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Terça, Junho 27, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Na minha vaga lembrança era uma criança que apagava a vela em homenagem ao Papa, perdia os materiais escolares, adorava pular de carteira em carteira, trocava letras, gaguejava quando lia, detestava ser chamada de tatuzinho, dislexia, ligada em 220 volts, desligada dos conteúdos, que funcionava diferentemente das outras crianças, mas também era uma criança adorável que ajudava os amigos, era solidária, perdoava com facilidade, amava aula de artes mais precisamente de fazer bonecos com papel marche, gostava também do cheiro da minha mala laranja.
Falando na mala laranja me lembro muito bem quando fui comprá-la naquele momento todos os meus sonhos da segunda série estavam depositados nela, nas borrachas coloridas e cheirosas, nos livros novinhos e no meu estojo completo de madeira.
Mas as alegrias e motivações duraram até o encontro com a professora que já no primeiro dia eu percebia um mistério naquele relacionamento e com o passar dos dias minhas dificuldades em me manter quieta e concentrada foram surgindo e junto das dificuldades apareceram também a falta de conhecimento e paciência.
Era março e já esqueceram meu nome a professora ensinou todos os colegas a me chamarem de “tatuzinho”, como ela dizia o apelido era no diminutivo para demonstrar carinho dos amigos, mas eu pensava como pode ser carinhoso se o bicho tatu fazia buracos na terra e eu não encontrava a similaridade que a professora queria passar com aquele bicho.
Certo dia, questionei a professora querendo dar um sinal de alerta que eu não gostava desse apelido porque eu tinha visto fotos de tatu e eles eram sujos, então ela me respondeu que eram bem mais limpos do que eu.
Abril, dia da mentira, acordei pensando qual a mentira que diria na escola, cheguei para a professora dizendo que mudaria de escola e ela rapidamente me disse que era muito bom para ser verdade, mais uma vez não compreendi porque ela me rejeitava tanto, quanto mais ela me insultava mais eu queria agradá-la, fosse com flores, maça ou um abraço que era facilmente afastado.
Logo em maio além de perder meu nome de batismo para “tatuzinho” perdi também minha dignidade, vontade de ir à escola, de brincar, de ser criança, pois eu comecei a me questionar porque eu estava viva, se eu não prestava para nada, até que a professora me deu uma nova função após uma leitura insegura e gaguejada.
Disse que com essa leitura eu não seria nada na vida só uma simples faxineira então daqui para frente me mandou pegar um espanador novinho que ela cruelmente comprou para me torturar e toda sexta eu estaria encarregada de limpar as caixas de sapato que continham durex, cola, tesoura, papéis coloridos, barbante, de todos da sala e quem achasse que não estava bem limpo poderia pedir para que eu refizesse a limpeza. Daquele dia em diante eu tinha espasmos intestinais toda sexta para tentar não ir à escola.
Junho chegou e com ele a festa junina, eu simplesmente amava festa junina, bandeirinhas, pipoca, pinhão, brincadeiras e dança era uma combinação perfeita, se não fosse a minha impulsividade que mais uma vez me atacava pelas costas. A professora disse quem já tivesse terminado poderia ajudá-la na confecção das bandeirinhas e eu como não parava quieta para concluir com calma minhas atividades, vi a professora ter um momento de fúria destruindo algumas bandeirinhas e aproveitando o barbante para me amarrar no pé da cadeira, naquele momento a magia da festa junina evaporou-se junto com as minhas lágrimas que teimavam a cair sobre o caderno e com os pés amarrados ela amarrou também meu coração.
Até que enfim as férias chegaram e com elas também minha pouca alegria de criança, por trinta dias seguidos me libertei da humilhação e recuperei um pedacinho de mim com as leituras prazerosas da minha vizinha do 901, Helena Kolody que além de ler para mim, elogiava minha leitura delicada e insegura.
Quando retornei em agosto estava motivada para ler e enfim mostrar como eu poderia ler muito bem. Após uma leitura caprichada e corajosa a professora comentou você tem muito a melhorar, sentei com o livro nas mãos e enquanto o colega detrás lia, eu ficava repetindo as palavras da professora que ecoavam em meus sentidos “Você tem muito a melhorar” e para ser otimista pensei que ela não tinha elogiado, mas pelo menos não tinha gritado comigo. Eu tentava melhorar, mas eu não conseguia.
Quantos recreios fiquei sem lanchar na segunda série, sei lá perdi as contas. Cheguei a urinar na carteira de medo daquela professora que eu sabia que ela não gostava de mim, mas eu tinha muitas dúvidas dos motivos. Nesse instante eu pensava que o mundo conspirava contra mim. Não poderia contar para os meus pais, porque não tinha a verdadeira noção do que estava ocorrendo, então eu comecei a acreditar que eu não seria nada na vida mesmo e eu pensava, ela tem razão eu não presto.
Quanto mais ela me maltratava mais eu ficava no mundo da lua, sonhava acordada com coisas boas para espantar a realidade dura, cruel e desumana.
Esse é um capítulo que se refere ao meu segundo ano em que relato dores e alegrias de ser um TDAH, pretendo um dia escrever toda a minha trajetória escolar. Enfim hoje muitas das minhas indagações foram respondidas por meio de conhecimento teórico aprofundado, controle comportamental, dedicação e muito amor.
 
Data: 27 novembro 2013
Enviado por: Mariza Medeiros
Curitiba
Meu nome Mareni, tenho 37 anos e atualmente moro em Madre de Deus-BA. Quando iniciei minha vida escolar, logo ganhei o apelido:“Mareni Pimenta”...sapeca, espevitada, assanhada, boneca Emília... Participei da formatura de Alfabetização e nem reconhecia as letras... foi na mesma escola que fiz “malcriações” só porque queria as tintas de aquarela e não ficar sentada fazendo tarefas chatas.Ganhei tantos castigos... Eram muitas queixas da escola... Eu só queria brincar... Pulava o tempo todo sem pula-pula. Aprendi a ler com mais de 8 anos, e logo virei ajudante da pró, só pra ficar quieta.Me davam café a noite e ainda me chamavam Corujão da madrugada! Sempre tive boas notas, mas passei metade da minha vida acreditando ser burra, idiota, feia, desengonçada...Foram muuuitos os apelidos!Descobrir meus dons artísticos aos 16 anos produzia cartazes, painéis infantis e ganhava dinheiro.Me descobri gente com elogios. Enjoei de tantos desenhos...pinturas...
Apesar de ter boas notas, eu não acreditava ser capaz de entrar na universidade. Conquistei o intento . Nesse período, quase desencarnei com desmaios inexplicáveis, vi-me fora do corpo mais de uma vez: um cansaço, uma exaustão infinita... O casamento não deu certo... Ninguém entendia minhas queixas de tonturas sem fim, que não dava nada em exames clínicos. Um neurologista quase me matou, e outro mais lúcido, me salvou, afastando-me do trabalho diagnosticando estresse profundo, receitando tratamento natural.
Foi aos 30 anos, na pós em Psicopedagogia que tive meu diagnóstico. TDAH de herança paterna e materna! Corri atrás: fiz análise, psicoterapia... Revivi minha infância, me aproximei de minha mãe biológica, ganhei duas famílias,mais independência, autonomia, discernimento e descobrir muitas coisas... Descobrir-me inteligente, capaz, linda... Mas resistir à medicação... só me receitavam antidepressivos que me fazia muito mal. A psiquiatra que me assistia não acreditava que o uso de estimulantes fosse adequado para adultos, quando fiquei frustrada e ainda mais incomodada com meu comportamento que era incontrolável que sempre me prejudicava em tudo. Com uma vida toda pagando micos e orangotangos, paguei outra psiquiatra particular, que me diagnosticou como bipolar no primeiro encontro, sem nem ao menos fazer um teste ou entrevista adequada. Quase quebrei a casa toda com aquela medicação terrível, seguida de outra que não me deixava levantar da cama. Deus e a psicoterapia me fazia persistir... A pressão arterial e hipoglicemia andava em baixa, e mesmo normal eu ainda tinha tonturas sem explicação... Continuava a perder objetos, esquecer coisas, pessoas, me comportar de forma elétrica, incomodava pessoas, sempre a última a saber das notícias, incomodava-me com grandes aglomerações e frequentar espaços cheios de informações... Tudo girava... Em crise, busquei uma psicoterapia especializada em TDAH, e finalmente conheci também uma psiquiatra especializada no assunto...Voltei a pintar!Só pra relaxar... Assim, desde outubro de 2012 minha vida mudou com o uso do estimulante, reconquistei minha saúde!Mudei de emprego, até de cidade! Sinto-me feliz, completa, ESPECIAL, cheia de vitalidade!Hoje tenho especialização em Psicopedagogia e Educação Especial. Sou professora de crianças especiais na rede pública e coordenadora em Instituição particular. Meu projeto é montar uma equipe de profissionais com TDAH para orientar pessoas que sofrem tanto com o transtorno, enquanto poderiam estar brilhando como Estrelas na Terra, além de divulgar conhecimento sobre o assunto que é essencial, inclusive nos consultórios médicos.( Só prolongaram meu sofrimento) Só farei um mestrado, se for sobre TDAH! Quem sabe faço??..
 
Data: 21 junho 2013
Enviado por: Mareni Santos de Brito
Madre de Deus-BA
Acabei de ler, vários relatos de mães que como eu vê os direitos de seus filhos ser ignorados. A angústia da Ruth de Mato Grosso é a mesma minha, moro numa capital que pouco faz pelos transtornos, falta profissionais e interesse dos governantes. Mas mães de todo Brasil estamos a um passo de termos nas mãos a lei federal que nos dará condições de cobrarmos atendimento diferenciados para os nossos filhos. Obrigada a todos da ABDA, pois a lei nº7081/10 foi aprovada pela comissão de educação, parabéns a nós pais e principalmente as mães guerreiras que lutamos, enfrentamos "dragões", mas nunca desistimos da luta para ver a vitória estampada no rosto de nossos filhos tda/h, eles podem, são capazes, mas aqueles que também fazem parte deste processo, os professores, os ignoram, talvez hoje possamos dormir um pouco mais tranquilas, acreditando que o dia de amanhã será mais feliz, aguardando que a nossa presidenta sancione a lei que garante a inclusão legítima de nossos filhos.
 
Data: 21 junho 2013
Enviado por: gislaine helou
florianopolis
Olá!



Na verdade ainda não posso postar um depoimento,porém grito por ajuda!

Meu marido por me amar muito se preocupa muito comigo,pois ele sempre questionou questões que ocorrem comigo,e tudo leva a crer que tenho TDAH!Ele pesquisou sobre,e encontrou este site,leu tudo que teve direito,ficou simplesmente admirado,espantado com os depoimentos que leu onde viu que tenho 95% de chance de ser portadora!

Pediu-me que fisese o teste,fiz,e não foi para a minha surpresa que deu o nivel máximo (digo que não foi para a minha surpresa porque eu já desconfiava)mas fingia que não tinha nada.

Depois que ele me mostrou o site,que fiz o teste,que li os depoimentos,me identifiquei com todos dos depoimentos.O que desejo?

Desejo que me informem onde encontro ajuda aqui em Salvador,e também se alguem quiser me adicionar no facebook que fiquem a vontade.Quem sabe assim,conseguimos trocar ideias e de alguma forma uns ajudarem os outros.



Espero que aceitem publicar esse comentário.

Obrigada,



Mari Ipitanga

Lauro de Freitas,Ba
 
Data: 20 junho 2013
Enviado por: Mari Ipitanga
Lauro de Freitas
tenho um filho de 29 anos que ainda nao fez o diagnostico de tda mas de tanto ler acho que ele tem,ele nao quer ir ao medico comigo mas ele tem baixa auto estima por nao saber o que fazer se nao consegue se manter em emprego algum desde de crianca nao conseguia passar de ano no colegio,nao consegue ler um livro ou ate mesmo os seus email,nao termina o que comeca e enrola sempre que alguem pede a ele para fazer algum fico confuso comtanta coisa que quer fazer ao mesmo tempo.Como faco para convence-lo a ir ao medico comigo peco sempre a ele para entrar neste site mas ele nao tem paciencia de ficar lendo,gostaria que vcs me ajudasse a convence-lo atraves de email um grande abraco grats
 
Data: 20 junho 2013
Enviado por: eurides ribeiro bastos
sao goncalo
OI TENHO 30 ANOS E TENHO UM FILHO QUE SOFRER DE TDAH, O QUE POSSO DIZER QUE NÃO É FACIL A CONVIVERCIA COM CRIANÇAS COM TDAH.TENHO SOFRINDO MUITOS PRECONCEITOS.
 
Data: 18 junho 2013
Enviado por: ANGELA BATISTA DE JESUS
SALVADOR
Bom, como é dificil escrever. Santa preguiça! Descobrir que tenho TDAh , foi uma grande vitoria, um marque inesquecivel, de entedimentos , de acertos.
Quando criança, sempre tive um baixo rendimento escolar, mas nunca me achei burra, pois, quando estava na recuperaçao com um professor so pra mim, passava sobrando nota, por isso era taxa apenas de malandra. Pela minha impulsividade falava as coisas sem pensar, confusoes e sem contar qdo meu pensamento era mais rapido que a fala e ninguem entendia nada. Preguiça ate para falar. Preguica de conversar com outros. filmes? odeio. filas, espera? nem pensar.Não tinha vontade de nada. Começava tudo e parava. Falta de motivação. Qtas idas ao endocrino, implorando um diagnotico de hipotireoidismo. Inumeros diagnosticos de depressao, hipoglicemia, falta de vitamina e nada resolvia. Sempre achei que eu era assim e ponto e assim fui me adaptando.
Sou dentista.Como me formei? Não tenho ideia...acho que rezando muito. Pq nunca estudei. Por isso me achava inteligente, via as pessoas se matando de estudar e eu sem estudar sempre passada na trave!
Até que a há seis meses, resolvi procurar uma ajuda, pois, eu tinha certeza de que algo estava errado.Ouvi muitas bobagens. Resolvi estudar por conta própria. Eu achava estranho: saía de casa para ir em algum lugar e quando eu vi estava em outro. Quando estava cansada eu enrolava a lingua pra falar.quantas chaves perdi. Deixava o carro ligado e nem percebia. Algo estava errado.
Cheguei ao diagnostico de Miastenia e fui conversar com uma Santa amiga neurologista que me disse enquanto os resultados de exames para miastemia nao ficavam prontos,para tomar, Ritalina. Que ? Como assim , eu vou tomar esta remedio so pq esta na moda? Nem pensar. Nunca havia pensado e sonhado na possibilidade de ser TDAH.
Santo remedio, como fez diferença na minha vida. Hoje me entendo, me perdoo e rio de tudo o que vivi. Sou TDAH, sou feliz!!!
Sou uma cópia do meu pai e meu filho uma cópia de mim!
 
Data: 17 junho 2013
Enviado por: Fernanda Freitas
Itu SP
sou mae de um menino de 6 anos e meio quando ele estava com 4anos e meio o neuropediatra detectou o tdah pelo seu comportamento muito agitado tanto em casa como na escola....suas dificldades estao sendo grandes e pra ajudar as professoras nao estao preparadas para dar o atendimento que ele precisa,acho o tdah deveria ser mais comentado em cursos e palestra para que os profissionais que trabalham com crianças com o tdah e outras dificuldades aprendam mais e nao tenham tanto preconceito nao sei se meu depoimento sera publicado mas se for para as pessoas que lerem e que filho na escola e que tem dificuldades de apendizagem nao deixe a escola excluir seu filho exija os direitos dele
 
Data: 17 junho 2013
Enviado por: debora
conelio procopio
o que fazer quando tdah se recusa estudar
Olá, tenho um filho de 08 anos e ele tem o TDAH desde pequeno. Na escola o relacionamento com os colegas e professores é muito difícil. Por minha cidade ser tão pequena, ele não recebe o tratamento diferenciado que ele deveria ter. Já corri atrás, fui em todos orgãos responsáveis pela educação, mas não vi resultado, estou decepcionada. Queria muito que a lei do Brasil olhasse para essas crianças. Elas estão pedindo socorro e não são correspondidas. Fico feliz!! Por existir essa associação. Que vcs possam nos representar e ajudar muitas pessoas. Obrigada..
 
Data: 14 junho 2013
Enviado por: DÉBORAH SANTANA CARVALHO
Inimutaba-MG
Olá, eu tenho um filho de 12 anos que tem todos os sintomas de déficit de atenção, mas como em nosssa cidade ninguém faz o teste, ainda não tenho um laudo médico. estou correndo atrás de um médico que faça o teste pra que eu possa iniciar o tratamento correto. fui chamada na escola e as professoras me disseram que suspeitam tb que seja esse o problema e me recomendaram procurar ajuda médica. fico muito triste pois ele é tão carinhoso, tão meigo, gentil, conversa sobre coisas tão "adultas" e tão corretamente que as professoras se assombram, tamanha a inteligência dele (elas disseram). Mas a concentração dele só age no video game, computador e tv. ele ama tudo isso e consegue passar o dia INTEIRO vendo um filme apenas e é como se o visse pela primeira vez. ele é muito curioso, gosta de saber como as coisas funcionam, gosta de fazer experiências, mas é muito solitário, eu noto isso e não gosto de vê-lo tão sozinho. ele gosta de ficar só e isso não é legal. tá tirando notas baixas demais desde o 6º ano e isso me deixa muito insatisfeita. antes de imaginar que ele tem um problema, eu não aguentava e brigava com ele, falava coisas pesadas até, não tinha paciência com ele e algumas vezes até bati. hoje me arrependo amargamente pois já li tanta coisa a respeito disso que acho que se tivesse tomado conhecimento antes, ele já teria melhorado e muito com certeza. espero que o problema dele tenha solução. obrigada por dar espaço pra que possamos desabafar e buscar maior conhecimento sobre o problema que vem sendo tão comum mas ainda pouco compreendido. obrigada por nos esclarecer tanto e nos dar uma esperança de vida melhor. amo muito muito muito meu filho e quero que ele tenha uma vida tranquila e feliz, para isso faço o que for preciso. quero que ele tenha uma vida completa e normal. é isso que busco pois ele fica tão triste quando não consegue o êxito que busca. ele estuda bastante pras provas e na hora parece que foge tudo da mente. não sei o que acontece, e ele fica frustrado e nós tb por não podermos ajudá-lo mais. espero em Deus que tudo se resolva. obrigada por nos escutar!!!!
 
Data: 10 junho 2013
Enviado por: idenir martins
porangatu


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