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Sábado, Abril 29, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Uma ótima psicóloga descobriu que meu filho tinha DDA.Pois ele era discriminado por alguns professores,etc.levei para avaliação pq tbm não entendia como uma criança de 8 anos poderia ser muito inteligente,fazer muitas coisas ao mesmo tempo, e não ir bem nas aulas.Depois de tudo me explicado, entendi e pude ajudá-lo.levei uma enorme reportagem de uma revista famosa(CLAUDIA),para que os professores lessem e soubessem do que se tratava.Percebi o total desinteresse da grande maioria.Isso me chocou,Não desisti, fui de professora em professora, e falei sobre o assunto.nenhuma havia ouvido falar sobre isso.Uma pediu desculpas pq já havia chamado meu filho de retardado.Isso já tem 30 anos(imaginem) hj ele é um homem.Trabalha,ótimo funcionário, subiu de cargo,uma pessoa normal.
Vejo que o maior dos maiores problemas é a falta de informação nos meios de comunicação.Não abandonar,ajudar, caminhar junto com a criança,exigir ser tratada como pessoa normal, não como extra-terrestre, é uma obrigação dos pais.Enfim, AMO MEU FILHO.Que hj mudou muitíssimo, até pela sua profissão,e vontade.Mas ainda esquece onde colocou as chaves... assim como eu.kkk abçs
 
Data: 09 outubro 2012
Enviado por: Isabel Cristina Bueno de Campos.
SANTA BÁRBARA D' OESTE (SP)
"Tenho uma filha que está com 14 anos , o ano passado ela foi diagnosticada com TDAH , é muito difícil pois ela está sendo prejudicada pois ela já é repente está no 7º ano e continua com as notas baixas".O pior é que a coordenação ja me falou que a escola não é preparada para alunos portadores de TDAH ."
 
Data: 09 outubro 2012
Enviado por: Adenil Cristina Brito
Feira de Santana
Me chamo Adriana tenho 40 anos e sou O. Educacional em um Escola particular no Rio de Janeiro.
Minha vida escolar foi muito difícil. Vivi numa época onde as crianças eram classificas na escola como: inteligentes, agitadas, preguiçosas, burras e burras/preguiçosas. Não se falava em dificulade de aprendizagem, o que se fazia era excluir as crianças que não se "enquadravam". Fono era para quem tinha problema na fala e exames neurológicos/psicólogos eram para os loucos.
Digamos que eu fazia parte do grupo das agitadas e preguiçosas. Mas tive uma família, que mesmo escrevendo certo por linhas tortas, não desistiu de mim.
Meus pais sentavam junto, me fizeram fazer muita cópia para organizar a letra e a escrita, me colocavam para ler diariamente(mesmo que eu acabasse cochilando nas primeiras páginas).
Lembro-me que a 5ªsérie(atual 6º ano)foi um desespero para mim. Mal saía um Professor, já entrava outro e eu tinha que saber o que eles diziam, anotar o que era para ser feito, fazer o que eles mandavam, mas o meu cerebro me levava a olhar o que meus colegas estavam fazendo, levantar para ir ao banheiro(umas 300 vezes)e me coçar(acho que eu tinha uma pulga interna).
Claro que não dei conta desta série, mas as palavras dos meus pais foram fundamentais:"TUDO HÁ SEU TEMPO, VOCÊ NÃO PODE É DESISTIR." "NÓS NÃO VAMOS DESISTIR DE VOCÊ."
Trouxe isso para minha vida toda.
Hoje, tenho a certeza de que minha busca profissional tem muito haver com a minha própria história.
Gostaria de deixar registrado aos Pais, daqueles que hoje se encontram na situação em que vivi há muitos anos atrás, que os tratamentos encurtam e ajudam muito estas crianças, porém a participação deles é fundamental, ou melhor, é insubstituível.
 
Data: 09 outubro 2012
Enviado por: ADRIANA SOARES F.DA SILVA
RIO DE JANEIRO
Sou publicitária, tenho 24 anos e hoje coordeno uma das melhores produtoras de vídeo do interior paulista.

É difícil imaginar um começo para uma breve história de 24 anos. Todos na minha família têm TDAH. Meu pai, minha mãe e todos meus irmãos. Como o comportamento de todos nós era muito semelhante, não víamos nada de errado. Dizíamos que tínhamos "forte personalidade" e que éramos "desligados".

No colégio, a grande dificuldade de concentração fez com que eu sofresse bullying e isso foi algo que marcou demais minha vida. Eu não conseguia entender o porque eu entendia tanto sobre assuntos "bobos" e gravava com facilidade imagens e cenas, mas não conseguia me recordar de uma semana para outra como era feita uma conta de divisão.

Sempre fui muito bem na escola, pois os professores acabavam encontrando uma maneira de se adaptar a mim também. Meu jeito 220v sempre foi uma característica minha e com o passar do tempo todos ao meu redor sabiam como lidar comigo.

Ao entrar na faculdade descobri que havia algo errado comigo. Me mudei de cidade e estado. Eu trabalhava e estudava. Era impossível eu conseguir conciliar as duas coisas. Quando eu me concentrava na faculdade, ia mal no trabalho, pois me via avoada pensando nas provas e trabalhos a serem feito. O mesmo acontecia quando eu me focava no trabalho.
As pessoas na nova cidade não entendiam meu jeito, pois não me conheciam. Dessa maneira, elas se irritavam com meu jeito "desatento" e "hiperativo". Eram coisas dicotômicas que as pessoas "normais" não conseguiam entender.
Comecei a procurar mais sobre isso e descobri um site que mostrava algumas características sobre DDA. Eu me encaixava em TODAS. Não havia nenhuma característica que deixasse de fazer parte do meu perfil.

Naquele momento eu desabei. A sensação era como se alguém tivesse roubado a minha personalidade, como se nada do que eu fizesse tivesse realmente a ver comigo, mas era como se a doença me controlasse, tomasse conta do meu cérebro e personalidade.
Procurei um profissional e o mesmo me deu o parecer definitivo: TDAH.
Ok! Não é o fim do mundo, mas é um choque!

Eu optei por não tomar remédios. Pensei que se eu consegui chegar até esse ponto sendo feliz sem remédios, porque eu precisaria agora?
Comecei a grande adaptação da minha vida.
Sabendo de minhas dificuldades de concentração e minha hiperatividade, criei estratégias para aumentar minha taxa de conhecimento e concentração.
Na faculdade, fazia grandes resumos sobre as matérias e depois fazia resumos menores, menores até deixá-lo bem objetivo. Dai sentava com algum amigo e explicava o que eu sabia. Como minha memória sempre foi fotográfica, eu conseguia me lembrar do que eu havia escrito.

Hoje, existem momentos em que eu tenho muita dificuldade de controlar meu TDAH, mas sempre que há uma grande dificuldade, procuro encontrar uma maneira de driblá-la e continuar com minha vida e minha carreira.
 
Data: 09 outubro 2012
Enviado por: Laís Flores
Bauru/SP
Meu nome é Denise e moro em Brasília DF. Tenho um filho de 12 anos e que faz 0 6º ano e que tem o diagnóstico de Tdah, dislexia, PAC(Processamento Auditivo Central)alterado e foi diagnosticado quando entrou na alfatização. Graças a Deus foi relativamente cedo, pois é quando geralmente se percebe que há algo diferente acontecendo. O que mais nos deixa triste é quando percebemos que não há nas escolas profissionais capacitados com conhecimentos do que é exatamente essas dificuldades de aprendizagem, então, até se chegar realmente a um diagnóstico fechado, é um sofrimento só, para a criança que não sabe o que lhes acontece, e também para os pais que não sabem como ajudar.<br />
É uma luta diária na escola para que veja seu filho com um olhar diferente, e que tem um potencial que precisa ser explorado.As instituições só se preocupam com os alunos brilhantes. As escolas infelizmente, não estão preparadas para ajudar essas crianças, que são mais do que especiais. Elas pedem socorro constantemente e não encontram apoio. Meu filho foi alfabetizado com uma professora particular, porque aos 6 anos não tinha sequência lógica e nem conseguia compreender o que lia e a escola não tinha "tempo" e nem profissional capacitado para ajudar aquele aluno que tanto necessitava. Na escola em que ele estuda hoje, ele faz prova como todos os outros, só então depois, quando não atinge a média, é que a escola faz uma prova diferenciada, mais objetiva com ele, é um sofrimento só, porque a autoestima dele fica muito prejudicada, pois ele estuda várias vezes para a mesma prova. Eu entendo que são vários alunos para um professor só,mas essas crianças que tem dificuldades de aprendizagem , são cada vez mais reais, e presentes nas escolas, então, precisa-se mudar o olhar, a forma de educar, porque infelizmente nossa educação está falida, aí nos vemos totalmente desamparados, tanto pela pela lei, que não obriga as escolas darem o apoio que essas crianças tanto necessitam, quanto pelo tratamento, que na maioria das vezes plano algum cobre; e é tudo muito caro. E é de suma importância o acompanhamento multidisciplinar a essas crianças. Não quero que olhem meu filho como diferente, mas que tenha um tratamento justo, porque ele é extremamente inteligente, só que ao invés de explorar o que ele tem de potencial, as escolas usam os métodos antigos, que no caso de uma criança que tem laudo, esse tipo de abordagem não surte efeito algum, só ajuda a enfatizar que ele não consegue. Aí a autoestima já é baixa, fica pior ainda.É uma briga constatante, diária pra que se possa ter uma educação que valha a pena e que ele não desista lá na frente de estudar.Falta nas escolas ajuda, na parte multidiscplinar!!!
 
Data: 09 outubro 2012
Enviado por: Denise Lopes de Araújo
Brasília - DF
Tenho uma filha de 19 anos. Começou no Jardim 1,na época não notei nada de anormal,ela gostava de ir a escola,socializava com todos,era uma boa menina.No antigo Pré, foi que começou o nosso sofrimento,ela não gostava de fazer tarefas,eu na época morava com meus pais,achava que era por preguiça.

Eu era e ainda sou cabeleireira,não tinha muita paciência ,no meio do ano separamos casa eu,ela e o seu pai,ela sentiu a mudança,logo em seguida contratei sua primeira professora particular, mas ela continuava com dificuldades,ia na escola , e a diretora me disse que ela não tinha coordenação,logo em seguida coloquei ela em uma aula de artes.Mas não notei muita diferença no seu comportamento,continuava com dificuldades para escrever,para interpreta ,ia de novo na escola,a professora dela me dizia que ela ia melhora,passou se o ano. Resolvi matricula-la perto de casa em uma escola particular com método do Angro,foi muito difícil,porque logo no inicio ela tirou notas ruins,fui na escola,diziam que ela foi mal alfabetizada ,pedi que eles voltassem ela para o pré ,por ser nova a escola para ela,achava que ela não ia sofrer,me diziam que eu estava preocupada a toa.Ela continuava com as aulas particulares,passou de ano com notas minimas. No ano seguinte a mesma coisa ,ela mentia sobre muitas coisas, nas provas respondia com conteúdos que não tinha nada a ver , ia sempre na escola,resolverão encaminha-la para a psicopedagoga que tinha na escola,mesmo com aulas particulares ,com as idas na psicopedagoga, ela tomou bomba ,resolvi troca-la de escola, fui atras de uma escola menor,mas particular,ela continuou com as dificuldades de sempre.Me pedirão para leva-la em uma psicologa,fui em uma que na época era uma das melhores,fiz algumas seções também, depois de uns 4 meses ela foi bem clara em dizer que a minha filha tinha o QI abaixo da média,depois disso fiquei meio perdida, sem rumo.Neste colégio ela fez da segunda série a terceira,com bastante dificuldades,e lógico com aulas particulares. No ano seguinte a outra minha filha com 3anos ia começar a estuda ,ia abrir um colégio perto da nossa casa, o método era o COC , Ela com dificuldades de novo ,eu como sempre indo na escola,nesta me diziam também que ela foi mal alfabetizada.Para simplificar,porque até hoje sofro de lembrar o que passamos,ela repetiu de ano 4 vezes,na segunda,na quinta,na sétima foi duas vezes.Nunca desisti ,porque no fundo sábia que minha filha tinha algo,sem conta que ela passou por duas psicopedagoga,duas psicologas e sem falar que quando ela tinha 12 anos levei ela em Goiânia-GO ,em um neuropediatra renomado.Quando fui buscar suas notas ,o coordenador me disse que eu tinha que matricula-la em outra escola,essa era método Positivo,sai de lá sem chão,más como eu disse desistir jamais, estava vindo uma neurologista de Goiânia, que vinha a minha cidade uma vez por mês,a Doutora....Marcamos hora e lá fomos nós ,eu e a minha filha,como é bom quando nós encontramos uma pessoa que possa limpar a nevoa que pairava sobre a minha cabeça.

Ela me disse que a minha filha tinha Défit de atenção,ela me disse que ninguém notou porque ela não era hiperativa ,e a maioria das pessoas associavam que quase todo TDAH tinha que ser imperativo. Tem 3 anos que minha filha toma medicação para TDAH ,ela hoje esta melhor,esta cursando o primeiro ano no Cesut,método Anglo ,depois das sétimas séries ,ela quis volta para o colégio que ela repetiu pela primeira vez.Ela esta contente porque este ano é o primeiro que ela está sem aulas particulares.

Hoje eu sei dos direitos dela,e vou atrás ,ela faz muitos trabalhos,para compensar,ela continua sem gostar de ler,mas devagar ela vai encontrar o seu caminho.E eu este ano resolvi voltar a estudar ,estou fazendo Pedagogia, não vou exercer ,mas quero manter meu cérebro funcionando ,porque no mês que vem farei 49 anos,não esta sendo fácil,más estou tentando.

Finalizando,acho que todos os professores,deveriam estudar mais para poderem encaminhar seus alunos que estejam com algum tipo de problema, para algum profissional competente e estudioso ,que possa ajuda a família e principalmente a criança,que é a mais prejudicada por esta falta de saberem detecta algum problema.Isto foi um desabafo de uma mãe que sentiu na pele o que é ficar rodeadas de pessoas sem esclarecimentos.
 
Data: 08 outubro 2012
Enviado por: Marlene Gomes de Lima
Jatai-Go
Quando eu entrei para a quinta série, tinha uma professora, dna Mariza, que insistia em me chamar de burra.
Por mais que eu estudasse e soubesse a resposta na ponta da língua, quando ela me chamava eu travava, não conseguia falar nada, talvez fosse o medo que eu tinha de ser chamada atenção por ela. Sempre era assim, ela me chamava à frente da louza e fazia uma pergunta quando eu me calava ela dizia menina burra, vai sentar, nota zero.
Confesso que o trauma era enorme. Assim foram anos, pois repeti a quinta a sexta e a sétima série. Bom já que a professora dizia que eu era burra porque eu ficaria na escola certo? Foi ai que desesti dos estudos e fui trabalhar.
Hoje estou com 48 anos e continuo nas minhas dificuldades e limitações, mas o bom é que eu descobri que não sou burra, simplismente tenho meu tempo de aprendizado.
 
Data: 08 outubro 2012
Enviado por: Mara
São Paulo
Sempre fui tido com uma criança "hiperativa" e que não prestava atenção nas coisas. Minha inteligência alta sempre foi percebida pelas outras pessoas, bem como minha dificuldade de me concentrar. Depois de adulto comecei a me perguntar sobre formas de controlar a minha falta de atenção e com apoio da minha esposa procurei ajuda de uma psiquiatra. Ela fez alguns testes comigo e me passou uma medicação que me ajudou muito. Hoje, meu tratamento já terminou e eu me sinto outra pessoa, muito mais calmo, tranquilo, agora consigo me concentrar nas minhas atividades, meu dia-a-dia no serviço melhorou de forma espantosa, minha criatividade e disposição para trabalhar também melhoraram. Pena que meus pais não descobriram este problema quando eu era criança, eles bem que tentaram, mas acho que por ser um tema novo na época ou pela incompetência das psicólogas que me atenderam quando jovem, nunca descobriram meu real problema. A vida tem dessas coisas.
 
Data: 08 outubro 2012
Enviado por: Haroldo
Sou mulher,mãe,filha,formada em Pedagogia,amante incondicional da Educação mesmo que distante da prática,tenho 47 anos.Na escola sempre fui uma aluna relapsa,baguncenta,nunca consegui usar agenda,sempre tive amizades da pesada,como diziam,pois nunca acreditei em rótulos mesmo que inconscientemente...
Casei-me aos 35 anos grávida e reiniciando minha carreira que por 10 anos havia parado,estava trabalhando em uma empresa educacional rigorosa,chegando a ser arcaica mas com uma roupagem de vanguarda e é claro foi difícil ficar lá por 6 anos,tive meus dois filhos trabalhando nesta empresa,nada posso reclamar,porém,os dois últimos anos que lá fiquei foi um inferno...A adequação a entra e sai de gerência com perfis totalmente diferentes era deixar qualquer TDAHI sem diagnostico louco e juro não sei como fiquei...Eu ouvia: -eu vou tirar sangue de vcs!!!! Meu Deus que motivação!!!!Nesses dois últimos anos com filhos pequenos e minha atenção,meu foco,minha hiperatividade comprometidas e sem uma ajuda adequada. Minha filha caçula crescia,mas algo em meu coração estava apertado e não entendia e não tinha como descobrir pois até então aos olhos dos outro tudo normal a louca era a mãe( e era mesmo)Mariana é o seu nome foi para Maternal,pré l( nesse período levei-a ao Neuropediatra,mas ele me mandou procurar tratamento,agradeci e saí,chegando ao pré ll Mariana já fazia Fono mas sem resultado pois a profissional queria que eu trabalhasse com Mariana em casa e isso naquela época era impossível,as cobranças do pré ll aumentaram e Mariana começou a demonstrar claramente os sintomas de PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM,troquei a Fono e encontrei uma que nos encaminhou para a estrada certa e se estamos hoje comemorando os sucessos de minha filha devo a esta Fono,ela nos mandou a um outro médico particular onde pude conhecer o TDAHI e também começar minha pesquisas a INTERNET,li MUNDO DA LUA doei para escola e descobri minha filha é igual a mãe e é por isso que não conseguia trabalhar com ela em casa então comecei a entender melhor toda a minha trajetória acadêmica,social,emocional,algo eu deveria fazer pois não queria isto para minha filha,mais um ano de ansiedade nas alturas, mesmo medicada,Mariana iniciou fono,psicopedagoga e psicóloga e a medicação para TDAH e eu psiquiatra para tentar aliviar-me pois queria ver minha filha lendo,entendendo,sendo feliz e não sendo discriminada( o meu maior medo,e,que eu não me controlava)Hoje com dois anos de tratamento começo a ver os resultados e começo a ser eu tratada de meu TDAhI pois não me aguento mais,estou a beira dos 50 e minha qualidade de vida tem que melhorar.Fico a pensar o que acontecerá com as crs não diagnosticadas?Tudo é muito caro no que se refere a TDAH e sei com muita tristeza que o tratamento não é para todos,mas poxa é direito!!!TODOS DEVERIAM LUTAR!
E luta que nos espera e a união é a nossa força!

BEIJOS E ABRAÇOS A TODOS!!!
 
Data: 08 outubro 2012
Enviado por: Juliana Guarnieri
Mogi Mirim
Ser diagnosticada como portadora de TDAH foi libertador pois sempre achei que era louca, retardada e atrapalhada. Ter consciência que você apenas sofre de um distúrbio é fundamental para buscar maneiras de conviver com ele sem ficar com baixa auto-estima e principamente sem deixar que as pessoas que convivem com você lhe rotulem ou hostilizem. Após o diagnóstico, meu relacionamento com meu marido, filho e colegas mudou radicalmente e agora ao invés de ser discriminada, recebo ajuda e suporte para que todos possamos conviver em harmonia, apesar dos inconvenientes que o TDAH causa no dia a dia. Meu filho também é portador e por isso temos uma abordagem totalmente diferenciada sobre seu desempenho escolar e convivência diária. Isto não quer dizer que somos complacentes com suas falhas e ou que exigimos dele menos do que ele é capaz de produzir. Simplesmente buscamos juntos um modo de sobreviver ao transtorno sem tornar nossas vidas um martírio de culpa e frustrações. Parabéns a todos os profissionais envolvidos em transformar a vida do portador e familiares em uma existência mais feliz, plena e compensadora. Obrigado de coração. Um abraço.
Rosi Deamo
 
Data: 08 outubro 2012
Enviado por: Rosi Deamo
São Paulo


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