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Terça, Junho 27, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

"Oi!Sou pedagoga, cursando pós-graduação em Educação Inclusiva.
Meu filho foi diagnosticado TDAH com 7 anos de idade. já se passaram 2 anos de tratamento.
Ele sempre deu muito problema de "indisciplina na escola, desde a ed. infantil.Os professores dele nunca souberam me dizer qual era realmente o seu problema,só diziam que não obedecia,levantava o tempo todo,era muito bravo...
O problema só foi "solucionado" quando no ano passado fui professora dele e comecei a perceber o que estava acontecendo.
Um dia perguntei a ele:filho porque você faz isso? Ele me respondeu: mãe eu não sei, quando eu vi ja fiz.
Ele só se dava conta depois que já havia feito.Então procurei ajuda profissional(psicólogo,neurologista e psicopedagoga)ele toma medicamento com efeito de 4horas,o efeito do remédio foi percebido na primeira pilula que tomou.
Conseguiu ter mais atenção, se irritar menos...Ele apresentava muita dificuldade em matemática, só consegue ver, pensar com a situação concreta.
O meu maior medo é que ele se torne um delinquente...por ter muita dificuldade em obedecer regras.Sinto dificuldade em trabalhar seu problema no ambiente familiar(seu pai),não tem paciencia:grita, bate, quer que ele pense que nem ele(adulto),não explica as coisas, explosivo...gostaria de informações práticas de como a família pode ajudar uma criança com TDAH.
 
Data: 04 dezembro 2012
Enviado por: Elisiane Antunes Abadi
garruchos
Estou em tratamento com remédio e terapia. Fui a aluna complicada que deixava os professores desesperados e meus pais participantes assíduos da escola.
Sem saber o que havia comigo ninguém me controlava porque eu estava no controle.
Achando tudo na minha vida muito chato tomei uma decisão: estudaria por conta própria sobre o que deveria saber na escola e na convivência social por conta própria, porque o que me falavam na escola era incompreensível.
Era impossível ficar sentada e calada por tanto tempo ouvindo incoerências científicas.
Assim fiz duas faculdades, pós em planejamento educacional, mestrado em educação e sou professora de séries iniciais do ensino básico há 25 anos.
Na escola encontrei muitos como eu e tomei a decisão de fazer por eles o que não haviam feito por mim.
Conheci a dor e a delícia de conviver com quem nunca me achou normal como professora e aluna.
Descobri formas alternativas (como escrever aos poucos no quadro ou colorir parágrafos para que meus outros "eus" conseguissem copiar sem pular linhas.
Tudo faço primeiro no concreto, depois no caderno ou no computador.
Conheço meus alunos sem distinção o melhor que posso e parto de seus desejos para produzir formas curtas e rápidas do conteúdo mínimo obrigatório.
Entre cada um dos estudos um bom alongamento, uma troca de lugar com um colega ou beber um pouco de água evita o tédio.
Ensino a separar enunciados de problemas de matemática e de provas misteriosas por partes antes de responder.
Os que não seguram a hiperatividade podem, a meu pedido buscar algo escondido por mim em algum local da escola no menor tempo possível antes de iniciar a atividade.
Por isso e muito mais não sou bem vista na maior parte das escolas da rede municipal.
Sou vista como louca e exigente. Mas... meus alunos aprendem.
Sou reconhecida como boa professora, mas que não admito muitas falhas no horário, na escola só falo de trabalho e minha impulsividade é vista como um perigo a ser evitado.
Muitas vezes sou comparada com meus alunos.
Aliás, colocam os alunos que acham parecidos comigo na minha sala porque só eu resolvo.
Minha filha estuda na mesma escola em que trabalho e foi diagnosticada agora aos 10 anos.
Sofri por ela ter que passar por isso tudo, mas agora conversamos sobre nossa diferença e ela vem se saindo melhor em tudo.
A escola dizia que ela me imitava, mas depois que consegui instrumentalizar a escola a respeito do TDAH com o matéria que copiei do site da associação tenho encontrado muitos pares entre pais e professores.
Uma faculdade de medicina local está fazendo um estudo sobre TDAH em crianças da escola e vai conversar melhor com os professores.
Mais um passo foi dado para deixarmos de ser boicotados no ensino e na vida.
Ano que vem não estarei mais nessa escola como professora, mas minha filha continuará aluna e eu representante de pais no Conselho de Escola. Não quero faze-la adaptar-se novamente em outra escola.
Eles lá já vão ter muito trabalho para acostumarem-se comigo.
 
Data: 04 dezembro 2012
Enviado por: Rita Alves
Vitória ES
TDAH - o preconceito, a intolerância e a inabilidade com que o assunto é tratado.
É triste ver uma criança, ou um adulto, sofrer com o preconceito, sofrer com a exclusão. Exclusão essa motivada pela intolerância, pela falta de preparo, falta de vontade, pela ganância e, possivelmente, até pela incompetência.
Imagino que os estimados amigos concordem que tal descalabro torna-se ainda mais doloroso quando acomete um ente querido – digamos: um filho –, não é verdade?! Antes que pensem ou digam algo, tenho plena consciência, e concordo, de que todos devem ser tratados da mesma maneira, ter o mesmo respeito e dignidade.
Então, baseando-se no tema acima elencado, peço às valorosas pessoas que lerem esta, se puderem e/ou quiserem, que deem uma opinião, sugestão ou, como dizem, uma “luz”!
Vamos lá: o que fazer quando um filho que é muito amado e criado com carinho e respeito, sendo orientado, constantemente, que um caminho honrado e humilde é o mais adequado a se trilhar, que a decência deve ser sempre praticada e que as diferenças devem ser respeitadas e que a liberdade, igualdade e a fraternidade não podem ser apenas conceitos utópicos, é acometido pelo preconceito que eu e minha amada Rosana tanto repudiamos? O que fazer quando um filho que é muito inteligente (como todas as crianças são!), muito criativo, amoroso e ingênuo é acometido por uma exclusão incoerente oriunda de um Centro Educacional que é quase centenário em nossa estimada Mogi das Cruzes? O que fazer quando um filho que tem TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é convidado a procurar outra escola, pois, a atual, que se diz filantrópica (e é particular), alega NÃO SER CAPACITADA a lidar com uma criança hiperativa?! O que fazer quando uma escola, que diz fazer ações sociais, exclui uma criança que precisa de uma orientação mais específica, em consequência do TDAH, e essa instituição afirma que não pode atender essa demanda, em detrimento das outras crianças, e que por esse motivo (não saber lidar com o transtorno) tal garoto acaba atrapalhando (?!) as aulas e, portanto, é adequado que ele procure outra escola?
Uma criança ávida por conhecimento, curiosa e criativa é “convidada” a retirar-se de um Instituto Educacional por que não consegue se encaixar nos padrões tradicionais, e conservadores, desse Instituto (lembram-se do TDAH?). Mas, espere um pouco, não é OBRIGAÇÃO da escola, e dos docentes, buscarem meios para mediar à informação ao educando, buscar métodos mais adequados à troca de saberes no processo de ensino-aprendizagem, de uma maneira onde TODOS os envolvidos possam aprender e apreender, evoluindo continuamente? E cito a “obrigação” não por causa de determinada lei e/ou estatuto, mas por que estamos falando de crianças, conquanto, ao que parece, as crianças são um mero detalhe, já que o que importa para a grande maioria da escolas, e de outras empresas, é o rendimento e lucro... Mesmo àquelas que são filantrópicas, afinal de contas, o importante é expandir e angariar fundos para crescer mais e aumentar o rebanho... Agora, adaptarem-se as diferenças é um mero detalhe... O que é apenas um entre centenas de alunos, ainda mais que esse aluno pode prejudicar a “captação de recursos” para a Empresa Educacional? E como não existe, ainda, uma lei que obrigue e/ou oriente a adequação das escolas ao TDAH e a Dislexia, é só substituir essa criança, ou melhor, essa fonte de recursos por outra e resolver a questão. E procurar ajuda na Delegacia de Ensino da cidade também não ajuda. Nós fomos até aquele órgão estadual, protocolamos um pedido de orientação e intervenção e a resposta oficial foi que “seria melhor procurarmos outro estabelecimento, já que a atual não poderia atender as necessidades da criança”, e como é uma instituição particular, eles não poderiam interferir no contrato ora assinado entre as partes... Ou seja, o bem estar da criança pouco importa.
É, infelizmente, ainda são pouquíssimas as escolas, as empresas e as pessoas em geral, que realmente procuram entender o TDAH, a Dislexia, a Disgrafia, a Discalculia, entre outros transtornos, desses pequenos gênios que, conquanto sejam de uma inteligência e criatividade notáveis, sofrem muito nos centros educacionais justamente por precisarem de um auxílio, de uma ajuda, mais específica, mais adequada às suas realidades. O que essas crianças precisam é ter alguém que lhes oriente o caminho correto a seguir, adequando-se à realidade deles e ajudando-os a adequarem-se a realidade daqueles que não tem o TDAH.
E garanto a vocês, meus amigos, essas crianças, por não terem esse atendimento adequado, sofrem... Muito... Não é fácil ser taxado de bagunceiro (a), arruaceiro (a), preguiçoso (a), irresponsável, inútil, burro, e por aí vai... E vocês podem ter certeza, elas – as crianças portadoras de TDAH e demais transtornos – recebem todos esses “adjetivos”. Já escutei isso sobre meu amado filho. De alguns professores, até... Mesmo explicando a situação dele, mostrando laudos médicos e psicológicos, procurando orientar e tentar ajudar, só que nada adiantou e, ao que indica, adiantará. E se vocês lerem alguns relatos de outras famílias em sites especializados, como o sítio da ABDA – Associação Brasileira de Déficit de Atenção, ou de redes sociais, como o Facebook, tal situação acontece constantemente. Um enorme descalabro...
Para se ter uma breve idéia, meu valoroso garoto leva bronca das professoras, às vezes aos gritos, até quando ele não está no meio da balburdia de sua sala de aula. E não foi dele que descobrimos isso, foi de seus colegas após uma conversa “em off”, sem que ele estivesse presente. Ou seja, tem bagunça na classe, a culpa é do hiperativo, ele estando, ou não, no meio!
Agora me digam: como fica a cabeça dessa (ou dessas) criança? Viver com o estigma de ser incompetente, de que não conseguirá algo na vida (é, ele já escutou isso de uma professora...), de que só atrapalha e, ainda, que não “serve” para aquele INSTITUTO Educacional? De que ele fora “convidado” a procurar outra escola por que aquela não sabe “lidar” com ele? Acredito, até, que o nome disso seja bulling...
Meus nobres amigos, não é fácil acordar no meio da noite com um filho, literalmente, chorando por que ele se acha inferior ao seu grupo, por ser injustiçado diante dos colegas, por ser ignorado em sala de aula por pessoas que se dizem profissionais da educação, por se sentir excluído, por não conseguir se encaixar nos padrões estabelecidos por nossa sociedade egoísta. E algumas pessoas ainda falam que o estão ajudando!!! Só se for ajudar a levá-lo à depressão. E estão conseguindo...
Confesso que considerava a Escola em questão muito interessante, com bons princípios e uma mensalidade justa. Porém, dadas as circunstâncias, parece que eles mesmos não seguem tais princípios quando não lhes interessa... Eu tinha a esperança de que poderíamos aliar a tradição com a evolução, algo perfeitamente possível, seguindo em um “meio termo” adequado a todos, e juntos avançarmos no processo de ensino-aprendizagem não somente de meu filho, mas daqueles que precisam dessa adequação no método ensinamento. Pura utopia...
Enfim, meus nobres e valorosos amigos e amigas, dadas as circunstâncias, estamos visitando algumas escolas em nossa querida Mogi das Cruzes. Daquelas que visitamos, a princípio, uma ou duas mostraram preocupar-se com essa realidade – TDAH, Dislexia, Discalculia – e querem atender a necessidade de todos os envolvidos, sem prejudicar alguém, buscando o constante aprendizado e aperfeiçoamento. Que assim seja! Realmente, essas crianças precisam disso. O Estado, infelizmente e vergonhosamente, ainda não é uma opção. Já tivemos uma experiência extremamente desagradável em uma escola Estadual... E a escola mais cara também não significa que seja a melhor, pelo menos nesse aspecto. Portanto, estamos avaliando e ponderando tudo, inclusive uma mensalidade que “caiba no bolso”, e tenho certeza que o Grande, o Supremo Criador nos orientará e iluminará nossa caminhada àquilo que será melhor ao meu querido Thiago, ao meu querido Victor, a minha honrada e amada família, a todos!
Tenho ciência e consciência de que sou ninguém dentro de nossa comunidade, muito menos da sociedade e o que eu fizer surtirá efeito mínimo, ou até nulo. É possível que alguns de vocês, meus estimados amigos, nem consigam prender-se a esse “textinho” devido à correria diária, e necessária, que enfrentamos. Não tem problema! Se o que posso fazer é enviar-lhes algumas palavras e lhes pedir que reflitam, e se alguns puderem fazer isso, está ótimo.
É aquela história da gotinha no oceano...

Muito obrigado.
Alexandre Amorim de Sousa.
 
Data: 03 dezembro 2012
Enviado por: Alexandre Amorim de Sousa
Mogi das Cruzes
quando pequeno ele era muito nervosso, eu ja sofria cm meu filho na escola.ele apanhava muito dos colegas.os professores por sua vez, dizian que ele era muito queto,não sabia fazer amizade eu achava q era normal. ele coversava dimais dispersáva-se cm tudo fora as brigas constantes em sala de aula.eu ja não aguentava mais ver o sofrimento do meu filho,<br />
.comecei atrocar de escola e procurei ajuda médica.foi então q comecei a descobrir de fato o que estava acontecendo.ele ja estava cm 7 anos.pasei pelo neuro,descobrir que o meu filhinho tinha tdah déficit de atenção .ele ja estar cm 11 anos de idade, iniciamos o tratamento ah 11 meses atraz cm psicopedagoga, to,e ja fui encaminhada para um psicólogo.eu ja não sei mais o q fazer.as vezes acho que eu me perdir lá atras e não estou sabendo voltar para ajudar melhor o meu amor, ele estoura cm qualquer coisa se enrrita cm fasilidade e ao mesmo tempo uma criança tão carinhosa e doce.o que mais me doeu esta semana foi ele falar mãe,o professor esplica tudo e eu não entendo nada vou reprovar de novo,no sexto ano ele reprovou, ou seja no ano passado. eu chorei.espliquei a todos na escola a sua cituasão.mas parece não entenderem o que é tdah.ele não tem amigos, encontro um dispeito da parte dos professores tem dificuldade em se relacionar, enfim isso e mais um pouco mais....obg. foi maravilhoso me desabafar, sinto que vc me ouviu. hoje eu estou muito tensa.muito obrigado ,bjs...
 
Data: 02 dezembro 2012
Enviado por: rosineide rodrigues
são luis (ma)
Olá pessoal,sou mãe de um jovem, hoje com 23 anos que sofre TDAH e só foi diagnosticado,quando foi reprovado no primeiro ano do ensino médio.
Sou professora, o que me ajudou e até hoje recorro para socorrer meu filho. Sofro muito, pois até hoje não consegui um tratamento ideal e satisfatório pra ele.
Faz 12 anos que eu sofro Fibromialgia,uma doença terrivel, que tb me impede de lutar e ajudá-lo, sou separada há 18 anos e o pai dele nunca foi presente e consciente do problema do filho.
Aliás, as vezes que pedi ajuda a ele, foi só para aumentar a minha dor e raiva, pois ele diz que eu é que ponho as coisas na cabeça.Resumindo:estou lutando sozinha com meu filho há 18 anos.Só ontem descobri através do Facebook,este importante órgão de ajuda a ABDA.
Agradeço a Deus e peço que Ele nos ajude a divulgar mais e nos unir contra toda forma de preconceito.
Gostaria de saber tb, se aqui na minha cidade Ribeirão Preto existe algum grupo voltado para ajudar os portadores de TDAH.
Um grande abraço a todos e muito obrigada pelo espaço.
Fiquem com Deus!!!
 
Data: 02 dezembro 2012
Enviado por: Maria Apárecida
Ribeirão Preto
Meu nome é vera e desde os 11 anos de idade, do meu neto,nós da família, vimos lutando com esse transtorno na vida de meu neto. Tudo começou a partir da quinta série, 6º ano, muitas dificuldades no aprendizado, para passar de ano é prova de recuperação até a final.
Atualmente estamos tratando-o com uma neura-psiquiatrica, através de medicamentos e acompanhamento psicopedagogo.
O tratamento fica muto caro, mas estamos juntos, eu e nossa família para que meu neto tenha um desenvolvimento melhor na escola, esse ano de 2012 foi muito difícil; porque só conseguimos essa médica no meado do ano, porém já começamos a ver melhoras.
Estou com muita fé que ele conseguirá vencer todas dificuldades e dar continuidades a seus estudos.
O importante é não desanimar-mos para que ele se sinta fortalecido e saber que no futuro nada irá impedi-lo de ser um vitorioso.
 
Data: 01 dezembro 2012
Enviado por: Vera lucia Andrade da Silva
Rio de janeiro
Há sete anos adotamos um filho, meu filho de alma, que amo incondicionalmente..que veio nos trazer alegria.. é um menino que tem uma luz especial, só acrescentou em nossas vidas.Veio para nossa casa assim que recebeu alta hospitalar.
Já era mãe de 03 filhos adultos e cada um com sua personalidade,na infância eram levados como qualquer criança..mas sempre achei o nosso filho inquieto demais, pensei que fosse da natureza dele.
Começou frequentar a escolinha, quando ele tinha 05 anos fui chamada na escola, me entregaram um relatório, tenho certeza que toda mãe que tem um filho com TDAH sabe o que continha
Foram realizados testes com psicopedago,neurologista,fono,psicólogo, enfim, fizemos tudo dentro da área médica para termos o suporte necessário e a certeza do diagnóstico.
Me atualizei, li livros, acompanho o site da ABDA. Hoje ele está com 07 anos e faz uso de medicação, mas a escola não da suporte nem capacita os profissionais para lidar com crianças com esses transtornos, além de debatermos também com a discriminação.
Quero que meu filho tenha condições de se tornar um adulto feliz e realizado dentro das suas limitações. Só sentimos a dor do outro, quando nos colocamos no lugar dele. Tenho Fé e esperança que vamos vencer.
 
Data: 01 dezembro 2012
Enviado por: KATIA
Goiania - Go
http://www.tdah.org.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=225%3Alegisla%C3%A7%C3%A3o&Itemid=136&lang=br
Tenho um filho TDHA que hoje está com 11 anos.
Não é fácil nossa trajetória no que diz respeito as instituições escolares.
Devido ao seu comportamento agitado e impulsivo, o que é inerente ao transtorno,sofre muitas rejeições por parte de colegas e também da instituição:professores e diretores que, ao perceberem que não estão preparados para lidar com a questão,resaltam cada vez mais as inadequações da criança.
Acredito que se o transtorno fosse reconhecido mais pelo fato do comprometimento de algumas áreas do cérebro, ajudaria muito a amenizar o sentimento de abandono e exclusão que sofre um TDAH
.O comportamento de um suejto TDAH não é intencional, portanto não merece punição. Necessita sim de apoio, acolhimento, carinho e atenção.
 
Data: 01 dezembro 2012
Enviado por: neide de freitas cunha
divinopolis-mg
oi sou mãe de um menino de 11 anos portador de TDAH,confesso que no inicio foi um pouco difícil de descobrir que ele era portador de TDAH,como toda mãe achava que aquela agitação toda era normal,afinal toda criança gosta muito de brincar e eu achava que aquela agitação toda não passava de brincadeiras.As coisas só começaram a mudar quando o meu filho começou a frequentar a escola,no inicio foi muito dificil todo dia tinha reclamação da professora,batia,chamava atenção,colocava de castigo mas no dia seguinte era mais uma reclamação,foi quando uma pessoa da minha igreja me chamou a atenção e pediu para que eu levasse ele a um médico.Depois de algum tempo ele sofreu uma convulsão e foi diagnosticado com EPILEPSIA fiz tratamento nele no HOSPITAL MARTAGÃO GESTEIRA (UFRJ FUNDÃO)..........hoje após 4 anos ele já está curado da EPILEPSIA e só vai lá para tratar o TDAH e vem apresentando uma grande melhora na escola,chegando a atingir notas muito boas coisa que no passado era muito dificil,o uso do medicamento ajuda muito,no proximo ano ele ira fazer um esporte e um curso para ajudar mais ainda na coordenação motora...........me sinto feliz pelo meu filho............Deus quando nos dá filhos assim Ele sabe que somos capazes de ajuda-los a se tornarem pessoas felizes.
 
Data: 01 dezembro 2012
Enviado por: cirlene dos santos
rio de janeiro
oi sou mãe de um menino de 11 anos portador de TDAH,confesso que no inicio foi um pouco difícil de descobrir que ele era portador de TDAH,como toda mãe achava que aquela agitação toda era normal,afinal toda criança gosta muito de brincar e eu achava que aquela agitação toda não passava de brincadeiras.
As coisas só começaram a mudar quando o meu filho começou a frequentar a escola,no inicio foi muito dificil todo dia tinha reclamação da professora,batia,chamava atenção,colocava de castigo mas no dia seguinte era mais uma reclamação,foi quando uma pessoa da minha igreja me chamou a atenção e pediu para que eu levasse ele a um médico.
Depois de algum tempo ele sofreu uma convulsão e foi diagnosticado com EPILEPSIA fiz tratamento nele no HOSPITAL MARTAGÃO GESTEIRA (UFRJ FUNDÃO)..........hoje após 4 anos ele já está curado da EPILEPSIA e só vai lá para tratar o TDAH e vem apresentando uma grande melhora na escola,chegando a atingir notas muito boas coisa que no passado era muito dificil,o uso do medicamento ajuda muito,no proximo ano ele ira fazer um esporte e um curso para ajudar mais ainda na coordenação motora..........
.me sinto feliz pelo meu filho...........
.Deus quando nos dá filhos assim Ele sabe que somos capazes de ajuda-los a se tornarem pessoas felizes.
 
Data: 01 dezembro 2012
Enviado por: cirlene dos santos
rio de janeiro


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