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Terça, Junho 27, 2017

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Depoimentos
Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Olá, sou psicologa e trabalho com a T.C.C,( terapia cognitivo-comportamental) e é com imensa sastisfação que comunico a todos que atender os casos de TDAH ( Transtono de Déficit de Atenção e Hiperatividade), me faz sentir, como profissional, muito feliz, pois na maioria dos casos os pacientes chegam sem nenhuma pespectiva de futuro e com a auto estima muito baixa, e ao se depararem com um tratamento que, mesmo não lhe trazendo a cura, lhe traz total condições de lidar com o transtorno ou com " uma vida de decepções e frustrações" e vê-los mais felizes e ate realizados em suas profissões ou futuras profissões,e principalmente em suas vidas, não há como não se sentir extremamnete feliz por eles.
Aproveito para parabenizar a iniciativa dos profissionais que iniciaram e mantém este trabalho de divulgação deste transtorno. Juntos faremos a diferençs m, nós profissionais e os nossos pacientes. 20 de novembro de 2012.
Agens Bustorff
Niteroi-Rj
 
Data: 20 novembro 2012
Enviado por: Agnes Soares Bustorff Quintão de Oliveira
Niteroi-RJ
Olá! Tenho 37 anos e a 10 meu filho nasceu, no começo, quando bebê, era uma criança tranquila, sossegada que quase não dava trabalho algum. Com o passar dos anos, entre 1,5 e 3 anos, percebi atitudes como querer organizar chinelos, sapatos e roupas onde ele passava e via algo fora do lugar. Achei que a natureza dele fosse de organizar-se. Porém ao iniciar na escola, começou meus problemas. No começo os professores só reclamavam que era muito bonzinho, mas não tinha interesse em algumas atividades, depois foi piorando as reclamações, de não fazer seus deveres em sala de aula a divagar entre voos de borboleta, não prestar atenção a professora, e muito mais reclamações.
Por orientação dos professores procurei leva-lo ao psicologo e assim seguiram os anos, até que no 3º ano, ele já com 8 anos, a professora dele me chamou e me orientou consultar um neurologista, ela me falou sobre a TDA e que meu filho poderia ter esse transtorno.
Mais uma vez segui orientações, com o acompanhamento da médica, meu filho foi diagnosticado com TDA, comecei o uso da medicaçâo e terapia com psicologa, porém no início parecia não estar ajudando em nada, até que após uns 6 meses de terapia e acompanhamento de neurologista, a médica sugeriu que iniciasse terapia ocupacional. Com uns 2 meses de terapia combinando 2 dias por semana em T.O. e 1 com a Psicologa, uma melhora considerável no desenvolvimento escolar foi notada pelos professores. As notas passaram de uma média 5 para média 8 a 9.
Hoje está com 10 anos, ainda continua com a Terapia Ocupacional e o uso da medicação, reclamações como não ter copiado a tarefa ainda acontecem, porém são bem mais comuns à qualquer criança normal.
A Vida Social dele é normal.
Para nós pais, que temos outra filha mais velha sem o diagnóstico, era no início, muito difícil entender e aceitar que um filho tivesse Doença Neurológica, porque ao invés de buscar ajudar a criança, primeira reação é buscar um "culpado" fica aquele sentimento "Onde foi que eu errei". Não foi fácil, passamos por terapia com psicólogos e paralelamente, consulta e literatura de artigos, notícias e livros sobre a Doença, como lidar e como tratar com essa doença, como educar uma criança com esse diagnóstico, e por ai afora.
Hoje posso dizer que com muito amor, fé e força, vencemos grandes batalhas.
Meu depoimento é esse, seria interessante que mais pais conheçam minha história, hoje, pelo mundo, existem muitos pais que devem estar sentindo o que eu senti.
Um grande abraço a todos.
 
Data: 20 novembro 2012
Enviado por: Satie Brosler
Bauru
Tenho 38 anos tudo leva crÊ que dda. é triste saber que vc com 40anos tem esse problema. peço ajuda sou tachado e imcopetente
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: ivair bento
camaragibe pe
Olá!!!!
Sou Fonoaudióloga e nem preciso dizer da minha experiência com TDAH. O email de vcs chegou a mim e tenho passado o site de para mães, professores, amigos e etc.... Acho muito importante este trabalho de vcs e orientações que podem ser dadas aos pais e professores que tantas dúvidas e dificuldades têem de lidar com estes indivíduos.

Parábens!!!! pelo trabalho que desenvolvem

Maria Aparecida
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: Maria Aparecida S. Gomes
Rio de Janeiro
" Como professora procurava prestar atenção aos alunos que não conseguiam acompanhar o rendimento esperado da turma onde estavam inseridos. Tive uma aluna, no 6º ano do fundamental, que sentava no fundo da sala, conversava, não copiava do quadro ou do livro e brincava muito durante as aulas. Sua escrita era desorganizada, trocava as sílabas das palavras e não conseguia ler o que ela escrevia. Ao me acostumar com sua escrita, conseguia entender sua mensagem. Pensava comigo "essa garota tem algum problema mais sério além da falta de concentração e ,achava eu, do pseudo analfabetismo". Como era de se esperar,ela ficou em recuperação ou reensino como chamamos aqui e foi se sentar na primeira carteira, fazia perguntas, copiava do quadro, do seu jeito mas copiava e então fiquei sabendo que a mãe havia avisado,ao matriculá-la de sua dificuldade de aprendizagem. Pesquisei, li muitas reportagens em revistas, na internet e trabalhando junto com a mãe,conseguimos levá-la a vários profissionais da sáude: neurologista, psicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagoga e ao Hospital de Olhos Dr Ricardo Guimarães, em BH, onde se pesquisa a dislexia de leitura. Ficou constatada a dislexia,Tdah e outros problemas neurológicos... Conseguimos ajuda para ela com a comunidade escolar através de rifas,donativos, ajuda da prefeitura,da escola,dos professores etc.Viájamos de madrugada para BH, no carro da saúde da prefeitura e ficávamos o dia todo fazendo exames, várias vezes aconteceram essas viagens,mas valeram à pena pois ela deixou de ser tachada como desinteressada,indisciplinada e passou a ter acompanhamento, provas especiais,orais ou com mais tempo para fazê-las,em duplas, trabalhos em grupos etc. ...
Como é importante prestar atenção ao aluno e não classificá-lo pelo comportamento, procurar entender o porquê dele agir diferente dos demais.Às vezes, erramos com nossos alunos mas ainda bem que acertamos com alguns e estendemos nossas mãos para ajuda´-los."
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: Luciene Maria
Resende Costa
Sou mãe de um garoto de 9 anos que foi diagnosticado com TDAH aos 6 anos quando começou a não copiar as coisas que a professora passava na lousa.

Passamos muita dificuldade de adaptação, principalmente com relação a escola. Quando ele estava no 2º ano começou a sofrer bulling, os colegas chamavam meu filho de preguiçoso, que não queria fazer nada, e tivemos muitos problemas com a professora, começou a excluir meu filho na classe. Mudei ele de escola,no meio do ano do 2º ano e ele passou a gostar muito da escola nova, hoje ele está no 4º ano, mas precisa muito de ajuda pra estudar, não tira notas baixas, mas tem que se esforçar muito. Ele toma medicação que inclusive ajuda muito, principalmente agora que acertamos a dosagem. Aprendo a lidar com ele todos os dias.
Não temos nunca dois dias iguais.
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: Rosana Peres Zimmerman
Ariranha
Sou professora de educação fundamental, comecei no ano de 1984, com uma turna de alunos de 6 anos, antiga pré escola, hoje sou alfabetizadora e trabalho com a mesma turma há três anos, estamos no 3ºano, trabalhei muitas vezes com alunos down, paralisia, e deficientes físicos, na turma eles eram os melhores alunos dentro do nível de aprendizagem deles. Estavam sempre atentos a tudo que eu falava e fazia, pois muitos me imitavam em minhas atitudes e atividades.Na época em que comecei a dar aulas, os alunos tinham muito mais interesse em aprender. Com o passar do tempo a escola foi perdendo o encanto, pois hoje eles tem muito mais atrativos fora das salas de aula do que dentro dela.Mas precisamos repensar a qualidade das aulas de hoje ainda usando um quadro negro e giz, meu Deus até quando?Gosto muito de fazer teatro com meus pimpolhos, isto tem motivados a aprendizagem, mas não consigo abranger todos.Tenho levado para minha sala de aula a multimídia para que se sintam mais interessados, agindo assim me desligo um pouco do bendito giz.Em minha escola se falam muito em inclusão. mas falta muito para que isso acontece de verdade, pois falta a equipe preparada para receber estas crianças.Os funcionários e as inspetoras também necessitam recebe-los e acolhe-los no espaço de uma escola comum.O espaço físico necessita ser adequado enfim muito coisa precisa ser mudado para que aconteça a inclusão verdadeira e merecida pelos alunos especiais
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: Aparecida Fátima da Luz das Neves
Espirito Santo do Turvo
OLA!
SOU PROFESSOR DA REDE MUNICIPAL DE ABADIA DE GOIÁS GO.
JÁ PARTICIPEI DE UM CURSO ONLINE COM VOCÊS, PARA AMPLIAR MEUS CONHECIMENTO SOBRE O TDAH. POIS DIARIAMENTE ESTAMOS DEPARANDO COM ALGUNS SINTOMAS TDAH.
GOSTEI MUITO E SEMPRE ESTOU VISITANDO SITE DE VOCÊS A PROCURAR AMPLIAR MEUS CONHECIMENTOS NO ASSUNTO.
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: SEBASTIÃO PEREIRA DE SOUSA
ABADIA DE GOIÁS
Sempre tive os sintomas do TDAH, quando criança sempre fui distraido, inquieto, desorganizado e tudo mais. Mas não era bagunceiro, isso por que era uma criança muito tímida ao extremo, lembro-me que quando me sentava na cadeira e, ficava apavorado mexendo os pés e olhando para os lados. Mas a timidez não me deixava bagunçar para não chamar a atenção de todos.
Por isso passei em branco por ser muito quieto por fora. E não perceberem minha hiperatividade em ação rsrsr
Fui descobrir ha pouco tempo, com 22 anos, e agora estou disposto a reverter esse quadro e me restabelecer, não é uma ótima idade, melhor que nada, e além do mais hoje tenho a resposta de todo meu passado presente e futuro. É péssimo viver cheio de (?) a vida toda, mas agora espero acabar com os fantasmas e viver uma vida com "Abundancia".
Me desejem sorte, por que eu o desejo paz a todos!
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: Wagner Macedo da Silva
Sumaré
Tenho 33 anos e fui diagnosticada com TDAH em 2007, aos 28 anos. A partir daí venho tomando medicação e posso dizer que minha vida melhorou um pouco, pois quando recebi o diagnóstico parece que algumas coisas se elucidaram para mim, a sensação de que tinha algo errado parecia estar justificada.
Meu diagnóstico foi bem tardio porque acredito que sou do tipo desatento.Nunca apresentei dificuldade na escola, pelo contrário, sempre tirei ótimas notas sem nunca ter tido que me esforçar muito. Me formei em Direito aos 22 anos e foi aí que começou o meu suplício!
Nunca consegui ser bem sucedida profissionalmente.Determinei que queria passar em concurso público, passei na prova da OAB com muita facilidade e imaginei que nos concursos públicos seria da mesma forma. No entanto, até hoje,após mais de dez anos de formada não consegui passar em nenhum concurso da minha área.Fiz um concurso de nível médio para trabalhar em escola e com um salário baixissimo e lá estou há 3 anos!
Vivo angustiada e depressiva e minha maior dor é quando ouço pessoas que desconhecem que tenho a doença dizerem que sou preguiçosa e indisciplinada, que trabalho num subemprego porque quero, que tenho capacidade para conquistar um cargo melhor... É, talvez eu até tenha capacidade,mas não acredito e nunca acreditei que tenha! Acho que minha auto-estima ficou comprometida depois que passou minha fase escolar e após me formar na faculdade,me sinto inadequada, diferente e incapaz! Talvez se tivesse descoberto antes as coisas poderiam ter sido diferentes para mim! Já escrevi demais...Gostaria que publicassem o meu depoimento, talvez ele sirva para ajudar alguém que esteja vivendo situação parecida com a minha! Hoje estou tratando com uma psicoterapeuta e espero ter melhoras!
 
Data: 19 novembro 2012
Enviado por: Gal
Belo Horizonte


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