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Sábado, Abril 29, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

olá, tenho 14 anos e tenho TDAH, minha família, até hoje está em busca de 'amenizar' o máximo possível.
Me alfabetizei praticamente sem escrever nada, minha atenção durava apenas 15 minutos no máximo, passei por vários psicólogos, psicopedagogas, neurologistas, psiquiatras.
Foi diagnosticado O TDAH quando eu tinha mais ou menos uns 6 7 anos de idade, desde então sou medicada, e me sinto melhor. Nunca meus pais receberam reclamações de professores ou algo assim, mas hoje em dia tenho sérios problemas em relação e aproximação com meus colegas de aula,sou a mais nova da turma, e penso ser a mais madura, estou no 1º ano do ensino médio, onde encontro grandes obstáculos ainda. Médicos me dizem que a explicação que tem pelo fato de não ter boas escolhas na minha vida pessoal, é o TDAH mas a minha grande duvida que nunca me responderam até aonde o TDAH afeta em nossas vidas?
 
Data: 08 novembro 2012
Enviado por: Bruna
Gostaria de compartilhar meu depoimento. Tenho 27 anos, um filho de 5 anos e uma longa história.
Com uns 8 anos de idade comecei a ir mal na escola. Eu simplesmente não absorvia nada que era ensinado. Em algumas matérias, como português, eu ia bem na parte de interpretação de texto, mas no que exigia mais raciocínio tipo gramática, matemática, geografia eu ia muito mal.
Ficava extremamente envergonhada e parei de falar na escola. Meus pais não faziam ideia, por que em casa eu era bem falante.
Na escola me tornei tímida, e torcia por nenhuma professora me chamar para responder algo. Tentava constantemente ser invisível.
Todo ano eu quase repetia, ficava para recuperação junto com os meninos "bagunceiros" da sala. Na 5a série eu estava quase repetindo o ano, quando minha mãe me mudou de escola em outubro. Fiz o finalzinho do ano e os outros numa escola que não repetia ninguém.
Eu acreditava fielmente que era burra, que no futuro se eu ganhasse um salário de mil reais no máximo já estaria bom.
Tudo que me ensinava eu esquecia imediatamente. E isso foi se prolongando durante minha vida. Como me formei com 17 anos, minha mãe já me arrastou para o vestibular e eu fiz faculdade.
Até hoje não sei como passei pelos módulos. Era como se eu não estivesse lá. Isso me trazia insegurança para arrumar um emprego na área, porque eu tinha vergonha que descobrissem que eu não sabia nada.
Não parava nem 6 meses no mesmo emprego, pela minha desatenção. Acabei me interessando pela área e busquei por vontade própria duas pós-graduações. Foi ai que consegui entender um monte de coisas.
Engravidei e no hospital que meu filho estava eu conversei com uma psicóloga sobre como eu me sentia vazia, porque não aprendia nada. Ela me falou sobre TDAH e orientou que eu procurasse um neuro ou psiquiatra.
Foi o que fiz e todos confirmaram que eu não era burra, apenas tinha TDAH. Fiquei feliz em descobrir porque não me interessava por nada, esquecia e tudo a minha volta era uma bagunça.
Descobri que sou muito inteligente naquelas áreas que eu me interessava, pois quando estava no mundo da lua, aprimorava minha criatividade. Hoje lido bem com esses aspectos, mas ainda estou aprendendo a organizar minha vida.
Minha casa vira uma bagunça em questão de segundos e eu nem sei por onde começo a arrumar. Não consigo seguir uma rotina com facilidade. Por isso me policio muito, para tentar deixar as coisas em ordem, já que tenho um filho e ele precisa de um lar saudável. É difícil, é triplamente mais difícil. Para alguém normal essas coisas são básicas, para mim é um martírio. Eu me canso mais, mas eu consigo!
 
Data: 08 novembro 2012
Enviado por: Gabriela
São Paulo
Minha filha foi diagnoticada com tdah com 9 anos,mas minhas preocupações com ela viera muito mais cedo,pois era uma criança muito inquieta,não parava nunca.
Nos primeiros anos de escola a professoa chegou a me dizer em uma reunião que o problema estava na educação,pos ela não timha limites.
Vi minha filha ser apontada como a criança chata da sala de aula.
Em casa um pequeno descuido e ela estava escalando o muro,desmontando peças estragadas.As brincadeiras de menina com boneca ,casinha....nem pensar,brincar só se fosse de pega-pega,queimada.bets ou qualquer brincadeira que tivesse muita adrenalina envolvida.
Quando por conta própria comecei a fazer pesquisas na internet,descobri este site,e passei a seguir as dicas,assistir aos videos,ouvir depoimentos.
Hoje minha filha está na 8 série,com notas baixissimas,correndo o risco de ser reprovada.Infelismente aqui onde moro,não existe pessoas capacitadas para cuidar de um tdah,faço o que posso por ela,sou a mãe chata da escola,não consigo fazer com que os professores entendam a situação dela.
É um caminho longo e muito sofrido,porque sei o quanto ela sofre com a discriminação,com notas baixissimas,com o jeito irriquieto,estabanado.Acobrança das pessoas hoje que ela tem 14 anos,porque porque esperam que ela tenha a atitude de uma mocinha bem comportada etc,maaaas infelismente não é isso que acontece.Mas minha filhs é meu maior tesouro,amo com maor amor do mundo.
Sinto não poder ajuda_la da maneira certa. Um abraço
 
Data: 08 novembro 2012
Enviado por: Hilda Sabino Freeari
Candido Mota
Boa noite trabalho como auxiliar de apoio à inclusão em uma escola da rede municipal e a 2 anos acompanho uma criança de 9 anos com TDAH e sei o quanto todos sofrem com essa situação,mas o maior sofrimento que tenho percebido é do meu aluno.Pois ele é visto como uma criança indisciplinada e sem limites mesmo estando dentro de ambiente escolar é perceptível a intolerância das pessoas.
Sei que tenho realizado um ótimo trabalho de inclusão com ele pois hoje ele consegue respeitar certas regras e limites,mas fico triste pois isso acontece somente com minha presença pois parece que sou a única referência para ele e sinto-me insegura quanto ao seu futuro pois com o término do 2º período ele terá que ir para outra escola sem a minha companhia.
Gostaria de saber a respeito de outros tipos de tratamento pois o mesmo faz acompanhamento com psiquiatra ,onde o efeito é de curto prazo e nos últimos 3 meses ele regrediu bastante dentro de um quadro de muita agressividade e inquietação e principalmente cansaço.
Por favor me dêem uma luz para poder ajudá-lo ficarei imensamente agradecida.
Aguardo vocês!
 
Data: 07 novembro 2012
Enviado por: Gislene Dias Cordeiro
Belo Horizonte
Boa noite
Eu tenho 33 anos, sou casada e tenho 2 filhos, a minha infância não foi muito fácil. Eu não conseguia aprender nada no colégio, a minha mãe era analfabeta e meu pai chegava muito tarde do trabalho, quem me ajudava era minha irmã mais velha, mesmo assim, ela me ensinava eu aprendia na hora e 10 minutos após eu já tinha esquecido.Então eu apanhava...
No colégio eu era muito tímida, envergonhada, medrosa, e triste, irritada, agitada e, com isso minha mãe recebia várias reclamações. As minhas amigas com notas altas e eu com todas as notas vermelhas...daí apanhava de novo...meus pais achavam que era culpa minha, mas eu passava o dia chorando.Naquela época não se conhecia o trantorno o que dificultou muito minha vida.
Repeti 2 vezes o colégio a 2 e a 7 série.Fui uma adolecente muito complicada e acreditem eu era tão agitada e inquieta que meu pai até pensou que eu usava drogas, é mole? e fez da minha vida um inferno.
Quando fiz 16 anos o trabalho do meu pai colocou plano de saúde para os funcionários, daí eu escondida dos meus pais e com vergonha decidi marcar uma consulta com o neurologista e com o psiquiatra que me indicou também um psicologo, foi diagnosticada o transtorno TDAH e uma depressão.
Fiz tratamento durante muito tempo com consultas e remedios.
Hoje sou inteligentissíma..rsrsr, auto didata, criei uma maneira minha de aprender, sou graduada em enfermagem com pós graduação em pediatria e neonatologia, consigo falar em público para centenas de pessoas "sem vergonha nenhuma", e o mais importante de tudo sou feliz.
Não culpo meus pais, antigamente não se conhecia o transtorno.
Só dou uma dica para quem tem filhos, quando alguma coisa não vai bem é melhor procurar ajuda, no meu caso eu mesma procurei.
Boa sorte!
 
Data: 06 novembro 2012
Enviado por: virginia santos
rio de janeiro
Meu primeiro contato com TDAH ocorreu durante meus estudos em Psicopatologia ainda na Faculdade de Psicologia.
À época poucos profissionais de saúde sabiam o que era TDAH e outros "achavam que era invenção dos laboratórios farmacêuticos para vender remédios" ou que a "culpa" era da mãe que não educava bem seus filhos.
Em meio à tantos "achismos", segui com meus estudos até o dia em que recebi no meu consultório um jovem de 19 anos cuja mãe, desde que o filho tinha 7 anos, buscava explicação e tratamento para o "jeito diferente de seu filho".
Entregou-me um monte de exames clínicos (?!), neurológicos,laudos psicopedagógicos, neuropsicológicos e psicológicos que foram realizados durante doze anos.
Iniciei anamnese e à medida que colhia dados da história mórbida familiar e comportamental mais e mais ficava claro que aquele jovem preenchia as caracteristicas diagnósticas para TDAH como também para Transtorno Desafiador Opositivo e já havia apresentado comportamentos anti-sociais.
Depois de trocar de escola por cinco vezes(mau comportamento e dificuldades em adaptar-se e aprendizagem) a família desistiu de tentar e o rótulo de vagabundo, burro e mau caráter se tornaram uma constante na vida desse rapaz.
Passou a realizar pequenos furtos dentro de casa e a consumir drogas.Sua desorganização pessoal, social e mental eram evidentes e sua auto estima baixíssima. Chegou a ficar internado por dois meses em hospital psiquiátrico em razão de uma "crise de agressividade" .....Diante de tantos laudos divergentes e com o histórico do rapaz que indicavam tão claramente se tratar de TDAH + comorbidades o encaminhei à um psiquiatra que concordou com meu diagnóstico.
O tratamento combinado (farmacológico, psicológico e psicoeducacional)foi iniciado. Certamente não foi fácil para nenhum de nós profissionais e familiares envolvidos no trabalho,uma vez que os prejuízos acumulados pelo rapaz eram muitos, mas o resultado até agora tem sido gratificante para todos!
Hoje o rapaz trabalha na empresa da familia, terminou o supletivo de segundo grau e pretende cursar Administração de Empresas.
Quando há comprometimento, conhecimento e determinação de profissionais e familiares, os prejuízos podem ser revertidos e as aptidões pessoais exploradas positivamente. Esse foi um caso emblemático na minha carreira profissional e até hoje guardo todo o aprendizado que me proporcionou. Força na caminhada! O caminho pode ser longo, mas vale a pena.
Obrigada e um abraço a todos.
Lucy Amoroso
Curitiba - Pr
 
Data: 06 novembro 2012
Enviado por: Lucy Amoroso
Curitiba
Meu filho tem 15 anos,aos 12 começei a perceber algumas indiferenças,no comportamento principalmente na escola,muito nervoso,sem concentração nenhuma para as atividades,perdendo material como borracha,lapís,esquecendo material,e sendo culpado de tudo que acontecia em sala de aula,não aguentava nenhum tipo de pressão psicologica,tudo era motivo pra ficar nervoso.
As vezes pensava que era pra chamar atenção,mas um belo dia estava em meu trabalho e assistir uma reportagem no JN falando sobre crianças hiperativas,naquele momento me chamou atenção.
como estava muito ocupada ,peguei o site e fui pesquisar na net e começei a ler tudo que falava a respeito TDAH,então li algumas caracteristicas da doença e vi que realmente meu filho estava precisando de ajuda.
No outro dia imediatamente procurei um especialista, assim que chegou ao consultorio a Drªpercebeu que ele tinha Deficit de Atenção,passou alguns exames e passou uma medicação ele se deu muito bem.
Melhorou bastanate,mas o dificil pra mim e a receita de comprar o remedio por ser contolada, as vezes o medico não se encontra na cidade,fico sem saber o que fazer principalmente em epoca de prova,muito complicado mesmo,pois a concentração não funciona mesmo.
Essa doença leva o individuo ao não se desenvolver profissionalmente,e leva a fazer só aquilo que o interessa.Não gosta de ouvir conselhos e nem ter responsabilidades....
Deus abençoe a todos que teve essa iniciativa em fazer esta campanha.
Estou aqui pra lutar com vocês.
Muito Obrigado!
 
Data: 06 novembro 2012
Enviado por: Darlei
Itabuna
Tenho 60 anos! descobri q tinha TDA/H quando meu filho foi diagnosticado. Comecei a ler tudo sobre o transtorno e falei para meu marido "eu sou igual"!.
Nunca tinha terminado a faculdade...
Com a ajuda do psiquiatra de meu filho, encontrei uma psicologa terapeuta cognitiva e iniciei uma terapia q mudou minha vida! Retomei a faculdade e precisei ser medicada para poder estudar. Mas me formei há 6 anos! Em Direito!
A terapeuta virou minha amiga! E me socorre volta-e-meia.
TDA/H é para toda a vida. Olho para trás e penso q poderia ter tido uma vida mais fácil soubesse antes do transtorno.
Mas sempre é tempo. E hoje estou marcando uma viagem de intercâmbio para estudar Ingles no exterior.
Medicacão pra TDAH ou o que a substituir vai na bagagem. E minhas "bengalas" para lidar com meu esquecimento, minhas trapalhadas, meus impulsos.
Sempre aprendendo, lendo muito sobre o assunto tudo ficou mais fácil.
 
Data: 06 novembro 2012
Enviado por: Dione Poisl
Novo Hamburgo
Desde seu nascimento ele era agitado, ainda bebê não parava de se mexer, não dormia quase nada. Os anos foram passando e ele continuava cada vez mais inqueto, batia nos amiguinos da escolinha, era desobediente tanto na escola como em casa.
Sair com ele era uma tarefa difícil, pois tudo que encontrava pela frente ele mexia, derrubava ou quebrava. As simples tarefas diárias eram exaustivas, como tomar banho, dormir, vestir e comer, nada disso era feito sem antes haver uma oposição, um questionamento.
Nas escolas pelas quais passou, ainda pequeno, era conhecido como a criança inteligente, mas sem educação, impulsiva e por isso era deixado de lado pelos professores que preferiam não entrar em atrito com ele.
Com cinco para seis anos, quando iria cursar o 1º ano do ensino fundamental, foi transferido para sua terceira escola, foi um ano difícil, todos os problemas de comportamento se repetiam e seus pais não saiam do colégio para atenderem as constante convocações para reuniões.
O colégio, com profissionais de primeira linha, com uma preparação muito acima da média para avaliar o aluno individualmente e perceber eventuais problemas, com o TDAH, que seus alunos poderiam ser portadores, não demorou, com muita sutileza e carinho, a mencionar aos seus pais sobre a possibilidade dele ter tal transtorno, mais direcionado para TOD (Transtorno Opositor Desafiador).
Seus pais, que nunca haviam ouvido falar sobre tal doença, acharam que não poderia ser isso, mas como pais zelosos, e acima de tudo por amarem muito seu filho, foram se certificar que não havia nenhum problema neurológico com seu rebento.
Fizeram todos os passos que lhes indicaram, neurologistas, psicólogos, psiquiatras, logo se constatou a verdade, ele realmente era portador do transtorno opositor desafiador, além disso, tinha um QI muito acima da média, o que para ele só agravava sua situação, pois com sete anos tinha consciência plena de suas incapacidades comportamentais o que lhe rendeu uma auto-estima muito baixa, ao ponto de acreditar que ninguém gostava dele, que ele não era uma boa criança.
Hoje ele está em tratamento, medicado e muito mais feliz, é compreendido e se sente mais integrado a família e a escola. Mas há muito ainda a ser feito, mas aqueles tempos difíceis de abaixa auto-estima, agitação e inquietude já se foram e deram lugar a compreensão, carinho e respeito.
Ele é meu filho, hoje está com 11 anos de idade e muito feliz.

Fernanda Cristina Rodrigues Nogueira
 
Data: 06 novembro 2012
Enviado por: Fernanda Cristina Rodrigues Nogueira
Campinas
Meu filho sempre foi "diferente" das outras crianças da sua idade.
Era sempre o mais inquieto, o que sempre caía da cadeira, reclamava qdo a professora passava atividades que precisavam de concentração. Era muito impulsivo e qdo percebia, já tinha dito ou feito.
Eu Já havia procurado uma neurologista, para ter a certeza que havia alguma coisa diferente com o João Pedro, mas aos 5 anos, não era aconselhável o uso de medicação, pelo desenvolvimento neurológico, ainda incompleto.
Quando foi para o primeiro ano, fui à uma psiquiatra que deu o diagnóstico de TDAH, ou seja, a forma combinada. Era só a certeza daquilo que a gente já sabia: todos cansavam, menos ele. Todos queriam dormir, menos ele. Todo mundo queria descansar depois do almoço, menos ele. Ele brincava com um, com dois, com três e, só ele não cansava.
Qto mais atividade, mais agitado ficava. Durante a noite, caia da cama ou "andava" pela cama, virando e desvirando, falando, chutando...uma loucura.
Hoje, João Pedro tem 10 anos, há 3 faz tratamento com a psiquiatra e com a psicóloga. Faz uso de medicaçao para TDAH durante o período da manhã, o horário que está na aula.
EuTenho tido muita sorte com as professoras dele, que me ajudam com os seus esquecimentos, o colocam na primeira carteira, para tirar qualquer estímulo da sua frente, e qdo percebem o senta e levanta, pedem prá que ele vá fazer algum favor, em algum lugar da escola. Está numa fase onde a impulsividade tem aflorado um pouco mais, devido a entrada da pré adolescencia, o que tem nos dado um pouco mais de trabalho, principalmente em dia de educação física, na escola.
Infelizmente, a nossa maior dificuldade, é mesmo dentro de casa, na família. Não aceitam o diagnóstico, o uso do medicamento, sua inquietude na fala, no comportamento, as comparações com outras crianças...ele já percebeu isso, e até ja desenvolveu uma depressão há algum tempo.....
... Vai muito bem na escola e é muito bem assistido por mim, mãe assumida de um TDAH, que luta por seu filho, por sua felicidade, por seu direito de ser tratado como uma criança especial, ESPECIAL como toda criança!!!
 
Data: 05 novembro 2012
Enviado por: Thaise
Marília


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