca do assunto. Acreditam nele, acreditam que eu não tenho nada. A decepção é grande, mas eu já havia aprendido com tudo isso a lidar com o sofrimento.
Sou uma pessoa criativa, inteligente, e eles não entendem como posso não conseguir um emprego, não entendem que estou em um tratamento, que o tratamento é REAL, que eu estou subindo um degrau a cada dia. A consequência dessa descrença foi que eu desci alguns degraus que havia conquistado. As pessoas não podem supor o quanto são maldosas e o quanto prejudicam o próximo com certos julgamentos e comentários.
Hoje eu tenho 24 anos e muitos anos pela frente para realizar todas os meus planejamentos acumulados nesse tempo todo. Meus amigos de colegial hoje são formados, muitos já estão casados e estabilizados profissionalmente.
Vejo a vida passar para os que até ontem, estavam na mesma fase que eu, e eu me sentia ficando para trás. Hoje vejo como tudo isso na verdade me fez crescer em muitos outros sentidos que nem todos tem a oportunidade de desenvolver. Fico imaginando oque as pessoas que não acreditam em mim acham que eu penso para querer ser uma mulher sem dinheiro, sem profissão, sem vida social, sem saúde e gostar disso, ter inventado isso.
Porque alguém viveria assim?
Sinto que meu tratamento está agora em fase final. Comecei a terapia com um psicólogo e isso ajuda muito. Ele diagnosticou também a dislexia, que é uma coisinha que atrapalha muito!
Amigos busquem sempre soluções! Tenham a certeza de que não estão sozinhos nessa. Existe muita ajuda
Se alguém duvidar de você, peça então que essa pessoa lhe ajude, que a preocupação que ela esta demonstrando a respeito da verdade seja útil e não apenas uma fofoca desconstrutiva.
Convide essa pessoa para falar com seus médicos e agradeça o imenso interesse com seus problemas. Nunca deixe ninguém influenciar seu caminho, somos muito maiores que os nossos medos!
Somos muito mais do que as pessoas veem!
Com carinho, Adriana Batista.
 
Data: 03 fevereiro 2013
Enviado por: Adriana Batista
São Paulo
MEU NOME EH SERGIO GUEDES!
MORO EM UMA CIDADE DO INT DE SAO PAULO, CHAMADA BANANAL, SOMOS VIZINHOS DE BARRA MANSA, INT. DO RIO DE JANEIRO.
MINHA FILHA TAINA GUEDES 17 ANOS ESTUDOU 12 ANOS EM UM COLEGIO PARTICULAR DESTA CIDADE CHAMADO VERBO DIVINO.(CONGREGAÇAO VERBITA).
DESCOBRIMOS QUE MINHA FILHA TINHA DEFICIT DE ATENÇAO NO 6 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL, DESDE ENTÁO ESTA SENDO UMA GRANDE LUTA PARA QUE ELA CONSIGA ABSORVER O CONTEUDO E ENFRENTAR AS COMPLEXAS PROVAS ELABORADAS PELA INSTITUÇAO.
SEMPRE INDAGAMOS AO COLEGIO PORQUE MINHA FILHA ESTUDA TANTO EM CASA E CHEGA NA HORA DA PROVA OBTEM UM RESULTADO TÁO BAIXO. E ASSIM O TEMPO FOI PASSANDO E GUANDO INGRESSOU AO ENSINO MEDIO O PROPRIO COLEGIO NOS COBROU UMA AVALIAÇAO MEDICA PARA QUE A AJUDASSE E O COLEGIO NOS DESSE RESPALDO JURIDICO.
ATÉ ENTAO NUNCA TINHA OUVIDO FALAR DISSO. NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MEDIO ELA ENFRENTOU NOVE RECUPERAÇOES E OBTEVE DUAS DEPENDENCIAS. NO SEGUNDO ANO ELA ENFRENTOU 4 RECUPERAÇOES E FORA REPROVADA. FOMOS AO COLEGIO PARA INDAGARMOS A SITUAÇAO DELA E SIMPLESMENTE E A COORDENAÇAO NOS RESPONDEU QUE FIZERAM O MAXIMO POR ELA E QUE INFELIZMENTE ELA NAO TINHA CONDIÇOES DE ESTUDAR MAIS LA E QUE UM FUSQUINHA NÁO PODERIA COMPETIR COM UM FORMULA I.
FICAMOS CHOCADOS E DESOLADOS HAJA VISTO QUE NÁO EXISTE UM ORGÁO HIERARQUICO QUE PUDESSEMOS RECLAMAR E NOS APOIAR. NOS TEMOS LAUDO MEDICO E EXAME DA SITUAÇAO PSICONEURONAL DELA E SIMPLESMENTE O COLEGIO NOS IGNOROU.
ESTAMOS INICIANDO UMA BATALHA JURIDICA,PERANTE A NAO SITUAÇAO DE INCLUSAO E A DISCRIMINAÇAO PELA LIMITAÇAO DELA.
TEMO QUE SEU INSUCESSO ESCOLAR INTERFIRA EM SUA AUTOESTIMA, OS COLEGIOS PARTICULARES SÃO CRUEIS E NÃO QUEREM SABER SE O ALUNO TEM CORAÇÃO OU NÃO E QUE UM PROFISSIONAL BEM SUCESSIDO DEPENDE DE UMA BOA DESENVOLTURA NO AMBIENTE ESCOLAR!
 
Data: 02 fevereiro 2013
Enviado por: SERGIO GUEDES DA COSTA FILHO
BANANAL - SP
Meu filho foi diagnosticado como portador d TDAH justamente por ser muito agitado, e veio a se concretizar mesmo no período escolar, desde a primeira série até hoje.
esse ano ele vai cursar a a 8a, sempre tive problemas com os professores, ele não consegue estudar, ele até se esforça no ínicio mas não consegue, ele não consegue prestar atenção em nada, só brinca e conversa, e sempre com o intuito de chamar a atenção dos colegas com as brincadeiras. ele ja chorou em cima dos cadernos várias vezes, e não vai, e o pior de tudo é que os professores da escola que ele estuda, não entendem e pelo que me parece nem sabem o que é TDAH, também nem tem interesse em saber.
hj meu filho tem 14 anos e mais dificil de lidar, e mais ainda pros outros entenderem, porque aparentemente ele é fisicamente normal, os professores chamam a ãtenção dele, falam coisas pra ele, e nesse momento em saula de aula ele se defende dizendo que não ta nem ai, eu até entendo, porque na condição dele ja não é fácil ser diferente e não conseguir fazer as coisas, ai vem toda aquela carga nas costas, é a forma que ele encontra de se defender da humilhação que sofre na sala de aula.
ele faz tratamento, a escola foi informada desde o inicio, mas não adiantou, em uma das reuniões, os professores me fizeram chorar na frente da sala cheia de pais, umas das professoras me disse que isso não era doença e sim que ele era uma vagabundo, só eu sei porque sou mãe e cuido dele desde que nasceu, percebi desde que e ele era pequeno, ele ja passou com psiquiatra, neuro e psicólogo, todos diagnosticaram que ele é portador do TDAH, e mesmo eu levando o boletim do médico na escola, não adiantou.
me sinto frágil diante dessa situação, os professores de escola pública não estão preparados pra ter alunos assim,,,,,e a luta continua,,,,,,
Tenho fé em DEus que um dia isso vai passar....
 
Data: 01 fevereiro 2013
Enviado por: Cida
Várzea Paulista
Olá, sou mãe de um adolecente Tdah, muito cedo percebi que algo não não era comum no comportamento de meu filho.
...então um bebê, sempre fora do meu controle, corria e pulava em lugares e horas inadequadas, sem conseguir brecar este comportamento, optei por desistir,não o levava quase nunca a lugar algum. Quando nos reuniamos em família, sempre acontecia algo e ele era responsabilizado, foi taxado como louco, mau educado, nimguem nos queria por perto, meu coração vivia despedaçado.
com a escola os problemas evoluiram, era chamada com frequência por conta do comportamento agitado, passamos para a medicação, meu coração doia por mais um motivo , nosso relacionamento ficou muito dificel, o pai dele faleceu, vivemos por um tempo da caridade da familia, que impunha algumas regras, cuja leitura feita por eles, eu não seria uma boa mãe, tinha que ser severa.
ele só tinha a mim, para educa lo.
chegamos ao 1º ano do ensino médio a duras penas, a custa de muito sofrimento e discuções com a escola e professores, eles diziam conhecer o assunto, mas só faziam me culpar, exigiam de mim o que ela, a escola não conseguia fazer, ensina lo a se organizar, responder as provas, ler os livros , e meu filho ali, usando medicação, alheio a tudo, mas não os incomodava, pra eles o que importa?
repetiu a 1ª vez, aceitei, pensei que talvez foce bom, talvez ele viria a perceber que eu não poderia dar um jeito sempre e, teria que se dedicar aos estudos. ele não copia, não guarda o material, é como se apenas fosse até a escola, quando um assunto lhe ineteressa, surpreende, mas na maioria das vezes,fica voando, alheio a classe, neste ano acabou desistindo e repetiu mais uma vez...
 
Data: 31 janeiro 2013
Enviado por: Rita Lima
Pantano Grande
Olá sou uma professora de 35 anos que a 34 sofreu com o TDAH, já tinha houvido falar e nem imaginava que possuia esse transtorno.
Eu nasci de 6 para 7 meses, tinha em torno de 1,300 KG, minha mãe fumou e tomou remédio controlado a gravidez toda, permaneci na encubadora por três dias pois minha mãe não tinha condições de pagar, ela se responsabilizou e saí do hospital com 800KG,.
fui criada pela minha vó, sempre muito superprotetora, aprontava. cortei cortina para fazer roupinha de bonecas, tomei aspirina infantil pois era docinha, nunca tive muitos amigos hoje entendo porque.
na escola sempre falei mais que a lingua, era a bronca dos professores e reclamação da escola, nunca fui de ter dificuldades, pois era e sou muito perfeccionista e exigente com minhas coisas então ia bem nunca reprovei o u fiquei de recuperação mas nas matéria que exigia leitura como ciências, historia, etc....
nunca gostei e as notas eram mais baixas sempre gostei de matemática, hoje também entendo porque nunca fui uma leitora de livros. Cresci me formei em pedagogia, sou professora com muito orgulho, me casei e tive um filho, até hoje ainda continuo sofrendo com as amizades, pois pessoas que não conhecem o TDAH não nos entendem, passamos por fofoqueiros, entrometidos, intrigueiros, barraqueiros e assim vai e muitas vezes são pessoas que tem cursos, conhecem o assunto e mesmo assim te julgam, fico muito triste, pois onde moro minha familia esta longe apesar de não ter muito contato com a mesma .
não tenho amigos, agradeço a Deus o marido que ele me deu, pois até então ele também não conhecia muito sobre o assunto mas sempre procurou me entender.
Tenho um filho de 9 anos que nasceu bem com os nove meses certinho, 4,050KG tudo beleza, mas ele era filho de uma mãe TDAH, ele também é.
No ano de 2012 resolvi fazer pós em psicopedagogia, sempre foi meu sonho fazer pois via que os alunos havia mudado muito, muitas dificuldades, agitação coisas que em 1998 não eram tão aparentes quando me formei, procurei o curso que até hoje tem me respondido muitas coisas, mas me mostrou a principal porque sou assim tão agitada, inquieta, brava exigente.
meu filho porque me deixa tão louca, porque minha sogra pega tanto no meu pe, me acha isso ou aquilo, a criação do meu filho é péssima porque a escola diz que pedagogicamente meu filho e dez e no comportamento terrível, poque ele não como, porque brigamos tanto enfim muitas resposta venho obtendo graças a uma aula com o meu professor de neurologia .
Ainda tenho que aprender e estudar muito, estamos caminhando meu filho tem melhorado muito na escola e eu tento me controlar um pouco mais tá dificil, mas não impossível.
Hoje também vejo meus aluninhos com outros olhos, a única coisa que espero é só adquirir um pouco mais de paciência controlar minha ansiedade e ser cada vez mais feliz.
Espero que cada vez mais as pessoas conheçam e respeitem os TDAH mas com o verdadeiro respeito.
 
Data: 31 janeiro 2013
Enviado por: Carla Verderoce Tramontin
Londrina
Meu curso de pós me respondeu muitas perguntas
Tenho 48 anos e estou há mais de um ano afastada do trabalho com o diagnóstico de ansiedade/depressão. Ao fazer terapia com pisólogos e psiquiatra começo a ter informações sobre TDAH e me pergunto se sou uma destas pessoas... Para mim a resposta é sim.
Desde muito pequena eu não conseguia obedecer a absolutamente ninguém, notas excelentes na escola mas para ficar quieta os professores me davam atividades extras. Desde os 7 anos até os 22 estudei em 2 lugares ao mesmo tempo e fiz duas faculdades também ao mesmo tempo. Além disso sempre arranjei tempo para ir à praia e fazer muita atividadfe física.
A sensação de que tenho energia de sobra sempre me acompanha e sou incapaz de ficar calada ou sem mexer braços, pernas ou me concentrar em apenas uma atividade.
Passei a vida inteira me levando à exaustão porque simplesmente eu não me canso... Ouvi todos estes anos coisas do tipo: mal educada, vc não se comporta e a sensação de ser alguém totalmente inadequado me acompanha sempre. Tive muitos problemas de relacionamento na escola e no trabaho... Algumas vezes tarbalho em pé porque não consigo ficar sentada...
Mesmo os remédios usados para ansiedade simplesmente não fazem efeito e apesar de usá-los continuo acumulando funções, muito exercício e dificuldades de lidar com sentimentos - eles me confundem muito... Sou considerada alguém com inteligência acima da média, fui criança prodígio(passei no vestibular para música da UFRJ aos 11 anos de idade em sétimo lugar)... Aulas comuns me entendiam profundamente porque tenho a sensação de já saber o conteúdo... Hoje olhando para minha infância/adolescência percebo que não mudei o comportamento, embora algumas vezes já consiga percerber o quanto sou diferente dos demais... Tento controlar a agitação, mas é muito difícil para mim... Sou uma profissional bem sucedida porque meu trabalho não é nada rotineiro(sou editora de imagens em uma grande rede de televisão). Sempre fui uma leitora compulsiva e simplesmente devoro livros com muita facilidade... Além de profissional de televisão faço trabalho voluntário em uma instituição religiosa, continuo fazendo muito esporte e ainda tenho energia de sobra...
No questionário padrão sobre TDAH na parte B respondi MUITO FREQUENTEMENTE para TODOS OS ÍTENS.
Recentemente ouvi sobre TDAH e me questiono se sou uma destas pessoas... novamente eu responderia sim... Tenho dificuldade em levar uma vida dita "normal" porque não tenho comportamentos convencionais. Sou muito engraçada, inteligente, bonita, atlética e atraio muita gente em volta de mim, como um "papel pega-moscas" mas este "dom" me deixa muito desconfortável...
 
Data: 30 janeiro 2013
Enviado por: suzane halfoun
rio de janeiro
Ola tenho un filho de 15 anos que tem TDHA,e vou falar para vcs as coisas não são faceis desde os seis anos descobrir ai ele começou a tomar a medicação.
nunca tinha repetido de ano sempre, pssava com dificuldades mas coseguiamos,mas aos 13 anos começaram-se os problemas,adolecente não quis mais tomar o rémedio porque fiacava com vergonha dos colegas .
eu dava o rémedio em casa cedo antes de sair para o tarbalho ai ele mentia que tinha tomado na escola e descobri que não estava tomando, é dificil pois ele não colabora ja repetiu a 8 séria.
doi anos consecutivos. fico muito triste pois não queria isso para o meu filho.
já procurei orintação na escola dele mas descobrir que tem muitos professores que nem sabe o que é TDA,mas não vou desistir nunca e creio em DEUS que meu filho vai vencer.
 
Data: 30 janeiro 2013
Enviado por: ivana
Brasilia


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