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Sábado, Abril 29, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

olá pessoal escrevo algumas linhas do que vejo como profissional em fonoaudiologia, sinto-me muito triste quando atendendo muitas crianças e adolescentes com o transtorno, os garotos são de familias humildes e sem condições finaceiras suficientes para manter o acompanhamento, veja só como anda nosso país nas mãos de pessoas que se quer abre um espaço para estas crianças , é preciso que se faça jus aos impostos pagos.
alo deputados olhem pra essas pessoas que é muito duro para a familia.
 
Data: 30 novembro 2012
Enviado por: cosme sandro de jesus
santo antonio de jesus
Oi, meu nome é Luciana, sou Professora desde 1994, tenho um filho que hoje está com 10 anos. Meu primeiro contato com o TDAH foi num ônibus onde uma professora lia um livro a respeito e eu perguntei o que era, me interessei pelo assunto sem pensar que alguns anos depois eu viveria isso tão intensamente.
Meu filho aos 5 anos de idade começou a demonstrar sintomas fortes do TDAH, apesar de ser muito inteligente aprendendo a ler ainda nessa idade, sua agitação e falta de atenção começaram a me incomodar.
Mesmo contra a família e até mesmo a pediatra dele eu o levei a uma neuro psiquiatra infantil que atendia pelo sus aqui na cidade. Ela o diagnosticou com TDAH de forma intensa.
Até esse ponto ele já tinha passado de escola 3 vezes e estava prestes a trocar novamente. Esse ano foi muito difícil, pois eu lutava sozinha, ´so com Deus ao meu lado, para ter o direito do meu filho de tratamento garantido.
Ninguém acreditava que ele tivesse alguma coisa pois sempre foi muito inteligente. Mas quando saia dizim que eu não dava limites, que ele não tinha educação, etc.
A escola que ele fez o 1º ano não soube trabalhar com ele, e o discriminava todo o tempo.
Troquei de escola novamente, nessa sim ele fez desde o 2ºano até agora o 5º ano, estou triste pois a escola não tem mais a série que ele precisa e vai ter que trocar de novo. Mesmo nessa escola que o acolheu, tivemos muitos problemas, pois ele teve que trocar de médico e o outro passou remédio fraco para ele e disse que ele não fazia atividade porque não queria, ele ficava agressivo com a professora e colegas por não conseguir acompanhar a turma.
Mas hoje ele está bem melhor entende que precisa do remédio, faz terapia regularmente, e apesar de algumas vezes ainda ser muito difícil suportar algumas situações como a impulsividade a falta de atenção e até mesmo um pouco de agressividade ainda, creio que estamos no caminho certo, pedindo muita força a Deus que tem sido meu terapeuta todos esses anos, vamos seguindo com paciência, e muito mas muito amor e orgulho de ter um filho tão inteligente e especial.
Ele hoje está terminando o quinto ano e acreditem, sem uma nota vermelha esse ano, porém praticamente sem nada escrito no caderno também. Amo demais meu filho mas nunca deixei que esse problema tirasse dele as responsabilidades necessárias.
Digo as mães que estejam começando nessa luta:Não desistam, sei que muitas vezes da vontade de largar tudo e sumir, mas quando vejo meu filho na frente do palco da escola fazendo uma apresentação e interagindo com outras crianças,minha fé se renova e creio que ele terá um futuro brilhante pela frente,mesmo que as circunstância agora digam o contrário.
Tenho fé, primeiro em Deus e depois nos seus filhos.
 
Data: 30 novembro 2012
Enviado por: Luciana Berty Nunes Sinflório
Campos dos Goytacazes
To com vontade comer um chokito mastigado de tanta raiva, me sinto um lixo quando abusam do fato de eu querer ter um amigo. Simplesmente me iludem, me negam e fingem que está tudo bem. Preciso engolir isso? Que m...Esse mundo precisa mesmo acabar. talvez uma nova raça fosse mais decente e compreensiva, podendo carregar o status de ser humano porque meu gato para falar a verdade é mais humano que muitas pessoas. <br /><br />
 
Data: 30 novembro 2012
Enviado por: lauro
Ola boa noite meu nome é Ciro, eu e minha esposa procuramos a Dra Valéria e Dra Luciana para sabermos se nossa filha era portadora de TDA, eu não fazia ideia do que era TDA/H, que descoberta maravilhosa,
comecei a observar as pessoas e as amiguinhas de minha filha e cheguei a conclusão (apenas minha) que todos somos portadores, uns mais outros menos, e o mais interessante é que eu tive certeza que se minha filha é vamos supor assim: nível 3 de 0 à 10, eu sou nível 7.
E para quem não sabia nem o que era TDA/H, isso para mim foi como eu já tinha dito anteriormente uma descoberta maravilhosa. Tudo isso aconteceu com uma simples consulta com essas excelentes Profissionais. Agradeço por ter tido o prazer de conhecer a Dra Valéria e a Dra Luciana. Abraços
 
Data: 29 novembro 2012
Enviado por: Ciro
Juiz de Fora
Bom Dia
Meu nome é Celeste e tenho um filho de 13 anos que até agora não foi diagnosticado, passei por vários psiquiatras,psicologas ,pedagogas e cada um dizia uma coisa ele faz uso de atidepressivo há 4 anos por que tem TOC mas até aí nenhuma novidade.
Sofre de escola em escola dede os 9 anos ,não consegue se concentrar,não faz as tarefas e trabalhos escolares e neste ano quase não foi a escola então eu como mãe estava desesperada e procurei o psiquiatra que trata dele e ele me disse seu filho não tem nada é só voce colocar ele no carro e levar na marra e se for preciso dar umas palmadas que tudo se resolve.
Mas eu não aceitei esta resposta e fui procurar ajuda da psicologa que me orientou a procurar um neurologista ,então ele me disse vamos continuar com esta medicação que agora já está terminando as aulas e no inicio de janeiro entramos com uma medicação para transtorno de atenção que achoi que vai resolver o problema dele.
Então fiquei mais aliviada pq alguém me ouviu, agora ele está fazendo as provas finais e apesar de não frequentar muito a escola está indo bem.
Espero que no próximo ano as coisas sejam melhores e ele possa ir para a escola e ser feliz pq todos estamos sofrendo muito com esta situação
.Se alguém puder me mandar algum material ou esclarecimentos sobre isto também ficarei grata.
Este depoimento foi mais um desabafo pois pelo que li muitos sofrem com este problema e ningém ajuda ou colabora e está na hora de um ajudar o outro para que menos pessoas sofram.
Obrigada Fiquem com Deus. Celeste
 
Data: 29 novembro 2012
Enviado por: Celeste Bornancin
Palmeira Paraná
Boa noite sou mãe de um lindo menino de 8 anos,que aapresenta o quadro de TDAH, e faço acompanhamento a 2 anos,e confesso q as vezes me sinto fraca,incapaz de ajudá-lo,principalmente por ser uma Pedagoga e professora.
Esta condição muita das vezes me faz sentir mutilada, é como se eu não soubesse nada, mas são momentos de fraqueza, confesso,preciso desabafar.
Mas quero dizer tb q luto por meu filho,ele estuda,é um excelente aluno e não é papo de mãe,lê muito bem, adora matemática,e estou sempre lendo e buscando conhecimento para ajudá-lo, e mais procuro os professores e apoio,oriento,informo,enfim é uma luta, mas vale a pena ele merece, eu o amo muito.
 
Data: 28 novembro 2012
Enviado por: Olinda S Brexó
Fervedouro
Olá,meu nome e Dulce tenho um filho de 15 anos portador de TDAH.tivemos o diagnostico dele aos 7 anos de idade,fui chamada na escola pela cordenadora ela me disse que ele era um menino comprotado,mas não prestava atenção nas aulas ficava disperso com tudo.
fizemos uma avaliação psicologica e neurologica quando ficou confirmado o TDAH. Comesamos o tratamento.AOS 11 anos foi encaminhado a ABD ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DYSLEXIA outro diagnostico ele tambem e dyslexico.
tudo tornou mais dificil a escola onde estudava,não estava preparada,no 8º ano foi reprovado tudo parecia perdido meu sofrimento não tinha tamanho.
Com toda a documentação e laudos ainda não conseguimos o atendimento adequado pra ele na escola.A cada inicio das aulas fico pensando como vai ser esse ano ,sofro e ele tambem sofre eu as vezes acho que não vou dar conta,pesso muito a Deus força e saude para ajudar meu filho.
Esse ano ele vai para o 1º ano seu sonho e fazer medicina se depender de mim faço o possivel e impossivel por ele e um menino de ouro.
obrigada e um abraço a todos.....
ENVIADO POR :Dulce Rodriguies Costa Soares UBA
 
Data: 28 novembro 2012
Enviado por: Dulce Rodrigues Costa Soares
Uba mg
Eu sou um garoto de 16 anos e tenho TDAH. Minha mãe é psicóloga, então desde cedo sempre fiz terapia para tentar tratar a minha condição.
Mas mesmo assim, durante a minha infância, quanto entrei na escola e ainda não podia tomar doses maiores da medicação, eu fugia da sala de aula e não conseguia parar quieto para fazer as lições que a professora passava. Apesar de ter sido o primeiro da minha turma a aprender a ler e a escrever,minhas professoras falavam que eu não teria muito futuro.
Hoje, com a ajuda da minha família, da minha psicóloga, e das aulas de Teatro, Judô e Desenho, sou o primeiro aluno da minha turma e pretendo entrar no curso de Medicina (ou Arquitetura... Não sei ainda) da UFRJ.
Isso para mostrar que, mesmo com TDAH, qualquer um pode ter sucesso na vida, contanto que tenha apoio da família, apoio médico, e que saiba desenvolver seu cérebro bem.
 
Data: 28 novembro 2012
Enviado por: Rafael Bichels de Oliveira
Rio de Janeiro
https://www.facebook.com/photo.php?v=521112354575388&set=p.521112354575388&type=3
Olá pessoal, vim deixar meu depoimento, e de como sofri no ensino fundamental e médio, eu era a menina que sempre ia pra coordenação, era chamada de "burra" porque não conseguia responder as perguntas das professoras, e como eu ia pelos impulsos me chamavam de "louca, não bate bem da cabeça, precisa ficar no hospício" e etc.
Tinha dificuldade em manter a atenção nos estudos, e esquecia de fazer as tarefas da casa, ou fazia pela metade porque tinha que fazer outra coisa (que pra mim era mais importante hehe).
Eu não tinha amigos, a única que tinha se mudou, fiquei sozinha, ninguém queria falar comigo, porque entendia metade das coisas que as pessoas falavam, os professores me achavam relaxada, e eu ia mal nas notas, mas sempre me conformava porque era o meu jeito, e pelo menos eu passava de tanto que eu era obrigada a estudar.
Hoje eu tenho 23 anos, eu estou na faculdade de serviço social, eu faço que posso pra passar nas matérias, faço o meu máximo pra fazer os trabalhos, eu me obrigo a fazer sozinha, porque na minha sala ninguém quer fazer mais comigo os trabalhos e seminários, só uma ou outra porque entende meu problema e sabe o que eu tenho (graças á Deus).
No trabalho eu sofria pela falta de organização e pela falta de lembrar das coisas, mas eles me viam pelo esforço que fazia e deixava sempre passar.
Hoje eu sou estagiária, mas a minha chefe sempre me chama atenção sobre coisas que deixo passar o que é pra fazer e escrever, ela sempre reclama.
Eu procurei ajuda á muito tempo mas era muito caro a psicóloga, eu acabei só sendo diagnosticada. Hoje eu tento marcar, mas sempre esqueço ou o nome ou o telefone da profissional. Quando conseguir espero melhorar meu desempenho e calar muitas bocas por aí.
Obrigada pela atenção.
Foi bom falar sobre o que passei
 
Data: 28 novembro 2012
Enviado por: Izabella Borralho Estevens Cames
Cuiabá
Olá, boa noite,
Meu filho tem 22 anos e desde os 6 anos foi diagnosticado com TDA-HI, ou seja, Transtorno do defcit de Atenção com Hiperativida e Impulsividade.
Já usou medicamentos por 6 anos, diversos tratamentos com psicólogos, terapeutas e neurologistas.
Já "sofremos" muito, ele e eu, e o que acho primordial é que nós, como pais, temos que ser tratados, primeiro para aceitar o que acontece com uma criança com este transtorno, depois aprender a lidar com cada situação; quanto melhor e mais informados sobre o assunto, mais facil será lidar com ele.
Geralmente eles não aceitam limites, e isso nos faz sofrer.
Aprender a aceitar a situação, não perder a calma (o que é praticamente impossível)é a melhor forma.
Tive que fazer tratamento psicologico para me recuperar primeiro, para depois poder lidar com a situação.
Um livro muito bom: MENTES INQUIETAS, nos abre a mente para saber lidar com algumas situações, mas o que de mais concreto eu consigo fazer é COLOCÁ LO NA PRESENÇA DO SENHOR JESUS TODOS OS DIAS.
É um leão cada dia que temos que enfrentar, e esperar...
 
Data: 27 novembro 2012
Enviado por: Ellen P Winter
Rio do Sul SC


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