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Sábado, Agosto 19, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

na minha vida o tdah entrou num momento muito turbulento , e engraçado porque uma semana antes de tudo acontecer eu vi uma entrevista do dr paulo matos no de frente com gabi e pensei meu deus ainda bem que n tem aqui em casa! como deve ser dificil ter um filho com isso! uma semana depois meu filho rafael na epoca com 11 anos foi colocado dentro de uma lata de lixo por outro aluno de 15 anos na escola aqui da minha cidade e ai começou a nossa luta , ele chora va sem parar nao queriam ir mais a escola quando eu fui ver na escola oq estava acontecendo a coordenadora disse que achava que meu filho tinha algum tipo de problema mental que nao falava coisa com coisa nao tinha animo era muito quieto ,nao se manifestava suas notas eram ruim e que ela nao podia fazer nada por ele e nao iria fazer nada com o fato dele estar sendo discriminado em sala de aula pelos alunos e alguns professores , mudei o rafa de escola em agosto ele começou em outra escola procurei uma neurologista que ja cuidava do pai do rafael e a principio tivemos que cuidar da depressao que o rafel estava . fizemos varios exames, ele passou por varios testes durante 2 meses com uma psicoterapeuta e veio o diagnostico tdah. eu nem sabia o que era ,como era, o,que tinha que fazer, so queria dar um grito e sair de la correndo. entrei em desespero me senti tao sozinha porque ninguem quer falar que o seu filho tem tdah!a médica me explicou como seria o tratamento , o que eu poderia fazer pelo rafael, me indicou livros, um deles no mundo da lua. meu deus como este livro ajudou a minha familia o rafael!no começo do ano de 2011 ele iniciou o tratamento com a medicação para TDAH, fez de novo o 6 ano, foi muito bem saiu do quadro depressivo .
Neste ano de 2012 ele fez outros testes e pra minha alegria o rafael so tem tdah nenhuma outra comorbidade so o transtorno de atenção! hoje ele toma a medicação para TDAH, esta no 7 ano, nao esta bem na escola ele corre o risco de perder o ano escolar de novo mas hoje eu vejo tudo de outra forma. Ele nao e preguiçoso , sem vontade pra ele tudo tem de ser de uma forma diferente.
O bullying que o rafael sofreu mudou meu filho, de uma certa forma roubou dele seus brilhos nos olhos, um pouco da sua alegria, deixou um menino apatico com medo de perguntar de responder mas eu sei que vai mudar, sei tambem que com o tratamento pra tdah ele vai vencer,
As vezes pro rafa as coisas so vao demorar um pouco mas o mais, importante de tudo e que eu nunca tive vergonha do meu filho, nunca escondi que ele tem tdah igual ao pai dele as vezes em casa eu fico muito esgotada, sao 2 pessoas com tdah eu sou quem lembro eles de tudo mas eu tenho muito orgulho. sei que o rafael vai ser uma otima pessoa , estou sempre pronta a ajuda lo a lutar por ele !espero estar ajudando outras pessoas com o meu depoimento tive muita dificuldade de encontrar ajuda e se vc que le este depoimento se seu filho tem tdah nao se desespere, leia o livro do dr paulo matos ,se acalma e va a luta.
DEUS nao da uma cruz maior que possamos carregar ! e ame so ame o que mais o rafa precisa e amor !e eu amo muito o rafael!
 
Data: 16 outubro 2012
Enviado por: aline savoldi domingues
sao miguel arcanjo
Meu filho Renan nasceu em 1995, época em que se falava muito pouco sobre hiperatividade e déficit de atenção....época em que as pessoas ainda achavam que o nome seria uma desculpa para amenizar o mau comportamento e a desatenção de crianças e adolescentes. Durante seu primeiro ano de vida, meu filho dormia muito pouco e era muito agitado, nbão se contentava muito tempo com o mesmo brinquedo, o mesmo lugar...isto fazia com que tivessemos nosso tempo todo ocupado por ele que não sabia de queria colo, chão, it para lá ou para cá...enfim...Sua pediatra, muito sábia nos indicou a uma neurologista quando ele estava com 5 anos que o direcionou a testes com uma psicóloga especializada que o diagnosticou como TDAH....tomou medicação para TDAH por algum tempo, fez terapia... Neste meio tempo aos dirigentes da escola dizenndo que isso era desculpa e que ele era desatento e bagunceiro mesmo...até que a diretora me chamou após 11 anos estudando desde o mini maternal até o ensino fundamental....me recomendou que o mudasse de escola porque ele estava muito acostumado com o lugar e que o comportamento dele mudaria, seria menos bagunceiro em outro local....foi a derrocada para ele...já com 13 anos...ficou 1 ano e meio sem querer estudar, entrando e saindo das escolas, até que conseguimos estabilizar esta questão novamente porque encontramos uma escola que havia se especializado em crianças hiperativas, quando ele esta mais agitado , elas o liberam mais cedo com meu consentimento e enviam matéria para ele complementar em casa.
Seu comportamento e consciencia mudaram bastante, agora já com 17 anos estudando e trabalhando. Ele é muito amoroso e inteligente, mas passamos por situações muito difícies de exclusão e negligência, onde a dor moral é grande demais.
Esta na hora de mostrar as escolas e famílias que estas pessoas são especiais dotadas de inteligência e amor e que devemos respeitar e tratar da forma correta cada um deles, direcionando-os para que consigam trilhar suas vidas com dignidade. Levanto esta bandeira há longo tempo e sómente com a ABDA consegui conforto e material necessário para ter argumento e exigir o tratamento correto como ser humano. Muito obrigada. Vanda Regina
 
Data: 16 outubro 2012
Enviado por: Vanda Regina da Costa
São Paulo
Meu filho tem 16 anos e está cursando o nono ano do ensino fundamental. Antes sofria muito preconceito por parte de professores e colegas de classe por acharem que ele apresentasse problemas mentais mas em contrapartida ele se trata com médicos especializados com esse tipo de problema, que são os neurologistas.Era uma pessoa bastante impulsiva, hiperativa e não conseguia se concentrar e memorizar determinadas partes da matéria, passou por vários especialistas até que um diagnosticou TDAH e eu passei a buscar na internet informações relevantes para que esse problema pudesse ser controlado e estabilizado. O importante é que sei os limites e potenciais do meu filho, sei onde ele deve aprimorar seus pontos fracos e fortalecer ainda mais as suas qualidades e competências. De fato como qualquer pessoa que apresenta esse quadro é necessário que se tome determinadas medicações para que ajude assim no tratamento, visando assim melhorar ainda mais no seu desenvolvimento escolar e também na seu estilo de vida adotado. Não me arrependo e nunca irei me arrepender de ter tido um filho com ''certas dificuldades'', pois a cada dia que se passa ele mostra como se é possível lidar com as dificuldades e consegui-las enfrentar com uma enorme naturalidade.
Isto me motiva ainda mais, digo sempre a ele que ele é importante e capaz para exercer todas as funções e cargos que lhe forem atribuídos, pois isto não é doença e sim um obstáculo,uma dificuldade que lhe foi imposta. Mas na vida as maiores vitórias acontecem sobre as grandes dificuldades, isso valoriza ainda mais a vida de meu filho. Creio que isso seja uma questão de bastante incômodo, pois as vezes ele chega em casa desanimado por não ter conseguido assimilar de maneira fácil a matéria que lhe foi passada.
MAS MESMO ASSIM CONTINUO AMANDO E SEMPRE AMAREI ELE, INDEPENDENTE DOS OBSTÁCULOS E DIFICULDADES!.
 
Data: 16 outubro 2012
Enviado por: Elvira Rosa
Rio de Janeiro
Sou professora e psicopedagoga institucional. Trabalho com dificuldade de aprendisagem no Colégio e também dou aulas particulares para crianças de 1º a 5ºano do ensino fundamental.
Muitas vezes ou quase sempre lido com crianças com TDAH. Quero sempre conhecer a melhor forma de auxiliar meus alunos.
 
Data: 16 outubro 2012
Enviado por: Kathia Kasulke
Florianópolis
sou mãe de um portador de TDAH, estou aqui para registrar a minha história, meu filho hoje está com 15 anos e trato ele desde os 9 anos, já passei muito perrengue com ele, sofri muito e ainda sofro, pois ele tem pânico e depressão, porém não troco meu filho por nenhum outro, é muuito carinhoso, com todos, companheiro e atencioso.

Temos que levar um dia de cada vez para não entrarmos em desespero, com muita fé e dedicação vamos vencendo os obstáculos que a vida nos prepara.
 
Data: 16 outubro 2012
Enviado por: fulvia cristian rocco santos
ibiporã
"Era uma vez uma rainha que vivia muito só em um imenso castelo, então pediu à fada que lhe desse um filhinho. Então a fada encontrou uma moça que estava com um nenê na barriga mas, como era muito pobre, queria encontrar uma "mamãe" que pudesse dar-lhe todo o amor e cuidados que necessitava. Assim que a fada contou para a rainha ela imediatamente foi correndo ao seu encontro e assim que o nenê nasceu, ela segurou em seus braços e o colocou dentro do seu coração. Então nasceu um príncipe.
Nossa história não é diferente das demais mas, os momentos que mais me marcaram foram os seguintes:
- aos três anos, ouvindo a nossa "historinha" da rainha e o príncipe, ele olha bem nos meus olhos e diz: Ainda bem mamãe que você me tirou de lá, tava tão escuro!
- na alfabetização começou a apresentar dificuldades e sentir-se "diferente". Um dia me ligaram da escola para ir buscá-lo pois ele estava muito agitado, chorando e tinha tentado fugir. Quando perguntei a ele onde ele queria ir, ele me disse que queria ir para casa e ao entrarmos no carro, ainda aos prantos, deitou sua cabeça em meu colo e pedia: Me ajuda mamãe, me ajuda! Eu quero morrer!
Aos seis anos entrou em depressão pela primeira vez.
É impressionante como os relatos de mães de portadores de TDAH seguem praticamente o mesmo "roteiro".
Os primeiros sinais de hiperatividade ainda bebes, as dificuldades de socialização na primeira infância, os problemas na alfabetização, em fim....todo o processo do "estranhamento", das dúvidas, até chegarmos ao tratamento, a trajetória é bem parecida e muito sofrida.
 
Data: 15 outubro 2012
Enviado por: rozaime temperani
Anápolis
Moro nos EUA.

Fui diagnostica aos 18 anos depois de ter passado por uma infancia dificil, atribulada , repleta de frustrações e rejeições.

Apesar de inteligente, passei por momentos terriveis nas escolas brasileiras que frequentei, tendo meus pais, inclusive, até os meus 9 anos de idade, me mudadao de escola 5 vezes.

Meu pai é diplomata, vim para os EUA aos 15 anos e com 1 mes de aulas a escola reconheceu que eu poderia ter ADHD(TDAH)e sugeriu aos meus pais que procurassem um médico.

Desde então faço tratamento correto com medicação apropriada para os sintomas do TDAH, me formei em medicina pela UCLA( Universidade de Los Angeles) sou psiquitra infantil especializada em TDAH.

Amo o Brasil, meu pais de coração, mas lamento que ainda existam tantas forças contrárias ao esclarecimento do TDAH por parte dos governos, grupos politicos,Conselhos de Psicologia, etc.. Este tipo de postura prejudica trememdamente as crianças com TDAH gerando prejuizos incalculaveis para o futuro de cada uma delas.

Se alguém disse que aqui na América " Dopamos as nossas crianças", NÃO ACREDITEM!

Aqui, ao contrario do que muitos afirmam, elas tem direitos a INCLUSÃO NAS ESCOLAS e tratamento para TDAH oferecido gratuitamente pelo governo.

Ah! Sobre a existencia ou não existencia do TDAH?

A discussão aqui já encerrou há 20 anos atras, embora alguns grupos ligados a Cientologia ( seita de fanáticos) ainda insista em perseguir todos os psiquiatras e culpa-los por todos os males do mundo.

Estou totamente consciente do que tenho, sei quem sou ,estou medicada há 20 anos e sou muito, muito feliz,
 
Data: 15 outubro 2012
Enviado por: Lana Segal
Los Angeles
Foram 47 anos para ter reconhecido por profissionais o meu diagnóstio do TDAH e 50a e 11m, para o meu diagnostico da dislexia. Sem ajuda profissional e enfrentando todas as dificuldades me formei médica, pediatra. Hoje com o tratamento que faço com profissionais da ABD vou me dar uma segunda chance, Hei de morrer escritora e não pediatra. Foram 2 diagnóstico que recebi após anos de busca e que estão mudando a minha vida.
 
Data: 15 outubro 2012
Enviado por: Fátima Regina de Andrade Lira Mota
São Paulo
Tenho um neto de 10 anos , o JG que faz tratamento com medicamento, acompanhado por neurologista, com diagnóstico de déficit dee atenção. Ele é uma criança maravilhosa, afetivo,inteligente,com bom desempenho escolar.Apresenta algumas manifestações de comportamento que tem nos preocupado muito.Toda vez que tem um programa junto com a família é um problema . Nega-se ir para o banho, para evitar sair de casa. Ex.: Festas de casamento, aniversários, passeios em fim , é criado um transtorno muito grande. Os pais não cedem e obrigão ele ir junto.Ao chegar nos eventos ,fica um pouco no carro depois sai na companhia do pai ou da mãe entra no ambiente, senta um pouco e logo se integra e vai brincar e participar de tudo. Sempre resiste parab fazer tarefas escolares, no entanto adora livros e lê muito. Observo que sempre que está perto da mãe fica provocando-a, ao mesmo tempo faz carinho nela. É acompanhado por uma psicopedagoga duas vezes por semana, tendo em vista que os pais trabalham todo o dia. Meu filho e minha nora tem bom nível cultural(curso superior) e procuram oferecer a ele todos os recursos possíveis para uma educação de qualidade.Está na 5ª série do EF, estuda em escola particular de confição católica( Colégio de Freiras).JG tem dificuldade de organizar o material escolar, não gosta de copiar do quadro , muito menos de livros. Adora atividades interativas, não tem paciência para ser mero assistente mas também não gosta de realizar atividades que exijam muito esforço físico. Suas atividades preferidas são assistir filmes infantis e desenhos na TV e jogos eletrônicos.
 
Data: 15 outubro 2012
Enviado por: Lorezi do Nascimento Mangini
Dona Francisca-rs
Poderia escrever muito. Isso é um pedaço q espero, ajude alguém.Me ponho a disposiçào ok. Agradeço!Me trato medicação especifica para TDAH desde o começo do ano aproximadamente e agora posso falar desse "cara" q mora nessas linhas abaixo. Um pedaço do livro que estou escrevendo

Tornar- se – iam os piores momentos que ousariam atravessar quase uma vida inteira. Os ”anos de chumbo” da minha existência de moço. Completaria quase 16 anos sem entender os ponteiros de um relógio, ou a ordem dos meses que se repetiam. Para que, pensava (!); meu tempo era outro. A poesia nublada, o desentendimento humano e suas vertentes ou a dor compartilhada por acaso, por aqueles que nada possuíam nos noticiários ou na esquina. Uma sede doente de miséria. Mudar o imutável; fazer o que; eu era realmente era assim. Sobre os urros do passado que ecoam, poderia com certeza afirmar que as humilhações eram constantes. Aquelas que a boca assopra desprezando outras possíveis percepções. O verbo que atravessava a carne enaltecia as gargalhadas da plateia da sala de visita, do escritório ou do supermercado. Meu pai achava estar fazendo o certo. Enquanto isso a vastidão da mente acelerada sobrevivia buscando outras paisagens durante duros e longos momentos; de porrada e gritaria. E uma intangível tortura que refletiria o homem, todos os anos depois.
...
O comércio, azedume doce de meu pai, consumia generosos dias e meses e anos inteiros. Cadernos rabiscados com garranchos me ensinavam finalmente que janeiro terminava em dezembro, e que as horas espaçadas contavam minutos que somavam os segundos e assim caminhava a humanidade. Naqueles dias um ciclo terminaria inaugurando outro muito pior. Do apartamento de corredores imensos da Avenida Ruy Barbosa, no Rio de Janeiro, a Baía de Guanabara e seu adorno surpreendentemente, seriam o cartão postal e a lápide do menino sério e engraçado; de voz rouca e grave, que faria do resto do mundo a fuga necessária para uma existência desavisada. As sequelas e diagnósticos apareceriam duas dezenas e meia de tempo cronometrado. Outro tempo.

Em São Paulo, acinzentado nos jornais, perceberia horizontes dourados as vistas da criança que nunca me esqueci de carregar. Ela, que atravessou montanhas inteiras e sucumbiu a todos os rótulos e se deitou nos divãs, sem saber que erroneamente havia criado paralelamente outro planeta. Movimentos a parte. A verdade destoada, o culto a demasia despreparada e expectativas que nunca se realizavam. Tudo o que violentaria, e novamente repito, o adulto que após completar quarenta e tantos, se tornaria talvez, um oceano inteiro de possibilidades.
 
Data: 15 outubro 2012
Enviado por: João
SP


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