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Sábado, Agosto 19, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

"Garoto Bandaid, menino maluquinho, the flash...
Sou mãe de um TDAH de 7 anos e esposa de outro de 36!
Imaginem se minha vida é agitada!
Mas quero aproveitar a oportunidade de poder compartilhar experiências, não para falar do que é difícil e sofrível no TDAH mas para celebrar, rir e acender uma chama de esperança nos corações.
Como são pessoas surpreendentes, divertidas e deliciosas, e foram essas algumas das características que me fizeram me apaixonar pelo meu marido há mais de 17 anos e a me apaixonar pelo meu filhote a cada dia. Claro que eles esgotam minha paciência muitas vezes e me enlouquecem, mas conviver com eles é uma verdadeira aventura, e é maravilhoso com um certo quê de doloroso!
Meu filho vive remendado com corativos e deveria ser garoto propaganda de alguma marca, todo dia um dodói novo, ou vários!
Pular de móveis e voar são suas especialidades, correr como o vento também!
Fazer performaces de danças bizarras e vestir fantasias feitas por ele mesmo, como bandanas amarradas pelo corpo inteiro e toucas cortadas. Nenhuma luva sobrevive aqui, todas tem seus dedinhos mutilados.
Se for para se arrumar para sair os tênis devem ser um de cada par, e as meias de cores diferentes. Elásticos viram "lindas" pulseiras e barbantes, correntes.
Canções intermináveis de autoria própria durante o banho, aliás, banho é um momento muito especial que serve pra tudo menos pra lavar ou limpar qualquer parte do corpo. No final dá tudo certo e a criança sai limpa!
Assistir TV, só em pé!E comer também, se lembrar de algo interessante pra fazer não dá pra terminar a refeição, só mais tarde
É tão sensível que chora com qualquer tipo de sofrimento alheio, ou se vê injustiça! Divide tudo e quer ajudar todo mundo! É extremamente carinhoso. Seus beijos e abraços sufocam e são irritantemente bons.
Não tem como não amar seres como estes, são especias demais!
 
Data: 20 outubro 2012
Enviado por: Kátia Cruz
São Paulo
O Mateus nasceu saudável e foi uma criança muito tranquila, porém desastrada. Com dois anos ele quebrou o braço ao cair da motoca parada. Até a idade de 12 anos ele quebrou 6 vezes o braço. E o mais impressionante era que não acontecia por peraltice, porém falta de atenção. Aos seis anos ele precisou repetir a pré-escola por não conseguir acompanhar a turma e falta de maturidade. Quando chegou na sexta série suas notas, que já não eram boas, começaram a declinar. Eu acreditava que a razão de seu mau desempenho estava associado a tantas mudanças. Até os 12 anos de idade nossa família havia se mudado seis vezes em seis estados diferentes. Meu esposo achava que o problema de Mateus era preguiça, então decidi parar de trabalhar e ajudar meu filho a estudar. Durante o ano escolar as professoras pediam que eu fizesse exames de audição e visão em Mateus por ele ser distraído e desatento. Nenhum problema fora encontrado. Meu mundo caiu quando encontrei meu filho chorando e desacreditando em si mesmo por se considerar burro. Fui orientada a procurar ajuda e depois de inúmeros exames, mais de 10 neuros diferentes chegou-se o diagnóstico de Dislexia, TDA e síndrome de Irlen... Mateus está com 18 anos,toma medicamento controlado, toca bateria na escola e na igreja, namora, vai bem na escola, com exceção da área de humanas que vai aos trancos e barrancos. O importante de tudo é o fato de ter consciência das suas limitações, lida bem com elas e é muito feliz!! Sentia-me muito culpada em não conseguir ajudá-lo. Fui mãe dele aos 18 anos, eu e meu marido o criamos sozinhos sem ajuda de ninguém e, por isso,encontrar a solução do seu problema era a nossa meta.Foram 4 anos de dedicação e muito amor que valeu a pena.Não desistam de seus filhos!
 
Data: 20 outubro 2012
Enviado por: Fabiana
Niterói
Oi,tenho 38 anos,por 9 anos fiquei com diagnóstico de bipolar tipo II,tive 2 depressões que me preocuparam,tive formaçao católica,mas hj em dia sou kardecista!Me apeguei na minha fé,família,médicos e medicaçoes para superar essas duas crises.Hoje com 13 meses com diagnóstico de TDAH,com acompanhamento de mais de 4 anos,sou tratada no HC,tomo cloridrato de metilfenidato,tenho me sentido bem melhor com essa medicação,confio no meu médico,assisti um encontro de TDAH na ABDA de portadores e familiares,e adorei! Hoje dou conta de tudo na minha vida,sem muita ansiedade,sou personal trainer,mãe de um menino lindo de 5 anos,sou uma pessoa mais feliz hj em dia,sei o que quero,tenho muito à aprender ainda,pretendo poder ajudar muitas pessoas ainda que sao portadoras e familiares que sofrem junto e sei que posso acrescentar algo,abraços,obrigada pelo interesse,se tiver mais encontros na ABDA São Paulo,gostaria de participar,até breve! Antoísa Carla
 
Data: 20 outubro 2012
Enviado por: Antoisa Carla de Oliveira
São Paulo
Sou Mãe, professora e pedagoga, tenho dois filhos mas so a menina apresentou um quadro relativo ao TDHA, até as pessoas entenderem como isso funciona nossa foi muito difícil mante-la na escola juntos com outras crianças ditas normais. Minha filha trata desde os sete anos quando percebi o problema. Foi e ainda é um tratamento contínuo, com muitos profissionais envolvidos, hj ela já esta no sexto ano graças a Deus, mas só ele mesmo pra perceber nosso esforço para que ela chegasse onde chegou, digo, esforço meu e de minha mãe que sempre apoiou minha filha junto comigo. Não consegui muito apoio das escolas por onde passou, gestores e professores deveriam se especializarem mais para lhe dar com este tipo de aluno em sala, porque só a família ou uma pequena parte dela não é suficiente. Minha filha é uma vitoriosa.
 
Data: 19 outubro 2012
Enviado por: Eliane
Franca
Sou professora da Rede Estadual, psicopedagoga,trabalho na sala Recurso(AEE),Tenho aluno com TDAH, procuro esta sempre atenta, o mais importante para mim é acreditar no potencial que este aluno tem para ser desenvolvido, sua história de vida,família, comunidade, conhecer esse aluno onde ele esta enserido, assim procurar fazer um trabalho pedagógico e junto com esse trabalhar a afetividade,confiança, medos,com respeito e amor,não podemos esquecer que estamos trabalhando com pessoas. Portanto nosso aluno terá melhor comprensão quando tratarmos de igual, mas com limites. TDAH, esta aí perto de você, mas é preciso ficar atento e procurar ajuda.
 
Data: 19 outubro 2012
Enviado por: Júnia Silva Costa
Uberlândia
Meu filho tem TDA, diagnosticado desde os 9 anos, hoje está com 14....
Ficou com déficts de equilíbrio, não anda de bicicleta,motricidade não amarra tênis e não recort...Faz sessões com psicopedagoga desde os 6 anos. Seu diagnóstico foi feito por neurologista e depois passamos para um psiquiatra. Não é fácil a vida escolar dele. As escolas não estão preparadas para atender um aluno TDA. Sou psicóloga, então comprei todos os livros que encontrei e comecei a estudar e pesquisar, para poder enfrentar com argumentos consistentes, o que a escola dizia que não era possível fazer para ajudar meu filho. Foram anos muitos sofridos para nossa família. Organizo a vida dele, entre escola e aulas particulares, psicopedagoga e psiquiatra. Toma medicação . Nunca rodou, mas pega recuperações, às vezes em todas as matérias. Eu tiro xerox do caderno dos colegas. A turma dele é muito boa. De vez em quando a psicopedagoga vai na escola prestar esclarecimentos sobre como deve ser a conduta de um professor com um TDA, e o que esperar dele. Este ano ele se forma na 8ª série e está muito feliz por sua conquista. Vai ser emocionante para todos nós!
 
Data: 19 outubro 2012
Enviado por: Christina S. Zilberknop
Pelotas
A minha Jennyfer de 8anos tem tdah,no começo foi uito dificel pq nao sabia como sabia como cuidar dela,e ressentimente passamos por um processo de separação e foi tudo muito proximo,mais ja tem um ano que ela faz acompanhamento com uma equipe d piscologos,fono e entre outros,e tanto ela quanto eu aprendi muito a lidar com essa situação,e hoje somos bastante felizes
 
Data: 19 outubro 2012
Enviado por: Tereza Raquel
Brasilia
Meu neto hoje está com 12 anos, ele tem TDAH está em tratamento com psiquiatra, faz uso de medicamentos e psicólogo. Os sintomas se fizeram mais presente aos sete anos quando o meio social escolar exigiu respostas, embora os pais já observassem aos 3 para 4 anos. A escola solicitou um parecer de especialista devido a falta de atenção acentuada, desorganização, errar por descuido, envolver-se com estímulos alheios a atividades e outros; além de sintomas associados a resistências à cumprir regras. Apesar de ter o transtorno é um menino questionador, inteligênte e meigo. A família é bem orientada no sentido de acompanhar e encoraja-lo nas dificuldades, assim como cumprir sua rotina diária que está fixada em vários ambientes da casa. Não é facil..., mas com ajuda de todos os que o cerca tudo fica mais leve... e assim aos poucos ele se fortalece e aprende a conviver e viver como outra criança qualquer.<br />
Aqui fica minha solidariedade a todos que apresentam o transtorno e aos pais e responsáveis que com eles convivem.<br />
Um abraço, vovó<br />
<br />
 
Data: 19 outubro 2012
Enviado por: Silvia maria Vieira da Silva
Sao Paulo
Sou professora e atualmente também estou atuando como psicopedagoga em uma escola da rede Municipal, busco conhecer cada vez mais sobre o TDAH para poder enquanto professora trabalhar de forma correta com os meus alunos e como psicopedagoga ajudar aos professores a conhecerem e saberrem lidar com o problema, evitando os transtornos causados pela falta de conhecimento do TDAH.
 
Data: 19 outubro 2012
Enviado por: Maria dos Prazeres Neta
Sou psicopedagoga e atuo na rede pública como Orientadora Educacional há 7 anos.Meu artigo da Pós-graduação teve como tema os alunos com TDAH e a sua inclusão no ensino regular.Hoje posso ver as dificuldades encontradas na triste realidade de uma escola da periferia onde os pais não tem recurso algum e o Estado e município não atende às necessidades desse alunos.Tenho muitas angústia e gostaria de ajudar a todos.
 
Data: 18 outubro 2012
Enviado por: Eliane de Castro Silva Bastos
Rio de Janeiro


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