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Sábado, Abril 29, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Muito além dos seus olhos.
Eu quero voar
E ir além do seu mundo e o meu mundo.
Quero sentir o irreal criando formas e vivenciar,
contar segredo de um mundo que muitos não vê e não percebem que existe
trazer sentimentos tão reais e aquilo que só eu vejo para fora e te apresentar.
Quero viver como uma criança sem limites para imaginar e realizar,
olhar as nuvens e ver o mundo olhando para mim,
todos percebendo que sou muito mais que uma imaginadora,
além de sonhar e sentir também choro, canto e busco viver de forma tão comum.
Apenas Quero que o mundo entenda e compreenda que tenho sonhos reais,
Que atrás de tantas atrapalhadas existe eu.
Autora GLEICI KELI SOARES
 
Data: 14 dezembro 2012
Enviado por: GLEICI kELI SOARES
SUMARE
Meu nome é Helder, tenho 30 anos, fiquei reprovado duas vezes na escola, uma na primeira série do fundamental,com poucos décimos de diferença e outra na oitava série, isso me marcou muito e por conta disso sou muito retraído emocionalmente.
Sentia que me irritava muito fácil com as frustrações e as derrotas, tentei diversos psicólogos e psiquiatras mas ninguém descobria que era e não saber disso mas deprimido e revoltado
Larguei duas faculdades, uma de direito no terceiro período e arquitetura no quarto período, depois disso fiquei três anos e meio sem estudar.
Sofro ao saber que todos que todos os maus amigos se formaram e estão trabalhando, enquanto eu fico para trás
Só descobrí que eu era TDAH aos 24 anos quando fiz os exames de SPENCT.
Hoje estou estudando design gráfico, estou me esforçando para não abandonar de novo e encontrar forças para ir até o fim.
 
Data: 14 dezembro 2012
Enviado por: Helder Pereira de Carvalho Melo
Teresina
Sou mãe solteira de dois filhos adotados.
O mais velho é prematuro extremo, nasceu no 5º mês de gestação por causa de uma tentativa de aborto por parte da mãe biológica.
Quando ele estava com 1 ano, entrei na fila novamente, meu sonho sempre foi ter dois meninos. Depois de 3 anos veio o meu caçula, com um dia apenas de nascido.
Desde o começo eu sabia que tinha alguma coisa "errada", mas os médicos diziam que eu estava comparando o desenvolvimento das duas crianças.
Meu caçula não falava e já estava com 2 anos. Ele ficava numa escolinha de educação infantil e a coisa correu mais ou menos tranquilamente. Quando ele passou para a escola de ensino fundamental, os problemas começaram.
Não tinha sido até então uma fase boa para a minha pequena família, meu pequeno já havia provocado dois incêndios em casa(com danos materiais apenas), inúmeras noites na urgência/emergência de hospitais, prejuízos materiais imensos, mas ...
Quando ele estava com 5 anos, incontáveis idas a vários médicos depois, veio o diagnóstico: TDAH concomitante com autismo de grau leve.
Quatro incêndios depois, uma recente expulsão da escola (que exclui, nunca inclui), dívidas impagáveis, último grau de estresse, cá estou eu, vivendo um dia de cada vez.
Meus filhos têm agora 12 e 8 anos.
Meu primogênito é inteligente, responsável, estudioso, comprometido,lindo, louro e com olhos azuis como o céu de setembro. Ele sofre de anorexia e bulimia. Meu caçula é portador de TDAH e autismo. Sou funcionária pública e tenho o horário de trabalho bastante flexível, porém, trabalho aos sábados, domingos, feriados, de manhã, à tarde, à noite, de madrugada, tudo em sistema de escala. Ninguém que viva neste planeta precisa me mandar para o inferno, eu já estou nele.
Mas nunca, em momento algum, me arrependi de ter adotado os meus filhos, os amo de paixão, eles são o motivo da minha existência.
Pedras no caminho eu tenho muitas, meu futuro e o futuro dos meus filhos é incerto, mas uma hora eu chego lá.
Com todo o meu afeto e atenção me despeço de vocês agora.
 
Data: 13 dezembro 2012
Enviado por: Raquel Spinelli
Belo Horizonte
Por mais que tenha pedido apoio na escola e tentando ajudar meu filho a ler não conseguimos atingir essa meta, conheci uma fonaudiologa que está fazendo o tratamento com ele, a consulta com a neuro não consegui a tempo, agora estou partindo para a psicologa.
Hoje ao saber que ele não conseguiu chorou muito. Meu filho se chama Eduardo, e desde que chegou no Valparaíso na 1ª e 2ª série foi muito mal tratado e não teve apoio nem por parte da direção, orientadora e professora, infelizmente financeiramente não foi um ano bom pra mim, para que eu pudesse buscar um apoio nesta parte de entendimento educacional, meu filho que hoje tem 18 anos não teve o mesmo apoio e acabou desistindo de estudar...
Espero que com a Lei possamos ajudar crianças que não tem entendimento possam ter apoio e dedicação por parte deste que fazem da educação pedagogica com mais entusiasmos, vou prestar vestibular em pedagogia e vou trabalhar em prol desses que hoje são colocados de lado.
Meu desabafo esperando um dia melhor
 
Data: 13 dezembro 2012
Enviado por: Evágria Cristina de Souza
Valparaíso - GO
A minha luta acaba de começar......Moro em Lima, Peru..tenho dois filhos de 8 e 10 anos. Ja passei por ´varios psicólogos,psiquiatras....e ainda nao resolvi o problema do meu filho.
Dezembro de 2012, terminando o ano escolar..o colégio nos chama para avisar que seria melhor buscar outro colegio para o meu filho..porque alí a exigencia era muito grande e ele nao poderia acompanhar.....
o mundo caiu para mim...depois de terapias,e até medicaçao....nossa luta acaba ali...e já comecávamos outra em busca de um colegio que aceite nosso filho.....
cada médico tem um diagnóstico.....nao sei se estou no caminho certo..e nao sei a quem procurar......
aqui eu já perdi as esperanças..porque todos os colégios seguem a mesma linha de trabalho.........
Minha estória ainda nao tem um final feliz...mas uma esperança enorme que algum dia eu encontre a verdadeira ajuda que preciso
 
Data: 13 dezembro 2012
Enviado por: Claudia Becho
Lima- Peru
Olá, meu nome é Regina, sou de Florianópolis. Tenho um filho diagnosticado com TDH e Hiperatividade.
Deste pequeno, meu pequeno grande Leo foi inquieto, não parava em lugar nenhum. Gostava de chamar a atenção. Eu tinha que tirar tudo da mesinha da sala, pois ele mechia em tudo.
Desmontava brinquedos p saber o que tinha dentro, mas não montava novamente.Qdo foi p o jardim era um terror. Mas as tias adoravam ele.Mas, comecei a ser chamada na escola, fiz um monte de exames, e nda...Passou por muitas psicólogas, pois não fazia seus deveres na escola e bem pouco em casa.
Ele rodou na 5a. Série.
Levamos na neurologista, tendo o seu diagnóstico de TDAH, e começou a tratar o TDAH.
Começou amizade c outro menino parecido com ele. Foi convidado a se retirar da escola no 9a. ano.
Cheguei até a ir no juizado de menores. Mas em vão...
Como o colegio era particular eles podiam fazer o que bem entendesse. Entrei em parafuso muitas vezes, sem saber o que fazer.
Era sempre mandado a se retirar dos colégios. Recebia muitas reclamações e avertências.
AS escolas ainda não estão preparadas para atender estas crianças.
Hoje está com 20 anos. Fazendo supletivo, e muitas vezez desiste de estudar. Agora está com psiquiatra e Psicologa.
Meu marido acha que ele é malandro. Não entende. Agora ele começou a beber e fumar. Está um pouco complicado.
Mas eu confio muito nele. È muito esperto.
Agora estou fazendo Pedagogia p entender melhor o meu filho.
Sei que ele sofre muito com tudo isso. Sua auto estima está sempre muito baixa. Gostei de saber que temos um portal sobre o assunto. A luta é muito grande ainda, eles são tão "especiais" e tão incompreendidos.
Mas acho que este é o caminho. Quanto mais mães derem o seu depoimento, mais fácil será a compreensão de nossos gestores e políticos.
Obrigada pelo desabafo, mas, a luta continua...
 
Data: 13 dezembro 2012
Enviado por: Sônia Vieira
Florianópolis
meu nome é valdirene tenho 04 filhos mas tenho um de 12 anos que se chama Carlos Samuel.
minha gravidez foi de alto risco e quando ele nasceu desde bebe sempre foi uma criança agitada ,andou com 10 meses mas tinha dificuldade pra falar apesar de falar muito e muita dificuldade pra dormir.
eu sempre notei que tinha algo de errado com ele, meu marido dizia que era mau criação e que ele precisa de correção mais severa.
sofri muito e tudo isso abalava meu casamento.
ele começou ir pra escolinha com 2 anos pois comecei trabalhar pois eu não tinha mais nervos pra ficar com ele em casa e muitos diziam que quando ele crescesse mais ele melhoraria e eu ficava ansiosa para que chegasse logo o aniversario dele pra ver se ele melhorava .
so que nada.. ai na escolinha que era particular falava que ele era muito agitado e o que ele aprendia ele esquecia com facilidade por falta de atenção.
ai quando ele foi pra escola publica, ai que começou meu sofrimento junto com o dele pois tem muitos profissionais despreparados.
ele teve uma professora que beliscava ele e eu não quis processa-la. tirei ele da escola e coloquei em outra que me receberam de braços abertos, mas quando tava no segunda serie ele teve um ano que foi o pior de todos tinha professora que dizia que ele não tinha nada, humilhava ele dizia coisas que deixava ele com baixo estima.
ele teve que mudar de sala pois, ficou com trauma dela, foi muito difícil
enfim hoje ele ta ate bem na escola foi para o sexto ano mas eu não desisto do meu filho pois ninguém que ficar com ele
são excluídos por todos família mas ele faz tratamento além do tdah e le é hiperativo e tem transtorno bipolar eu digo nunca desistam...
bjs
 
Data: 13 dezembro 2012
Enviado por: valdirene pereira martins
samambaia
Sou Fonoaudióloga e "descobri" que sou TDAH durante o mestrado, apesar de sempre ter certeza de haver algo "errado"...
Tenho um filho de 21 anos que também é.
Ele, eu descobri aos 6 anos. Nós nunca tomamos medicamentos, mas ele fez psicoterapia e fonoterapia.
Era uma criança difícil. Os professores, mesmo com minhas instruções, não conseguiam lidar muito bem com ele e ele não tinha amigos pois era uma criança "chata". Muito inteligente, sempre, mas não sossegava um minuto! Até hoje! Porém, ambos aprendemos a nos "controlar".
Nossa atenção e impulsividade são nossos "calos". Mas hoje, ele está terminando a faculdade, nunca repetiu de ano, está empregado e todos gostam muito dele pois, apesar de agitado é muito educado.
Bem, essa é nossa história. Sempre que posso, passo para os pais das crianças TDAH que atendo pois ele precisam saber que isso é tratável e que não deve ser visto como uma doença incurável.
Seremos TDAH pra sempre, mas isso não nos impediu de sermos felizes e conseguirmos ter sucessos em nossas vidas!
 
Data: 13 dezembro 2012
Enviado por: Denise Alexandre da Silva Rocha
Rio de Janeiro
É com imensa tristeza que falo, que não encontrei nenhuma escola realmente preparada para receber meu filho que tem TDAH.
Em toda a sua vida escolar, sofri com suas dificuldades e ainda sofro, pois, no terceiro ano do ensino médio, ele não conseguiu vencer essa etapa.
O nosso apoio foi constante! Seria tão importante que as escolas tivessem uma preparação para receber crianças com TDAH.
Nós, mães, sofremos junto aos filhos, pois, nós também, não sabemos completamente como agir em todas as situações.
Gostaria que houvesse maior divulgação desse transtorno!
Bom dia a todos!
 
Data: 12 dezembro 2012
Enviado por: Míriam
É MUITO DIFICIL TER FILHO TDHA, POIS INFELIZMENTE O ENSINO DE HOJE NÃO TEM TEMPO A PERDER COM PESSOAS E/OU CRIANÇAS TDHA,OS PAIS SIMPLISMENTE FICAM PERDIDOS SEM SABER PRA ONDE IR BUSCAR AJUDA, É ASSIM QUE ME SINTO.
ESCOLA PÚBLICA TRATAM CRIANÇAS TDHA COMO DELINQUENTES, MAUS EDUCADOS, ENFIM O QUE FAZ COM QUE A CRIANÇA ACREDITE NISSO POR ISSO O MUNDO TA COMO TA, TUDO ESTARÁ PERDIDO PRA SEMPRE SE NÃO HOUVER CONSCIENTIZAÇÃO DE QUE ISSO É UMA DOENÇA NEUROBIOLÓGICA,É PRECISO MUITA FORÇA DE VONTADE DE PROFISSIONAIS DA AREA DA SAUDE E EDUCAÇÃO PARA QUE ESTES PORTADORES TENHAM UMA VIDA MENOS SOFRIDAS...
ESTE É MEU DESABAFO.
ESCOLA PUBLICA TEM QUE SE PREPARAR PRA ATENDER CRIANÇAS COM TODOS OS TIPOS DE DEFICIÊNCIAS, ISSO NÃO ACONTECE DE VERDADE, É TUDO HIPOCRISIA , DIZER QUE HÁ INCLUSÃO, QUANDO NA VERDADE NÃO HÁ.
ENTRE OS PAIS E A ESCOLA HÁ SEMPRE UM MURO ONDE NÃO TEMOS VISÃO DO QUE ACONTECE LA DENTRO....
 
Data: 12 dezembro 2012
Enviado por: ADRIANA
BOITUVA SP


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