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Terça, Agosto 22, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Trabalho como psicopedagoga numa clínica e tenho vários casos de crianças que não conseguem aprender a ler com 10 anos de idade. É impressionante. Depois que eles começam a fazer tratamento com a medicação correta e com o estímulo da profissional eles começam a ler.
 
Data: 12 dezembro 2012
Enviado por: Maria da Conceição Silva Santos
Recife
Eu tenho um filho com TDA ele não é hiperativo!!
Ele na realidade não sabe direito o que é TDA não se interessa por muita coisa.
Sofreu muito nos primeiros anos de escola até eu levar numa neuro e numa psicneurolista que me ajudou muito
Ele sofre ainda porque a deficiencia de aprendizagem e bastante,mas nunca rodou .
hoje faz curso de mecanico de avião e amanhã terei que ir lá pq o orientador pedagógico me chamou,
meu amor por meu filho é mto mairo que esse transtorno que descobri aos 9 anos
hj ele tem 19,não quis mais terapia e nem remédio,os médicos e eu respeitamos a vontade dele por hora.
O pior do TDA é que mta gente acha que isso é invenção,mas não é, é fato real,dolorido e as vezes humilhante!!
meu filho se Chama Jáder,moramos na cidade de alvorada na grande Porto Alegre
 
Data: 12 dezembro 2012
Enviado por: Márcia Marisa Coelho dos Santos
Ola Pessoal,
Tenho 27 anos e tenho um casal de filhos ,sendo que o de 11 anos ,o Manoel,foi diagnosticado desde 4 anos de idade como TDAH.
Quando ele entrou na creche logo em seguida me chamaram porq ele não parava quieto, não respeitava ordem e,batia nos colegas,porem tuda atividade pedagogica proposta pela professora ele se destaca na aprendizagem.Porem o tratamento parecia não surti efeito nenhum porque tambem dependia do SUS,e tudo era muito dificil.
A 3 anos comecei a trabalhar e imediatamente fiz um bom plano de saude e comecei o tratamento com Otorrino (pois descobri que ele naõ escutava direito),fiz cirurgia,Levei a fono,ao psiquiatra ,ao neurologista e em uma especialista em comportamento infantil que graças a Deus Passou a medicação pra ele e começamos esse tratamento ,que foi dificil mas ouve grande mudança no comportamento.
esse ano ele trocou de escola e foi muito dificil porque os professores,diretores e ninguem la tinha noção do que TDAH e TDO ,entao levei varias informaçoes para eles sobre o assunto ,mas varias vezes eles se sentiam impotentes diante da situação.
Graças a Deus ele passou de ano ,por ser muito inteligente ele tira boas notas na provas,porq ele não consegui se concentra para fazer trabalhos ou copiar do quadro ou trabalho em grupo
.E muito dificil ter um filho com TDAH e TDO por que as pessoas acabam tendo preconceito por não ter informação
.Esse ano ele vai estudar na mesma escola porem em turno diferente e ja estou pensando que vou ter que começar tudo de novo,mas vou conversar com o neuro dele pra ver quanto ele cobra pra da uma palestra para os professores deles.mas eu não desisto de lutar por le pois eu sinto na pele o quanto a vida e dura com quem tem esse diagnostico,mas com deus na frente tudo vai dar certo .
Obrigada por poder compartilhar um pouco da minha historia com vcs e se alguem sobre sobre alguma coisa que possa ser usada para trazer mais informação sobre TDAH por favor me avise.
beijos
 
Data: 12 dezembro 2012
Enviado por: reneyla cabral santos vieira
são mateus es
Em 1999 ganhei o melhor presente que uma mulher pode ganhar, nasceu meu filho, Marcos Vinícius.
Lindo, perfeito, muito inteligente todos o admirava pronunciava todas corretamente, conjugava os verbos perfeitamente desde as primeiras frases que falou.
Ele se irritava, meio ansioso, irritava-se facilmente os familiares ,sempre falava que tinha o gênio do pai.
Eu, não gostava desta afirmação mas achava que podia realmente ser isso. Marcos sempre foi meu orgulho! Mas, no primeiro ano escolar escolar já notei que tinha algo errado, ele se recusava fazer as lições.
Mudei ele de escola duas vezes para ver se isso mudava e nada. E a situação apenas piorava porque ele tinha muita dificuldade de socialização.
não interagia com ninguém, nem professor, nem colegas, e não fazia as tarefas. Em casa era a mesma coisa, não tinha que fizesse ele fazer as tarefas.Falei em levá-lo a um psicólogo mas, me esbarrei na ignorância do pai dele que aceitou dizendo que o Marcos não era doido.
Os professores diziam sempre a mesma coisa: ele é inteligente mas não faz nada na sala. Quando ele estava no 3º ano,eu me separei do pai dele, coloquei-o na escola que eu trabalhava. Lá a professora encaminhou-o para a equipe de apoio a aprendizagem,a equipe me indicou um psicólogo que fez alguns testes e constatou que suas habilidades eram muito acima da média.
Ele iniciou terapia, fazia psicodrama. Melhorou um pouco só no aspecto social, mas as vezes se irritava muito dentro da sala que deixava a professora assustada. Fisicamente nunca agrediu ninguém, mas não suportava barulho, multidão, esperar.
Brigava até com a televisão! Com a constatação das altas habilidades ele pode ser atendido por uma equipe especializada.Fazia o que lhe realmente interessava que era na área de eletrônica e robótica... a professora de lá reconhecia seu potencial mas via que ele não conseguia se concentrar, então me orientou a levá-lo a uma neurologista, e lá fui eu!
Com muito custo consegui realizar todos os exames, levei-o a uma neuropsicóloga. Bom,no final o diagnóstico: TDAH passou medicação, mais ,psicopedagogo, mais psicólogo... a medicação tirou sono, aumentou a ansiedade,a irritabilidade, e o que é pior não melhorou a concentração. Continuei dando o por um metilfenidato tempo porém, não via nenhum efeito positivo. Então, mudei de psicólogo, e ele agora já estava dando cada crise dentro da sala que me deixava muito preocupada, dizia que queria morrer, que ia pular de prédio para não ter que ir para a escola, batia a cabeça na parede da sala de aula com força... o psicólogo me orientou para levá-lo a um psiquiatra que disse que iria tentar com ele uma terapia com carbamazepina para ver se melhorava a ansiedade e as crises nervosas. Confesso que essas crises nervosas, até que melhoraram, mas continuava sem fazer nada na escola. Resolvi então, levá-lo a uma outra neurologista.
Contei a ela toda a história, e ela pediu uma gama de questionários e exames, inclusive uns que ele nunca havia feito. Providenciei o mais rápido possível tudo. Retornei nela e, mais uma vez o resultado: TDAH desta vez com ansiedade.
Fiquei pensando:"se esta mulher passar remédio para TDAH eu não vou dar para ele." Então ela me explicou que em alguns pacientes o não metilfenidato resolvia.Porém, um remédio novo no Brasil daria mais certo que é caro talvez por ser novo no mercado.
Já estávamos no Terceiro bimestre e o Marcos não tinha nota nenhuma, orei para que aquele remédio desse certo.
Já não sabia o que fazer se aquele remédio não desse certo, tinha feito todos os testes, ele não tinha dislexia, não tinha DPAC.
Na primeira semana ele já começou a escrever, sob minha orientação e a do psicólogo, começou a se organizar, fazer trabalhos e atividades de sala e de casa,a neurologista tinha me orientado a não contar do remédio para os professores sobre o remédio no primeiro mês, esperávamos que eles comentasse algumas mudanças dele.
Na primeira semana, vieram quatro professores falar que ele estava fazendo as atividades, se mostra mais interessado.
Ouvindo os relatos positivos do Marcos a equipe propôs aos professores fazer com ele uma recuperação paralela. E fizeram, ele saiu muito bem, no quarto bimestre tirou as melhores notas da sala. Passou de ano e foi muito elogiado pelos avanços graças a Deus.
Ainda preciso ajudá-lo a adquirir rotinas o que para ele ainda é um desafio. Mas, hoje ele tem a auto-estima mais elevada, está mais confiante e calmo. Eu sei que a minha insistência me ajudou a ajudar meu filho que tanto sofreu com esse problema que desencadeia muitos outros.
Fico pensando, como as crianças de baixa renda pode chegar a um diagnóstico destes, se para o meu filho que tem convenio médico foi tão difícil, e o que será destas crianças sem diagnostico e os tratamentos adequado?
Será que os nossos nobres parlamentares serão capazes de entender a importância disto?
Eu espero, de coração que sim!
 
Data: 11 dezembro 2012
Enviado por: Gisele Pedrosa
Samambaia DF
Boa noite !!Meu nome é Maria de lourdes tenho 45 anos ,tenho 03 filhos.
Acredito que minha estória são como de muitos que sofrem de TDAH,e como mais velha de 8 irmãos aprendi a esconde as minhas deficiências,sempre me achei um peixe fora da água e sofri muito por isso.
Quando meu filho caçula começou a ter dificuldade na escola e veio reclamação logo lembrei que eu era daquele jeito e que só consegui aprender quando uma professora anjo resolveu me ajudar e no intervalo das minhas aulas.. ela me fazia correr muito e depois me fazia decorar.
era assim que apreendíamos...
Então chamei o marido ,conversei com ele e disse que ele ia ser ajudado pois eu passei minha vida sofrendo por isso.
Fomos juntos procurar ajuda de uma psicopedagoga que depois de vários médicos e testes e exames e 4 meses depois veio o diagnóstico: seu filho é TDAH, e traz consigo a dislexia.
Eu disse meu Deus o que é isso?quando a psicopedagoga me explicou,eu comessei a chorar, e nem ela nem meu marido sabia o que estava se passando comigo.depois de chorar muito expliquei que eu não sabia o que era direita , esquerda e que sempre me achei muito burra e por isso não dizia a ninguém.
Estudei tudo que podia sobre os temas, lutei na escola do meu filho com uma equipe maravilhosa,Clecida a psicopedagoga,Dª juliana a fono, Dª Tasia a psicologa,e Dº Marcio o psiquiatra que depois de 4 anos conseguiu me convencer a dar remédio a meu filho.
meu filhochegou da escola ,me deu um beijo e disse esse remédio é show mainha, eu entedi tudo na sala de aula.
Hoje meu filho esta com 18 anos fez enem, vestibular tirou a carta de motorista e todos em casa nem reclama quando sem mais nem menos deixamos de fazer o que já abusamos ou de nossas atrapalhadas, de coisas que derrubamos ou que não entendemos, há que saber nós tenhamos certeza que apesar de sermos diferentes nossa família nos ama do jeito que somos e isso é o que precisamos.
um xero a todos.
 
Data: 11 dezembro 2012
Enviado por: maria de lourdes barros
natal/RN
Bom dia !!Meu nome é Maria Aparecida tenho 56 anos ,tenho 04 filhas e tenho 2 netos. Acredito que minha estória são como de muitos que sofrem de TDAH , mas meu único problema é que fui dignostica só agora recentemente.
Ja sofri muito por isso.
Sempre fui taxada como atrapalhada, esquecida, atrasada, e claro fui uma péssima aluna.
Estudei em colégio de freiras,onde todas as alunas eram todas excelentes alunas e eu claro com pésssimas notas e comportamento.
Aprontavaa muito...coisas de filme !!!Sempre me reprovando e para piorar meus pais se separaram na adolescencia e complicou ainda mais.
Nâo conseguia estudar ,não conseguia fazer nada. Como sempre tenho grandes dificuldades de concentração e uma grande inquietação.
Sempre me senti um peixe fora dàqua perante á todos ,sempre me senti claro inferiorizada .
Agora adulta fui diagnosticada com depressão e tratada com anti depressivos. Sou uma pessoa muito alto astral,sou muito ligada, e na verdade não depressiva.
E nunca me encontrei na verdade.Sou casada muito bem casada. Profissionalmente , e sempre faltando alguma coisa em tudo.
Hoje tenho uma filha com TDA com 16 anos ,já diagnosticada anos atrás com tratamento maravilhoso e acompanhamento na escola.
Com o diagnostico dela é que fui descobrir que sou uma TDHA, faço terapia e acompanhamento e hoje estou bem mais tranquila,enfrentando minhas dificuldades e não me achando um bicho de sete cabeças.. Sofri muito!!!
Estou feliz .....!!!!
Obrigada.
 
Data: 11 dezembro 2012
Enviado por: Maria Aparecida S. A. Bandini
Santana de Parnaiba
Olá, meu nome é Ana Carolina tenho 23 anos.
Fui diagnosticada com TDAH somente com 19 anos.
Sempre tirei notas baixas na escola, porém meus pais nunca foram exigentes comigo e nem com meus irmãos.
Um dos meus irmãos , o do meio, tem transtorno mental (bipolar) além de ter um atraso intelectual, com isso a atenção sempre foi muito voltada á ele, quando ele foi para 5º serie do ensino fundamental para um escola digamos "fraca" eu quiz acompanhá-lo pois, onde estudávamos era no meu ponto de vista muito difícil e cheio de regras, pois era Colegio de freira, meus pais sempre muito liberais cederam esse meu desejo e então me formei nesse tal Colegio "fraco" sem ao menos precisar estudar.
Na escola eu não parava quieta, vivia deixando minhas coisas caírem no chão, balançava as pernas, rabiscava a mesa e cadernos e conversava muito, era convidada a me retirar das aulas, nas provas minhas notas eram vermelhas, os professores não tinha, paciência comigo, levava muitas advertências, porém nunca repeti de ano pois sempre acabavam me dando nota e eu passava.
Quando acabei o Colegio decidi fazer meio ano de cursinho pois não fazia a mínima idéia que faculdade queria cursar, nada me interessava, tudo que iniciava ,desde academia, aulas de danças , cursos de idiomas eu largava no meio, eu nunca havia completado nada até o final e com o cursinho foi a mesma coisa, fiquei apenas 3 meses, sendo que nesses 3 meses fiz de tudo menos estudar e participar das aulas, eu freqüentava os bares, ficava na rua fumando, conversando e namorando.
Um dia vi uma propaganda de um curso de dois anos na Anhembi de eventos e sem ao menos ler sobre o que era decidi prestar vestibular e fazer essa faculdade, fiz um ano, peguei DP de todas as disciplinas e tranquei a faculdade e foi então que meus pais decidiram me colocar na terapia e então durante uma sessão ela me encaminhou para o psiquiatra que realizou alguns testes me encaminhou para psicopedagoga e então fui diagnosticada com TDAH.
Hoje em dia sou outra pessoa, quem me conhece nem tem idéia de como eu era antes e quem me conheceu naquela época se espanta de como estou hoje.
Estou tomando medicação para TDAH, faço terapia uma vez por semana!
No meio do ano que vem me formo em Terapia Ocupacional, eu amo o que faço, peguei apenas um DP no primeiro semestre , o resto das minhas notas variam de 7 á 9, os professores me elogiam, as minhas supervisoras de estagio dizem que sou esforçada e serei uma grande profissional.
Hoje me sinto capaz e sei que posso e consigo qualquer coisa, diferente de alguns anos atras que me achava burra sem capacidade nenhuma!
Um diagnostico precoce ajuda muito no tratamento da pessoa!
Se eu tivesse sido diagnosticada quando criança não teria sofrido tanto.
 
Data: 10 dezembro 2012
Enviado por: Ana Carolina de Mello Castanho Régula
São Paulo
DESCOBRI QUE MINHA FILHA ERA PORTADORA DO TDAH, ANALISANDO HISTÓRIAS DO MEU ATUAL MARIDO QUE ALÉM DA PATOLOGIA SE ASSOCIA A TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL . BOM.
TIVE UM RELACIONAMENTO DE 10 ANOS ENTRE NAMORO E CASAMETO COM O PAI DA MINHA FILHA
.MINHA MÃE SABIA DE RELATOS DO GENRO QUE NA ESCOLA, ELE NÃO SE CONCENTRAVA, SÓ IA PARA BRINCAR, NÃO GOSTAVA DE ESTUDAR, NÃO CONCENTRAVA.
SEMPRE ASSIM.
NOS SEPARAMOS QUANDO NOSSA FILHA CHEGARA AOS 5 MESES DE IDSADE. GRAVIDEZ CONTURBADA E NOS CASAMOS POR CONTA DA GRAVIDEZ. ELE CONSEGUIU FORMAR-SE EM DIREITO E SER ADVOGADO, MAS NÃO PASSA EM CONCURSOS. O ATUAL MARIDO, JÁ TINHA RELATO DE AVALIAÇÃO PSIQUIÁTRICA E PSICOLÓGICA IMPORTANTE, COM USO INCLUSIVE DE MEDICAÇÕES QUE O MESMO NÃO ACEITOU NA INFÂNCIA.
O PAI DESTE, O QUAL NÃO CONHECI, ERA AGRESSIVO, ALCOOLATRA E TABAGISTA INVETERADO, MULHERENGO E FALECEU POR CONTA DE INFARTO FULMINANTE AOS 75 ANOS. COISAS QUE SABEMOS DEPOIS DE ALGUNS ANOS DE CONVEVÊNCIA!AOSPOUCOS OBSERVEI QUE NÃO PARAVA QUIETO, TINHA RELATO DE USO INTERMITENTE DE DROGAS ILÍCITAS, COMO MACONHA DESDE A ADOLESCÊNCIA. TINHA CASADO PARA FUGIR DOS MAUS TRATOS DO PAI AOS 18 ANOS.
TAMBÉM MULHERENGO E MUITO SEDUTOR E ATENCIOSO DESDO O INÍCIO DA RELAÇÃO, MAS AOS POUCOS SE TORNOU AGRESSIVO, VIOLENTO, OPOSITOR.
COMECEI A ESTUDAR MUITO SOBRE O TDAH, INICIEI TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO PARA MINHA FILHA E PARA ELE. TERMINAMOS E VOLTAMOS MUITAS VEZES, ELE SEMPRE SE REDIMIA E SE HUMILHAVA DIZENDO PRECISAR DE MIM E ME AMAR.
TENHO PROFISSÃO DE DESTAQUE NA ÁREA DE SAÚDE E GANHO BEM. ELE É OPERÁRIO. SE APROXIMOU DE MIM COMO PACIENTE E ME SOLDARIZEI MUITO COM SEU RELATO DE VIDA. "ISCA PARA TUBARÕES".
AINDA TEMOS UMA RELAÇÃO DIFÍCIL.POIS ELE É INQUIETO E TEM CIÚME DA FELICIDADE QUE TENHO COM MINHA FILHA. LINDA, INTELIGENTE E EM TRATAMENTO CONTÍNUO DESDE A IDADE DE 06 ANOS, ALFABETIZAÇÃO.
fILHOS SÃO PRA SEMPRE...
 
Data: 10 dezembro 2012
Enviado por: ELIANA MARIA
Salvador
Eu Hoje quero expressar a minha tristeza pois eu sei que as vezes são cometida muita injustiças por profissionais, eu digo professores etc, por falta de informação de TDAH com alunos que são portadores desses transtorno, principalmente quem ñao tem recursos ñao tem condições para pagar fonodiologos, psicopedagogos , neuro ou psiquiatra.
A maioria das vezes essas crianças abandonam os estudos por ñ serem estimulados. pelo contrário querem se livrar dele pois dão muito trabalho, ñao deixam de ser um problema, eu vivi essa situação com a minha filha .
Informações sobre TDHA devem ser mais divulgadas na mídia, sites de relacionamentos, etc. para os pais dessas crianças!
obrigada!
Eu repito o que uma mãe escreveu:
"Informações sobre TDHA devem ser mais divulgadas na mídia, sites de relacionamentos, etc. para os pais dessas crianças!
obrigada!"
 
Data: 10 dezembro 2012
Enviado por: Adenil Cristina
Feira de Santana
Meu filho é um rapaz lindo, querido, afetivo, desenha muito bem, toca musicas no teclado de ouvido, sabe muitas coisas de informática!
Ele foi diagnosticado com TDHA com 9 anos, hoje tem 16 anos, fez testagem, fez acompanhamento com psicopedagoga, fez com psicóloga, com a ultima ele não quis continuar, e está quase reprovando no primeiro ano do ensino médio..
fico preocupada, porque já ouvi absurdos sobre seu comportamento, mas eu acredito nele e sei que vai além, mas por enquanto estou limitada, estou tentando colocá-lo em mais um atendimento psicológico, esqueci de dizer que já tomou medicação!Mas tenho certeza que estas crianças conseguem vencer os obstáculos, temos que ajuda-los sempre que pudermos!
Informações sobre TDHA devem ser mais divulgadas na mídia, sites de relacionamentos, etc. para os pais dessas crianças! obrigada!
 
Data: 09 dezembro 2012
Enviado por: carla
porto alegre


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