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Sexta, Agosto 18, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Olá!!! Eu tenho um filho de 7 anos, tem pouco tempo que descobrimos que ele tem TDAH. Confesso que pra mim foi um susto,não estou conseguindo lidar com a situação. Estou com receio de dar a medicação pra ele, pois é remédio controlado. O que eu faço? Tem alguma mãe que pode me ajudar? Preciso urgente de ajuda!!!
 
Data: 27 janeiro 2014
Enviado por: Adriana Roberta Guedes
Goiânia
Olá! Serei bem direta: Aos 29 anos descobri que tenho TDAH e estou muito feliz por essa descoberta!
Minha infância foi super tranquila e normal, brincava, estudava, me divertia, era boa aluna, ria, chorava, enfim, nada preocupante. Cresci, aproveitei toda minha adolescência e por minha vontade, comecei a trabalhar bem nova, aos 17 anos. Depois de algum tempo já trabalhando, eu observava que me esquecia com muita facilidade de coisas simples que eu não poderia esquecer, mas convivi com isso por 11 anos (trabalhando na mesma empresa) achando que era "normal", pois eu me prejudicava no sentido de ser advertida por esquecer algumas coisas,mas isso nunca prejudicou nenhum paciente (eu trabalhava em clínica), então estava tudo certo. Bom, neste meio tempo, subi de cargo 2 vezes, as responsabilidades aumentaram e a memória continuava ruim, mas sempre naquela filosofia: "nenhum paciente está sendo prejudicado - muito pelo contrário, eram só elogios à mim, era uma profissional e tanto, então uma bronca a mais pra mim não fazia diferença". Eis que montei minha empresa e fui cuidar do financeiro... Aí que começou o problema. Eu anotava um valor, e após 5 minutos eu não sabia mais qual era aquele valor. Eu pagava um boleto, e dali 10 minutos quando perguntavam à mim o valor, eu tinha que abrir a planilha para olhar. Quando meu sócio falava comigo, pedia para mandar um e-mail e digitar tal texto (curtissimo), o tempo de eu chegar na minha mesa, (3 a 4 segundos) eu já não lembrava absolutamente mais nada do que ele tinha dito. As pessoas falavam diretamente comigo, olho no olho e eu me pegava pensando em outra coisa completamente paralela ao assunto, e quando a conversa terminava, adivinha... Não tinha ideia do conteúdo da conversa. Até que fui pesquisar e encontrei a ABDA. Li sobre o conteúdo, procurei uma neuropediatra, pois na minha região, era a única que cuidava de TDAH. Ela mudou a minha vida! Me medicou e hoje me sinto outra pessoa. Completamente disposta, muito atenta a tudo, estou com uma memória que nunca pensei que existisse em mim!! Tudo é diferente. Ela acertou com o medicamento, e por mais que sou resistente a tomar remédios, não criei barreiras, pois ela me garantiu que daria certo. E deu!
Espero que este relato possa ajudar pessoas que se sentem muito inativas e muitas vezes ate incompetentes por não conseguir realizar com êxitos suas atividades. Descobri depois de adulta, que um problema que nasci com ele, foi me atrapalhar depois de muitos anos. E sorte que é apenas o TDAH !!!
 
Data: 14 janeiro 2014
Enviado por: Angélica
"Meu filho se alfabetizou com muita facilidade, mas desde os 7 anos começou a apresentar dificuldade de aprendizagem. E desde então, fui chamada várias vezes na escola, porque ele era desatento, não prestava atenção em nada, vivia "voando" na sala de aula, não conseguia copiar a matéria no caderno.Ele foi a vários psicólogos e psiquiatras, foi diagnosticado com TDAH. Usou medicação por um tempo,mas começou a ficar rebelde, mentia, dizendo que tomava os remédios. A duras penas ele conseguiu concluir o ensino médio (repetiu algumas vezes).Com 14 anos ele começou a ter TOC(transtorno obssessivo compulsivo), tudo pra ele está sujo, ninguém pode mexer nas suas coisas, nem entrar no seu quarto. E começou também a ficar agressivo, principalmente comigo,como se eu fosse a culpada de tudo. E nos momentos do nervosismo, ele já quebrou várias coisas em casa, dá socos na parede. Não sei se há alguma ligação com o TDAH ou TOC, mas ele tinha hiporidrose (suor excessivo nas mãos e nos pés)isso agravava ainda mais o TOC dele. Ele lavava as mãos diversas e diversas vezes ao dia e só andava de meia em casa. Ele começou a cursar e vezes a faculdade, mas parou por causa do suor e TOC. Hoje ele tem 21 anos,não estuda nem trabalha, são vários planos não concluídos, começa cursos e para. Sou divorciada do pai dele e acho os dois têm o mesmo problema. Meu atual marido não entende esse comportamento e algumas pessoas da minha família também. Acham que ele não quer nada, que é um vagabundo, ainda mais quando ele fica agressivo.Mas ele só faz isso em casa. Ele fez uma cirurgia para eliminar o suor e melhorou muito, não está suando mais nas mãos e nos pés. Todos se voltam contra mim, dizendo que o meu amor pelo meu filho é doentio, é excessivo, que eu preciso ser mais enérgica com ele, porque ele não me respeita. Estou desorientada e preocupada. Ele não está tomando nenhum medicamento e não está indo ao psicólogo, diz que não está resolvendo nada. Gostaria tanto de uma orientação para ajudar meu filho, pois sei que ele é uma pessoa boa, tem um coração bom. Se alguém puder me ajudar, agradeço muito. Fiquem com Deus.
 
Data: 12 janeiro 2014
Enviado por: Fátima Lopes
Rio de Janeiro
Olá! Sou Josiane tenho um filho de 6 anos e meio que foi diagnosticado com TDAH aos 4 anos, muito difícil foi a notícia, apesar de já ter percebido nele características do distúrbio, durante um curso que fiz de Educação Especial, mas é duro e angustiante se deparar com a realidade, já levei a vários neuros, mas até agora não vi muitos resultados, ele é uma criança extremamente inteligente, faz cálculos mentais de adições simples, tipo: 10+10+9+2=31, ele elabora a soma na cabeça e em seguida já tem a resposta automática, não consegue fazer muitos amigos, e os que tem sempre acontecem conflitos, não consegue permanecer sentado por muito tempo para concluir as tarefas da escola, não gosta de montar quebra cabeças, mas tem muita facilidade com jogos eletrônicos, descobre as estratégias logo de cara quando aparece um novo jogo de vídeo game, adora esportes radicais, tipo: escalar, skate, anda de bicicleta desde os 4 anos sem rodinhas, adora descer nos toboágua dos clubes aquáticos, é uma criança muito carinhosa e falante, nossa maior dificuldade é com a família e amigos que em sua maioria não entende e acha que é falta de educação, má conduta, ou "falta de umas chineladas", por isso evito estar em reunião de família e amigos em lugares fechados, pois sei que saio desses lugares chateada e angustiada com tantos comentários e reclamações sobre o meu filho, gostaria que tivesse mais matérias sobre o assunto, até mesmo cartilhas impressas para distribuição nas escolas e até mesmo para as famílias e amigos terem acesso a essas informações, pois muitas vezes o acesso a este tipo de site é somente de pessoas que vivem essa dificuldade de perto e não aquelas pessoas que nos cercam.
 
Data: 08 janeiro 2014
Enviado por: Josiane do Carmo Chagas Tápias
Vitória
Bem, minha vida é bastante confusa. Eu não sei como explicar, mas eu li vários artigos sobre TDAH, e a cada texto que lia mais eu me via. Meus problemas estavam ali naquele texto. eu tenho 18 anos e Já cometi muitas gafes por causa disso. Por exemplo, dentro da minha casa, eu sempre esqueço de lavar a louça, ou então esqueço de apagar a luz do quarto. Meus pais não entendem o que acontece comigo. Eles falam que eu sou assim pq sou preguiçoso, não tenho interesse e blá blá. Eu fico muito zangado com isso por que eu sei que não é isso.
E também, eu não consigo ficar parado por muito tempo. Se eu ficar meia hora sentado eu começo a agitar as mãos e os pés. Eu fico impaciente. Outro problema. Parece que dentro da minha cabeça há vários canais de televisão ligados ao mesmo tempo. Eu já fiquei acordado até duas horas da manhã por causa disso.
Na escola era terrível. Eu não conseguia tirar nem um seis em matemática. Era tudo quatro, três ou cinco. Eu estudava sim, e muito, mas quando chegava a hora parecia que tudo voava para fora. Eu ficava morto de raiva.
Já falei coisas que não queria, e me dei mal kkkk. Não dá para explicar tudo por que não lembro de muita coisa. Me chama de lesado, lerdo, da Lua, e outros elogios como esse. Me sinto inferior a outros. E eu nunca me dou bem com regras, sinceramente. Eu sou teimoso nesse ponto. Me irrito facilmente, me aborreço quando algo não da certo. Na escola eu ficava com uma vontade de voar em cima de alguns meninos que faziam hora comigo.
Pois é... esse é o resumo de minha vida. Agradeço a todos que lerem isso. ;)
 
Data: 03 janeiro 2014
Enviado por: Raphael
Fortaleza - CE
ÓDIO E O Amor
Provavelmente vocês já devem ter lido ou ouvido a respeito do "mito da Caverna" de Platão, em suma conta sobre um individuo que vivia em uma caverna acorrentado, com os demais integrantes do grupo, até certo dia que ele se cansou, quebrou as correntes que o prendia, e saiu da caverna. Primeiro ele sentiu uma dor terrível nos olhos por conta da claridade solar, mais logo sua visão melhorou e ele conseguiu visualizar o mundo a sua volta. Ele ficou maravilhado e voltou a caverna para falar a boa nova. Bem este e o ponto que eu queria chegar, pois vim compartilhar a minha historia. Assim como o homem do conto, eu também me encontrava em uma caverna. A escuridão era o meu desconhecimento, o medo. Até que decidi que não poderia continuar daquele modo. E fui á busca ao tratamento do TDAH. No inicio foi difícil, pois tive que mudar muitos fatores, desde a alimentação a velhos hábitos. De inicio achei que o mundo estava diferente, mais então descobri que o diferente estava na verdade era comigo. Tudo havia melhorado. E como um óculos de grau, para quem e míope e nunca visualizou nada nítido e passa a usar óculos, tem um efeito, porem para quem não precisa e usa passa a ter efeito contrario. Ser TDAH e nascer assim, e ter uma forma particular de entender o mundo. Até hoje não sei se ser portadora de TDAH e bom ou ruim, o ódio e o amor se misturam não sei a onde começa um e a onde o outro termina. Com todo respeito mais um estudante comum e como um cavalo domestico, que só execulta o que lhe e passado sem questionar, ao passo que um TDAH e como um cavalo selvagem, ele não faz nada que ele não tenha vontade, o seu conhecimento foi ele quem construiu, e não algo que um terceiro o fez ter artificialmente. Com o tratamento a pessoa não deixara de ser quem ela de fato é, pois se nasce TDAH e ao menos que a medicina mude ele morrerá assim . Tratar o TDAH trás melhorias de vida, só quem passa pela experiência sabe do que eu estou falando.
Há que diz que o remédio vicia, não vejo por este lado, pois trata-se do medo de voltar a caverna, e como a historia do óculos, tirarem este de quem tem deficiência visual, e fazer que ele volte a ver o mundo como borrões difíceis de saber o que são. Não tenha medo de tentar, e nunca e tarde para isso. o ruim e permanecer no sofrimento da caverna e deixar a vida passar.
 
Data: 03 janeiro 2014
Enviado por: Priscylla X.
Brasília
Oi meu nome é Adriana, tenhu um filho de 13 com tdah, ta sendo dificil, pois na esola nao tem apoio e nem à mim, pois preciso muito saber como liar com ele, ele ainda é estremamente timido e arisco, estou sofrendo muito, preciso de apoio, obrigada.
 
Data: 30 dezembro 2013
Enviado por: adriana marquezini
Jaboticabal
Nome: Ari Teperman
Idade: 51 anos
Estado: São Paulo
Diagnosticado: set/2012

Eu nasci com um ano de atraso neurológico, problemas de fala, aprendizagem, motricidade e só comecei a andar quando já tinha um ano e meio. Durante vários anos minha rotina era ir à escola pela manhã e uma maratona de idas a médicos de várias especialidades à tarde. Vivia no mundo da lua e era desatento. De vez em quando perdia coisas. Não conseguia me organizar e em função disso muitas vezes tinha dificuldade de achar onde guardava as coisas. Também tinha dificuldade de manter relacionamentos de qualquer natureza já que não tinha a percepção do outro.
Naquela época não tinha internet e nem tanta literatura disponível. Apesar disso consegui terminar meus estudos. Estou no mesmo emprego há 28 anos. Comecei como Auxiliar Administrativo e atualmente atuo na função de Analista de Planejamento e Gestão. Estava com minha vida estagnada até comecei li o livro Mentes Inquietas... me identifiquei com o conteúdo do livro e além disso pude perceber que ele explicava tudo que foi diagnosticado na minha infância. Levei a questão ao meu Neurologista/psiquiatra e juntos começamos um processo investigativo. E em setembro de 2012 veio o diagnóstico de TDAH. Comecei a tomar medicação e continuei com a terapia. O tratamento não só surtiu efeito, como vem eu construir uma melhor qualidade de vida. De imediato voltei a estudar (curso de fotografia), passei a organizar passeios fotográficos e praticar ciclismo. Meus relacionamentos familiares se tornaram mais amorosos. Todas as tarefas que tenho me proposto a fazer vou do começo ao fim independentemente do resultado (coisa que não acontecia)... Passei ter mais esperança!
 
Data: 05 dezembro 2013
Enviado por: Ari Teperman
São Paulo
meu filho Lucas tem Tdah. por falta de condições parei o tratamento por que aqui é particular ele tem 11anos e esta no 3ºano primário ele pode reprovar sempre não sei o que fazer gostaria de ajuda ele sofre preconceito até da família.
atenciosamente Maria dos anjos.
 
Data: 02 dezembro 2013
Enviado por: maria dos anjos b. p. arce
campo grande ms
Oi, Meu nome é Monalise Stefânia, tenho 38 anos e tenho dois filhos, uma moça de 20 anos que sempre foi bastante tranquila e um lindo rapazinho de 11 anos. Este já não tão tranquilo assim. Desde pequeno sempre foi bastante agitado, briguento. Depois que foi para a escola, os problemas de fato começaram ali. Muitas reclamações na escola, muitas, quase todas as semanas. Eu acreditava que era pelo fato do pai ser agitado e nervoso, pensava que meu filho estaria somente copiando a personalidade do pai. No entanto, com o passar dos anos, aquilo tudo ficou bem mais frequente e as reclamações das professoras mais sérias. De tanto a diretora da escola me cobrar uma atitude, comecei a leva-lo na psicóloga da escola, algo que não surtiu muito efeito, pois ela lidava mais com a questão educacional, coisa que ele nunca teve problema. Por não ter resolvido nada, a escola acabou me convidando a retirar meu filho de lá. Assim, eu o fiz. Esse ano ele iniciou em outra escola, e logo em seguida eu me separei do pai dele. Então, devido a tantas mudanças, o comportamento do meu filho piorou bastante. A escola logo na primeira semana me chamou e disse que meu filho tinha algo de diferente, pois não conseguia ficar quieto, calado, não conseguia concluir os deveres, acompanhar a professora e demais coleguinhas, e parecia que ele estava a ponto de explodir a qualquer momento, de tão nervoso. Assim, como a psicopedagoga da escola era minha conhecida de muitos anos, me disse que meu filho apresentava sintomas de algum tido de transtorno e me orientou a procurar uma psicóloga e psiquiatra o mais breve possível. Assim, comecei um tratamento mais sério somente com uma psicóloga, só que os resultados não vinham de acordo com a nossa urgência, e as reclamações continuavam, foi quando pedi socorro para a psicóloga e ela logo me indicou um Hebiatra. Foi na consulta com o Hebiatra que meu filho foi diagnosticado portador de TDAH, e que teria que iniciar tratamento com remédio. Sai do consultório dele aos prantos, no entanto, comecei a ler mais sobre o assunto e pude perceber que muitas famílias passam por esse mesmo problema e que existem pessoas portadoras desse transtorno que fazem tratamento com remédio e se sentem felizes e realizadas. Para mim está sendo bastante difícil pois não tenho apoio da família, pelo contrário, o meu ex marido diz que eu quem estou inventando doença para nosso filho, o apoio que tenho é da minha filha, pois tivemos que nos unir mais e a cada dia aprender a lidar com essas lindas crianças que tem um vulcão dentro de si. Meu filho é uma criança linda, extremamente carinhosa, educada, sabe se portar em qualquer lugar, no entanto, não consegue ficar parado um só minuto, é bastante impaciente. Por tal motivo, tenho que ter sempre muita paciência com ele, pois o tempo dele é bastante diferente do meu. Sei que Deus não nos da um fardo onde não podemos carregar, sei que tenho essa anjinho na minha vida para aprender com ele e me tornar um ser humano cada vez melhor, pois todos temos as nossas limitações. A cada dia aprendo mais e mais com meu maior amor. Meu filho Yan Bernardo, minha vida.
Gostaria de trocar experiências com mais de crianças com TDAH. Obrigada.
 
Data: 27 novembro 2013
Enviado por: Monalise Stefânia
Brasília


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