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Terça, Junho 27, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

SEMPRE TIVE ESSAS CARACTERÍSTICAS, DE TDAH. MAS QUUANDOD CRIANÇA NÃO HAVIA ESSE TIPOS DE DIAGNOSTICO, NÃO QUE EU SAIBA.
SEMPRE FUI MUITO INQUIETA, NÃO CONSEGUIA ME CONCENTRAR EM SALA DE AULA. EM CASA, NÃO PARAVA QUIETA UM SÓ SEGUNDO O QUE RESULTAVA É QUE VIVIA ME MACHUCANDO DEVIDO AS TRAQUINAGENS.
LEMBRO-ME DE VÁRIAS VEZES FAZER ESFORÇOS ENORMES PARA SER COMO MEUS AMIGOS, TENTAR ME CONCENTRAR E SEGUIR COM MINHAS ATIVIDADES ATÉ O FINAL, INFELIZMENTE EU ACABAVA SENDO FRUSTRADA E ISSO ME DEIXAVA MUITO IRRITADA, ME SENTINDO INFERIOR.
DOS MEU PAIS E VIZINHOS ESCUTAVA VÁRIAS VEZES QUE MENINA DIFICIL, SÓ DAR DOR DE CABEÇA, QUE LEVADA É INSUPORTÁVEL. HOJE AOS TRINTA ANOS ´QUE VIM DESCOBRIR QUE SOU TDAH, EM MUITAS COISA JA CONSIGO TER EQULIBRIO, MAS AINDA SOU MUITO INQUIETA, PRINCIPALMENTE QD ESTOU SENTADA, PRECISO ESTA MOVIMENTANDO ALGUMA PARTE DO MEU CORPO E AINDA TAMBEM NÃO CONSIGO DORMIR MUITO BEM.
MERITA NUNES
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: MERITA NUNES DA CONCEIÇÃO COSTA
Gama
Só depois de diagnosticada, já com mais de vinte anos de idade, que minha vida realmente começou a entrar nos eixos. Somente após começar o tratamento pude ter um relacionamento saudável e duradouro e começar a fazer coisas que sempre quis fazer como aulas de música e academia. Antes apenas o trabalho tomava todo meu tempo e sempre deixava as coisas pela metade. Hoje já não tem 10 copos espalhados pela casa. Hoje eu não esqueço meus casacos, sombrinhas, celulares, óculos e etc. todos os dias. Hoje nunca me esqueço de um compromisso. Hoje não sofro gigantemente com cada pequena desilusão ou cada pensamento negativo. Hoje sei que não sou burra, lenta ou devagar. Hoje consigo manter uma conversa e ouvir o que a outra pessoa tem a dizer. Hoje durmo todas as noites. Tudo isso graças ao tratamento médico e terapia.
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Roberta Alves Dayrell da Cunha Pereira
Uberlândia
Olá, boa tarde!!
Meu nome é Suzara, tenho 32 anos, pedagoga, sou nascida em Itaqui/RS, mas há 4 anos vim embora com meus pais para a região metropolitana de Porto Alegre, Novo Hamburgo.
Não sou hiperativa, mas com certeza tenho um déficit de atenção em um grau significativo.
Na minha infância, idade escolar, era muito nervosa, quando chegava a época de ir pra escola, eu chorava com medo, pois certamente tinha dificuldades, mas passava de ano.
Na adolescência, entrei num grupo de dança folclórica, e a coreografia que eu sabia, esquecia, tive dificuldade pra gravar as sequências até que desisti da dança.
Sempre fui meio 'avoada'...
Quando entrei para a faculdade que foi meu maior sofrimento...
As teorias dos polígrafos, dos livros, do que as professoras ensinavam... e quando tinha que apresentar trabalhos era um verdadeiro Deus nos acuda. Aquele fogo dentro do peito acompanhado de um frio na barriga, muito doloroso para mim, pois não conseguia assimilar abstrato, tão pouco passar para as colegas.
Realmente, não sei como passei os 8 semestres de faculdade.
Lá na minha cidade nunca trabalhei na área da educação, sempre em comércio, não acreditava em mim na minha capacidade, uma autoestima baixa.
Quando vim para Novo Hamburgo, no mesmo ano consegui um contrato de monitora numa escola estadual. Foi difícil entrar no ritmo, assimilar algumas atividades, me relacionar com as pessoas.
Em abril deste ano, finalmente consegui coragem, com o incentivo de muitas pessoas para assumir uma sala de aula. E passados esses 7 meses, já dei muitas mancadas pela falta de atenção, um tanto de organização... desanimei muitas vezes e estou em busca de um porquê ser assim!! Não aceito e tenho receio de perder meu emprego por isso.
Sou desajeitada, perco as coisas facilmente, não sei contar piadas, histórias com detalhes, interações muito vagas...
ótima essa oportunidade de divulgarmos a nossa história!!
Muito obrigada!
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Suzara
Novo Hamburgo - RS
Bom, meu nome é Ricardo , resido hoje em Belém do Para, e descobrir ser TDAH com 46 anos , foi dificil, porque nunca imaginei que está sigla existia , eu estou tomando medicação , e freguentando meu psiquiatra , eu tenho dificuldade de concentração e de esquecer coisas e nomes , sou divorciado e três filhos maravilhosos , eu sinto todas os sintomas de TDAH , sinto dificuldade de permanecer com amizades , e para ler é dificil , unica coisa que me para é a televisão , eu estou tentando estudar para prova da ordem , já mudei para varias cidades , quando me separei fui para estados unidos , mas não figuei la devido está situação de não permanecer nos mesmos projetos , hoje trabalho está situação para ter vitória , não é facil , mas ceio na minha vitória , não sei se TDAH , são faladores eu falo muito ,.e desejo a todos os tdah sucesso , e felicidade .
Grande abraço a todos. que nosso Deus possa inverter o incerto em vitória para todos.
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Ricardo Zocatelli
Belém
Meu nome é Edna Aparecida Palombo, tenho 50 anos sou graduada em Pedagogia e Pós Graduada e Psicopedagogia Clínica e Institucional. Atuando profissionalmente numa clínica/PSICOMED e também como Consultora, com atendimentos Home Care e In Company.
É com prazer que compartilho a minha experiência de vida ligada ao TDAH:
...Desde pequena era muito inquieta,impulsiva e desatenta. Por conta disso recebi o apelido de "beca/cabrita". Como não tinha parada e era muito magrinha, isso fazia com que minha mãe me enchesse de vitaminas e alimentos, no afã de me fazer engordar. Por crença de que dormir após ao almoço pudesse fazer uma pessoa engordar, minha mãe com rigor, me forçava a isso. E eu, obviamente, sofria com esta imposição. Em contrapartida, na escola, na comunidade eu era a "garota sensação", pois já deixava claro a veia artística que possuía. Mas, novamente, obviamente, isso não contava era observado pela escola e também minha família não entendia esse evento (criatividade) como um aliado na vida de um ser humano e por conseguinte, não apreciava e nem estimulava. Quando fui fazer minha pós (47/48 anos) venho conhecer o TDAH.
Imaginem meu espanto!!! A cabrita nada mais era do que uma TDAH.
Bem, de lá pra cá, tudo mudou e desde então trabalho para desmistificar e auxiliar no tratamento daqueles que são portadores do mesmo. Continuo "artista" e tenho um trabalho com música (Há 15 anos), onde meus filhos são os músicos/violinistas e eu Oradora. Fizemos muitos eventos e em abril deste ano não me contive e me matriculei no curso para aprender a tocar violino. Ainda estou no "útero" do aprendizado, mas em breve me conhecerão (rsrs). Tenho orgulho de ser TDAH, porque amo ter o meu potencial criativo tão acentuado como o é. Grata pelo espaço, abraço fraterno a todo TDAH e Muita Paz!
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Edna Aparecida Palombo
Tubarão/SC
Descobri que tenho TDAH no ano 2000, pois cansado de ser criticado em faculdade e taxado por amigos e pessoas mais proximas de vagabundo, por não conseguir se concentrar na aula, perder o emprego com facilidade por ficar "viajando", decidimos procurar o auxilio de neurologistas e, após de uma série de exames descobrimos que eu fazia parte do grupo de pessoas com TDAH e, de lá pra cá viemos tratando com medicação para TDAH..
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Thiago Tatim
Porto Alegre
meu nome é sonia, quando vi este site não resisti e resolvi escrever um poquinho pois minha história é muito longa, muitas coisas me aconteceram, desde de pequena era chamada de retardada, idiota, na escola ninguem se aproximava de mim era considerada uma chata, minha terrivel timidez me trapalhou muito, e por me achar mesmo uma tetardada burra, não consegui ir muito longe nos estudos, abandonava tudo que começava, minha mente hiperativa não me deixava terminar nada, perdia muitas coisas,(continuo perdendo), minha memória então um horror, aos 37 anos engravidei e foi aí que minha vida mudou...
meu filho hoje com 12 anos nasceu com tdah, tinha dias que eu pesava em fugir, não entendia aquela criança tão parecida comigo, meu espelho me confrontando me enfrentando.. Na escola já aos 5 anos de idade fui chamada não queriam mais ele lá, em casa o pai batia nele todos os dias, achava que ele era malcriado, a avó materna dizia que ele seria burro igual a mim e ao avô(já falecido, meu pai tinha tambem tdh e dislexia, infelizmente so descobri depois que ele faleceu, não conseguimos pedir perdão a ele, ele faleceu de tanto beber).
Eu tentei o suicidio algumas vezes, bebia tambem, so não usei drogas por que a 40 anos atras não sabia onde achar... Mas um dia já cansada de ver meu pobre filho apanhando e triste uma médica onde trabalhava me deu uma luz..."acho que seu filho tem tdah.
Ela conseguiu uma vaga no Hospital das clinicas, onde meu filho faz tratamento desde os 6 anos de idade. hoje ele está muito melhor. conhecemos o assunto, leio livros descobri em mim atraves dele que somos sim inteligentes, hoje ele tira notas boas no colegio, toma remedio e ter consciência de quem é, atraves dele pude me conhecer sou mais feliz hoje, apesar de ter perdido parte de minha vida, de minha infãncia, de ter marcas tatuadas pra sempre em minha alma mas me reconstruo todos os dias.
Só sinto falta de não ter uma booa memória, mas de resto é auto controle e observação, não tenho muitos amigos sou muito reservada, mas empurro meu filho pra ter amigos sair, brincar, hoje o pai dele o entende e nunca mais bateu nele... eu gostaria que meu pai tambem tivesse tido a oportunidade de ser feliz uma pena, descobrimos tarde de mais.
Eu gostaria que todas as crianças pudessem ter a oportunidade tratamento, pos sei que existem muitas crianças que como eu e meu filho sofrem sofrerão se ninguem os ajudar...
obrigada pela oportunidade de desbafar um pouquinho... sonia
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: sonia maria camara preito
são paulo
Quando meu filho começou a andar ele quebrava tudo que alcançava, as pessoas falavam que era só chamar a atenção dele que ele ia se comportar.
Fiz de tudo, ele faltou destruir a casa. Meus dias eram sofridos e angustiantes, porque ele não dormia de dia, e era muito agitado.
Quando fez três anos coloquei ele numa escolinha,vinha queixas da diretora, professores e alunos, que ele batia e cuspia nos colegas, e não fazia nada
.Fui até ameaçada de chamarem para mim o conselho tutelar.
Passei a levá-lo no psicólogo e não adiantou nada. Era uma sensação de fracasso muito grande, e eu achava a psicóloga coitada, uma incompetente.
Ele fez o primeiro período dois anos seguidos e não se desenvolvia. Eu sofria muito com o comportamento dele, me sentia responsável por ele não ser igual aos outros meninos e também porque ele era muito desprezado pelos coleguinhas
.Quando ele estava perto de completar cinco anos, eu tive outro filho e as coisas pioraram, ele sentia muito ciúmes do bebê, batia muito nele,quebrava os brinquedos dele, eu ficava igual uma doida no meio de tanta confusão.
Eu já havia levado ele duas vezes aos neurologistas e eles falavam que ele não tinha nada, que era muito intelígente,que tinha uma inteligencia acima da média. O exame eletroencefalograma deu normal as duas vezes que ele fez.
Depois de tanto sofrer com a minha dificuldade de lidar com ele,e sei que ele também sofria, eu o levei a um psiquiatra, e aí ele foi logo na primeira consulta diagnosticado TDAH. Ele começou a tomar a ser medicado no horário de aula, se desenvolveu muito no colégio,melhorou o comportamento com os colegas também. Só falta melhorar o comportamento com o irmão, que também não é uma criança nada fácil.
Eu agradeço a Deus por ter me iluminado a levar ele no psiquiatra, pois eu já estava num nível de depressão muito alta por causa do comportamento dele. Minha esperança é que ele se torne mais amistoso com o irmão. Acho que toda mãe deve buscar sempre o melhor para seus filhos, está atenta para perceber quando um comportamento foge do normal.E ter muita paciência e amor. Pois só o amor é capaz de suportar tamanha dificuldade.
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Elisangela Vieira dos Santos
Montes Claros
NO se hacer videos.. aqui les pegue mi historia que expuse en mi blog!! espero eso sirva!!
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Carina Ternavasio
Cordoba Argentina
http://traslasierraabrazaaltdah.blogspot.com.ar/2012/05/mi-experiencia-como-madre.html
Bom, eu nunca fui diagnosticado nem conhecia o assunto até ver a página no facebook, e pelo que tudo indica eu e meu irmão temos esse problema, meu irmão ainda mais que eu pq ele é hiperativo, inquieto, bagunceiro e se concentra menos que eu nos etudos.
Eu tenho 24 anos divido um ap com meu irmão e eu sempre fui meio distraído, pensativo, porem calmo, calmo até demais, minha mãe até achava que eu tinha problemas, mas o tempo foi passando e esse meu distraimento não foi de atrapalhar muito, sempre fui mediano até o ensino médio, no entanto quando entrei pra faculdade no curso de Engenharia da Computação, no primeiro ano reprovei quase todas as disciplinas.
Quando assisto as aulas começo prestando atenção, mas quando volto a me concentrar tenho perdido metade da aula... simplesmente viajo mentalmente, começo a estudar em casa leio no máximo 2 páginas e enfim me distraio e me canso, e cada dia está ficando pior, até meus jogos eletrônicos estão me cansando e me enfadando, tento ao máximo me ocupar, atualmente faço Engenharia da Computação, dou aulas de informática, trabalho aos fins de semana, me matriculei em outra faculdade de Engenharia Civil, tudo isso pra tentar me manter ocupado, porque se deixar passo o dia olhando pra parede.
Antes pensava que seria autismo, mas eu me relaciono muito bem com as pessoas, sou muito extrovertido, so não consigo me concentrar por muito tempo, as vezes até uma conversa casual a pessoa vai falando e puff escuto ela falar, mas não absorvi uma palavra que ela disse.
Ao escrever esse texto mesmo, por duas vezes parei pra ficar abrindo e fechando a porta da impressora, ai quando caio em si volto a digitar.
Contudo com muito esforço e dedicação estou para me formar em Engenharia da Computação e sempre tento ao máximo me manter no foco, na minha faculdade há um curso de psicologia e medicina, tentarei levar para e ver se alguém se interessa e tenho certeza que outras pessoas podem se diagnosticadas e podem ter um apoio para reduzir os danos que o TDAH causa.
Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho de vocês.
 
Data: 04 novembro 2012
Enviado por: Gonçalo Neto
Mucambo, CE


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