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Sábado, Agosto 19, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Olá, tenho 24 anos e fui diagnosticada com tdah aos 18.
Sempre fui considerada estranha por todos os meus professores e colegas de aula, até mesmo na minha família havia um certo distanciamento.
Meu tdah é do tipo mais hiperativo, minhas crises de impulsividade e ansiedade sempre foram frequentes, dificultando meus relacionamentos e até meus empregos.
Na escola não tinha grandes problemas com nota, pois sempre gostei muito de literatura e isso me ajudou a conseguir estar acima das médias de minhas turmas (um problema para os professores, visto que assim que aprendia o conteúdo não conseguia mais ficar quieta na sala de aula).
Os reais problemas começaram esse ano. Fazem 5 anos que tenho feito tratamento psiquiátrico e uso da medicação.
No começo, melhorou significativamente minha vida, mas agora não sinto mais melhoras. Eu me sinto sem controle, é péssimo. Parece que estou perdendo o controle de meus atos, magoando pessoas que amo e destruindo meu amor-próprio.
Minha antiga terapeuta tenta me ajudar e diz que é normal passar por crises de impulsividade, acontece que essas crises estão me afundando. Parei a terapia, pois não via melhoras, não sei exatamente o que fazer. Parece que estou lutando contra um monstro chamado tdah, que por mais que eu tente dominar não consigo.
Bom, essa é minha história.
 
Data: 27 novembro 2012
Enviado por: Stephany Soares
Olá á todos, meu nome é Juliana,e tenho um filho de 7 anos com TDAH.
Descobri quando ele tinha 4 anos,até então não podia fazer uso de medicamentos.Faz 2 anos faz acompanhamentos com Neuro Pediatra,Fonoaudióloga e Psicologo, estamos fazendo o impossível para ajuda-lo.
Hoje ele está na 2 série, e a escola é particular,eles acham melhor ele fazer novamente o 2 ano,não entendem,e não são preparados para lidar com crianças que tenham TDAH,para eles meu filho não sabe a matéria, pelo contrário, ele é muito inteligente, mas tem momentos de distração, fica distante,não consegue se concentrar e ficar parado por muito tempo.
Estou muito preocupada, por favor, se alguém puder trocar informações e experiencias comigo, que possam me ajudar, seria muito bom, por que já não sei o que fazer!
Só quero ver meu filho bem e Feliz.
Do mesmo jeito que sofro, ele também sofre,estou completamente perdida. Se puderem me indicar livros, ajuda, eu agradeço desde já.
Lins , 27/12/2012
Juliana O.P
 
Data: 27 novembro 2012
Enviado por: Juliana de Oliveira Paes
Lins
Olá, sou Joelma e tenho um pouco a compartilhar com aos que aqui tem acesso, acreditando que certamente tem ou conhecem histórias parecidas.
Sou mãe de um portador de TDAH.
Uma tarefa árdua, cheia de altos e baixos e consequentemente sofrimentos muitos... Desde o nascimento meu filho, que nasceu de uma gestação gemelar, mostrou ser uma criança bastante ativa.
Antes mesmo do período de alfabetização, tempo em que geralmente o transtorno começa a aparecer com mais ênfase, percebi que era uma criança diferente e busquei ajuda de uma psicóloga.
Posteriormente vieram os neuros, a terapeuta ocupacional enfim... muitos suportes até que surgisse o diagnóstico. Nesse espaço de tempo vieram também a paralisia facial, a paralização dos rins, a perda do movimento de ambas as pernas, as 8 fraturas em diversas partes do corpo, a discriminação e rotulação na escola, a discriminação e rejeição de alguns familiares, enfim... os muitos conflitos.
Todas essas situações foram vencidas em meio aos recursos buscados, a formação a partir do Atenção Brasil, a participação em pesquisa pelo Aprender criança e as orações diárias.
Trabalhar na área de educação me ajudou a superar muitas dificuldades, mas não amenizou o sofrimento.
Hoje aos 15 anos, consideravelmente mais tranquilo, com o uso de medicação, porém não isento das características, venceu muitos dos problemas na área comportamental e emocional mas ainda com grandes dificuldades na área cognitiva, tenta acompanhar um processo educativo que tem por lei a inclusão garantida, mas na prática escolar uma proposta excludente com apenas a sensibilidade de alguns profissionais que não podem fazer muito por ele.
Avante!!
Quem sabe um dia a educação realmente possa atender as pessoas com necessidades educativas especiais...
 
Data: 26 novembro 2012
Enviado por: Joelma
Irecê
Meu filho hoje tem 21 anos já sofremos muito por não conseguir um diagnostco preciso , agora sabemos que ele tem TDA e um pouco de atraso, ele não consegue ler o que escreve mas conseguiu a duras penas concluir o ensino fundamental.
A escola e os profissionais foram de uma fundamental importancia , nunca desisti de tentar novas formas pra ajuda-lo, acho que o amor de mãe, pai da família é a força a confiança que a criança necessita, e também a VONTADE que ele tem demonstrando esses anos todos é o que o impulsiona a não desistir.
Hoje ele faz várias atividades na escola,capoeira, teatro,desenho, enfim esta vencendo suas barreiras, ainda há muitas por vir.
Agradeço a oportunidade de poder d ar o meu depoimento, um grande abraço a todos!!!!!!!!!!!!!
 
Data: 26 novembro 2012
Enviado por: Maria Aparecida Carvalho
Juiz de Fora
Oi boa noite, meu nome é Cristiane, tenho 27 anos e assim como um grande numero da população recebi o diagnóstico de TDAH.
Contudo esse diagnostico só veio após anos de sofrimento com a doença.
Desde criança era vista como muito lesada, desatenta, por ter grande facilidade em esquecer as coisas.
Na escola mesmo sempre estudando muito ,na grande maioria das vezes ficava para recuperação, isso sem sombra de duvidas me deixava muito mal e ainda havia uma grande cobrança dos meus pais.
Após quase dois anos tentei vestibular e passei na faculdade pra psicologia, essa foi uma grande vitória para mim, contudo os desafios só estavam começando já que havia uma grande dificuldade de atenção e concentração, alem da inquietação que me impedia de permanecer na sala por muito tempo, e acabava tendo que sair.
Ao voltar claro que o mais importante já havia passado, nas provas entrava logo em crise de nervos já que era praticamente impossível aprender alguma coisa, como sempre terminava com notas baixa.
Nos trabalhos de classe era ainda pior, afinal de contas quem iria quer ficar na equipe de alguém que era incapaz de concluir uma atividade um trabalho ou algo do tipo.
Nos seminário em que tinha que falar sozinha era capaz de tomar um litro de água em apenas 10 minutos. Era muito ruim ver nas pessoas aquele olhar que me julgava sem nem amenos saber o que acontecia em mim naquele momento. No final acabei entrando em depressão, pois me parecia impossível terminar um curso que eu tanto sonhei que tanto lutava pra vencê-lo.
Só quase no final da faculdade uma professora me sugeriu procurar um tratamento e após inúmeros testes projetivos consultas, recebi o diagnóstico conclusivo de TDAH, de certa forma isso me deixou bem mais tranqüila, já que isso provava que eu não era lesada burra ou doente como a grande maioria das pessoas fazia questão de deixa bem clar
Atualmente estou formada, fiz um concurso onde passei em primeiro lugar e atuo como psicóloga escolar.
Os desafios!!
Esses ainda são bem presentes em minha vida, pois ainda tenho muitas dificuldades para me manter atenta em atividades longas onde exigem muita atenção.
Mas a cada dia me sinto um pouco mais capaz, já venci muitos obstáculos e muito ainda posso vencer
. E quanto aqueles também sofrem com a ADAH, a luta só esta começando e nada de desistir a sempre uma saída.
 
Data: 26 novembro 2012
Enviado por: Cristian
Juazeiro do Norte
Boa noite,

Tenho 36 anos de idade. Sempre tive muita dificuldade de concentração em atividades que não me interessava.
Na escola era tachada de relaxada,incapaz por uma professora que me deu aula por 4 anos.Claro que abandonei a escola e só voltei muitos anos depois...isso me entristece,pois sempre amei estudar... No inicio da adolescência arrumei um emprego no almoxarifado de uma loja no Brás,e eu não conseguia organizar,separar e me concentrar esse foi só o começo do meu tormento,minha amiga trabalhava na loja ao lado e tinha me arrumado o emprego,fiquei envergonhada e me sentindo muito inferior Comecei a trabalhar como autônoma para me sustentar, minha vida foi um tal de começa e para sem fim..
Minha vida profissional um fracasso!<
Hoje estou separada...meu ex não aguentou ficar ao lado de uma mulher que não cuidava da casa e nem de si própria.
Tenho filhos e faço da vida deles um inferno...por exemplo esse ano eles não participaram das atividades extra porque eu não mandava eles de uniforme no dia certo,acordo em cima da hora,roupa bagunçada,casa de cabeça para baixo igual aquelas casas dos acumuladores.
Tudo o que eu começo eu paro..me falta energia,eu passo o dia inteiro na frente do computador, levanto do sofá praticamente na hora de fazer a janta para as crianças.
Todos os dias prometo que vai ser diferente que vou limpar e organizar minha casa,usar uma agenda..mas eu não consigo!
Voltei a estudar esse ano,deixo os trabalhos para ultima hora me complicando com o meu grupo.
Comecei a passar no psiquiatra por conta de uma depressão e foi ele que sugeriu que eu fosse portadora de TDHA mas não foi feito exame nenhum,ele se afastou por tempo indeterminado do posto.
Tenho uma prima bibolar e desconfio que minha mãe também seja uma TDHA ela tem dificuldade com organização,horário etc..
É isso,meu depoimento foi mais um desabafo do que qualquer coisa.
Obrigada,
Maura
São Paulo/SP
 
Data: 25 novembro 2012
Enviado por: Maura
São Paulo
Ola a todos sou mae de um portador de TDAH,desde 2010 quando meu filho foi diaginosticado.
Eu venho lutando incansavelmente para conseguir mante-lo na escola que estuda. Apos um incidente acontecido com o professor o ano passado, meu filho passou a ser visto como uma criança indisciplinada pela cordenaçao escolar, estou muito triste pois pelo regimento da escola meu filho se repetir novamente sera impedido de renovar a matricula e consequentemente deixar a escola a que se dedicou tanto para passar no concurso e poder estudar.
Doi ver que em pleno SC XXI ainda exista preconceito, sim esta e a palavra que define o que estao fazendo com meu filho,e por isso que pesso a todos que assinen o manifesto para que possamos contimuar lutando pelos nossos direitos.
http://www.petitions24.com/peticao_online_sobre_o_manifesto_de_esclarecimento_sobre_o_tdah

OBRIGADA A TODOS.
 
Data: 25 novembro 2012
Enviado por: Ana Paula Carvalho Da Silva
Sao Gonçalo RJ
Sou mãe de 1 linda menina com TDA-HI, ou seja, Transtorno do defcit de Atenção com Hiperativida e Impulsividade.
Como eu sempre fui muito exigente, nossa convivência era uma catástrofe: eu exigindo muitas coisas de uma vez e ela esquecia o que tinha que fazer.
Com isso vivia de castigo,até ser diagnosticada com TDA e eu ter algumas (poucas) instruções de como agir com ela, o que melhou muito nosso relacionamento.
Alguns anos depois eu tive a chance de fazer uma pósgraduação em psicopedagogia e fazer todos os cursos e minicursos que surgiam sobre o assunto. Com isso aprendi a respeitar as limitações dela e o quanto eu podia e deveria exigir dela.
Hoje ela está com 18 anos, toma remédio diáriamente e já foi até para Tailândia, em intercâmbio pelo ROTARY, por 10 meses e saiu-se muito bem nessa incrível experiência.
Percebi que a pessoa com TDAH tem limitações, mas quem não tem?
Apenas as suas são diferentes das nossas, porém isso não as tornam incapazes.
A sociedade precisa aprender a conviver com as diferenças e saber que não precisa mimar uma criança com TDAH, porque elas são difíceis, mas são muito inteligentes e capazes de aprender.
 
Data: 25 novembro 2012
Enviado por: Poliana M. V.
Londrina
olá, tenho um filho de 15 anos, após muitos anos de sofrimento nas escolas por mau comportamento há três anos foi diagnosticado pelo neuro com tda, iniciado o tratamento melhoraram as notas mas os professores são nossos parceiros para o sucesso.
Neste ano de 2012 ele está no 1ºano do ensino médio e iniciou em outra escola, tivemos muitas dificuldades, minha maior dificuldade é que aqui em Florianopolis não existe uma associação, nem encontros para aprendermos lidar e ajudar nossos tdah.
Sugiro que a ABDA promova um simpósio ou palestra em nossa cidade.
Agradeço por vocês prestarem esta ajuda a todos nós pais de tda.
 
Data: 25 novembro 2012
Enviado por: gislaine de cassia luiz helou
florianopolis
Boa Noite,
Tenho um filho de 8 anos que tem TDAH. Desde pequeno muito inquieto, falante e cheio de energia. Mesmo que eu o coloque na cama 22 hrs p dormir percebo que ele fica conversando sozinho até umas 3 da manha e acorda sempre 7 da manhã, ou seja dorme somente umas 6 horas por dia é o máximo que eu consigo faze-lo dormir.
Já dei calmantes naturais e ele demora muito a dormir.
Como as notas dele sempre foram excelentes os médicos hesitavam fazer o tratamento, a resposta veio apartir de um exame que fizemos com a psicóloga que ele tem o QI alto por isso não afeta no aprendizado.
Ele sofreu muito na última escola porque queria chamar atenção na sala de aula, devido a ser impulsivo demais. Chamavam ele de palhaço e a professora também deixa ele muito triste, ela me disse que hiperatividade não existe, é só por na natação que resolve.
Esse ano teremos que mudar de escola.
Graças ao nosso bom Deus Jeová tenho lido na revista Despetai! ótimos assuntos sobre hiperatividade ou TDAH. Estamos tratando a tempo. Descobrimos que é uma doença genética também, e para nossa surpresa meu esposo também é tdah ele tem 33 anos .
Obrigada por me ouvirem, abraço a todos e tudo que essas pessoas como nós precisam é de amor e auto estima.
 
Data: 24 novembro 2012
Enviado por: Carla MSO
Goiânia


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