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Terça, Junho 27, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Não tenho diagnostico de TDAH, mas carrego todas as conseguências..de não ter sido diagnosticada..eu me auto dignostiquei...não foi muito dificil é um olhar intimo...e comparativo...e pior...São quatro gerações sofrendo...eu minha mãe ,minha filha e agora minha neta...no caso da minha mãe as seguelas são inreparaveis...em mim...é um recomeçar..muito dificil...ainda não achei o fio da meada...para minha filha neste momento são perdas de escolhas erradas e já tão jovem com tantos problemas não resolvidos..já minha netinha de 3 anos..já apresenta no comportamento dificuldades...ela tão inteligente...parece que sabe de alguma forma que alguma coisa esta errada..isso deixa ela muito irritada...se eu contar aqui fatos vão ser a reprodução dos aqui já descritos...muitissimos parecidos...mas conheci o TTDAH quando meu endrocrino me prescreveu .fui pesquisar a farmacologia ao ler para que servia...então comecei a pesquisar...claro que o medicamento me ajuda muito não .me deixa mais ou melhor menos atribulada...consigo terminar de escolher o feijão por exemplo K..K..K..Mas continuou nescessitando de ajuda...fui ver um profisional especialista aqui prefiro não citar o nome mas a consulta é pra mais de 300 reais..sei que depois da primeira vou ter que continuar...tenho esperança de ter ajuda de vcs..já que temo ter problema tbm com minha filha neta e mãe...me ajudem

bjos obrigada por este espaço
 
Data: 08 outubro 2012
Enviado por: Elisabete Reimão
Campinas
Sou pedagoga especializada em Educação Especial, atuo em Sala de Recursos Multifuncional na rede estadual do Paraná. Atendo alunos com TDAH. Acesso o site para me informar, incentivo os alunos a utilizá-lo e também para desenvolver as atividades. Apesar de estar iniciando no site, percebo que ele pode me oferecer subsídios sólidos para trabalhar com alunos com déficit de atenção. Com certeza irei explorar bastante este site.
Grtata
Prof.ª Rosecler Klein
 
Data: 08 outubro 2012
Enviado por: Rosecler Klein
Marechal Cândido Rondon
Tenho uma filha com tdah e que só descobrimos quando ela tinha mais ou menos, 13 anos de idade. Depois de ter sofrido muito com seus desapontamentos e dificuldades escolares, apesar de ser psicóloga eu desconhecia o tdah. Busquei e encontrei um neuro especialista em aprendizagem que deu luz as nossas vidas!!!!Pois minha ilha, hoje com dezoito anos é outra pessoa, mais feliz.<br />
Eu hoje trabalho nesta área, ajudando a outras familias e defendendo esta bandeira, que tantos psicólogos desconhecem a prática e a teoria.
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: GISLENE DE CÁSSIA SERAFIM IATALLESE
SÃO CAETANO DO SUL
Tenho 43 anos e um filho de 15 anos, sou professora de SRM e sempre fui diferente dos outros, nunca tive amigos e pra ter um minímo de atenção dos outros deixava eles se aproveitarem de mim. Sofria, me senti uma ET, ficava imaginando que tinha vindo de um planeta distante e tinham me abandonado ali, com aquela família estranha, que não me amava, entendia, etc...
Hoje, graças ao meu filho sei que não sou uma ET, sou uma pessoa com TDAH.
Tive meu filho com 28 anos e ele sempre foi um bebê diferente, não tinha sossego pra nada. Largou o peito aos 5 meses, nunca permitiu interação com ninguém, mesmo comigo à mãe, era independente e dominador.
Quando foi pra escola é que ficou evidente essa diferença, chorava, não gostava da escola, não prestava atenção em nada, tirava à roupa, queria mandar em todos, se achava o tal, era bom de papo, mas falava tudo errado, não fazia nenhuma atividades escolar, não participava de nada, mas não era tímido, pois, em casa sempre trabalhamos com diálogo aberto, nada era proibido, só tratavamos de organizar conforme a sua idade as informações e ele perguntava de tudo e o porque de tudo.
Com o avançar de série ele foi ficando em evidência como o preguiçoso, intrometido, sabidão, fedidinho, boca de esgoto e etc...
Ele teve problemas de halitose e sudorese fortíssima em consequência do preconceito. Até hoje, mudando de escola sempre e buscando alguém que nos ajude, estamos.
Quando ele fez 10 anos nossa relação estava péssima, eu no meu 5 casamento e ele na sua 4 escola. Emprego!? Não parava e os motivos para ser demitida era as mais esfarrapadas desculpas. Até que buscamos orientação psicológica e entre um não e outro eu em minha teimosia não aceitava os prognósticos de superproteção, birra, centros das vontades ...Eu era, SOU um pouco ainda, muito teimosa, persistente e não desisti de meu filho e encontrei no Estado vizinho Rondônia à ajuda de uma Neuropsicóloga, veio o diagnóstico, TDAH e comorbidades, fizemos acompanhamento durante um ano fazendo viagens quinzenais e paramos (problemas financeiros).
Com isso eu tive uma depressão fortíssima, no decorrer de 2 anos sofrendo com uma dor diferente na cabeça fui encaminhada ao psiquiatra e pelo diagnóstico de meu filho, levou ao meu.
Hoje nós dois tomamos medicação para TDAH, ele somente no horário da escola e eu tomo 30 mg ao dia (7h e 14h) por causa da faculdade.
Eu e meu filho somos (perdoem a audácia) extremamente inteligentes, mas temos dificuldades de atenção, organização, papas na língua rsrs, impulsividade, ansiedade (hje bem controlada), e eu sou extremamente hiperativa mesmo com a medicação (tomo também para a depressão) e temtamos viver o melhor ki podemos e tentamos nos encaixar, mas a sociedade e a escola é cruel e nossa luta é dificil.
Tenho um imenso desejo como mãe e educadora: " Que todos, não importa suas diferenças ou necessidades, tenham igualdade de condições de educação, trabalho e saúde, pois, todos nós somos filhos de Deus e temos algo á contribuir, basta aceitarem às diferenças dando igualdade de direitos e respeitando uns aos outros. E quero meu filho acreditando na escola e lá que ele DEVERIA aprender, além de casa, com seus pais."
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: Josceny R Franco
Rio Branco
Ivan
TDAH, então é isso que eu tenho?

O Ivan é igualzinho ao pai, esses italianos! Pais complicados, espancadores, ausentes, problemáticos...
Ivan é filho de Ogun, "orixá guerreiro"...
Ivan é "aquariano com ascendência em aquário"...
Ivan é de temperamento "sancol - sanguíneo com colérico"...
"Vaca louca", "estabanado", "avoado", "arretado", "xarope", "atirado" "pavio curto"... "louco"
E na escola? Sei lá... eu não estava lá... na faculdade... 10 depois me recusei a entregar o TCC...
Trabalho? Dois anos no máximo, pedia a conta de todos... vida social... estranha, o mais animado,
o abatido, o sumido, o inconstante. Irritadiço, humor volúvel, ciclotímico... "louco" (o único adjetivo que me incomodava)
Duas, (ou será que foram 3?) terapias sem resultados práticos, embora ajudaram e várias áreas!
DDA? Ser chamado assim era só mais um adjetivo jocoso!

Minha irmã psicóloga (e bipolar) me emprdstou um livro "Tendência a Distração" a quantos anos, 15, 20?

Um dia no fundo do poço, penamentos de morte, falta de perspectivas de vida, cansado de tanto sofrer, "ninho de gralhas" mental...
resolvi ler o tal livro... Nossa!!! Então é isso que eu tenho? Será que é só´mais uma falsa esperança?

Como faço para tratar, diagnosticar? Testes online, avalição com psicólogo especializado, ABDA, Grupo de Apoio? Oba!!!

Primeiras reuniões, muito auto-boicote, compras compulsivas antes de entrar... caramba, que legal, eles me entendem, não me julgam...
mais 3 (ou foram 5 meses) meses, resolvi o problema de tratamento médico. Me livrei de meu medo de remédios, afinal, a família inteira se auto medica com tarja pretas.
.. primeira vez... (?) Nossa! O ninho de gralhas se calou, então é isso que é pensar normal? Dá até para "não pensar em nada" como
achava impossivel e mentira de quem dizia isto!

Xiii, cadê a minha vida que estava aqui, perdi muita coisa, será, quem sou eu afinal?
E esta tantas (des)informações que ouço por aí??? Ai, ai, ai, ai, ai... Não! Chega. Até hoje eu tentei de tudo e nada deu certo.
Agora vou seguir a linha da ciência e dos voluntários, portadores, pais, mães e irmãos... os resultados estão sendo excelentes...
agora vou fazer tudo direitninho...

me diziam? Que vontade de chorar de alegria... Estudar, terapia, medicação, grupo de apoio, voluntariado. Daqui prá frente srrá assim.

Falta muito ainda, eu quero mais...
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: Ivan Monticelli Jr
São Paulo
Tenho um filho, atualmente com dezoito anos, mas a trajetoria dele foi bem dificil, desde pequeno inumeros medicos cada um dava uma opinião diferente, varias sindromes, quando entrou para escola ai as coisas pioraram muito, ele não aprendia como os outros, logo foi excluido do grupo, até o ponto de ser agredido por uma professora na primeira serie, retirei desta escola, logico processei a professora a escola e a secretaria da educação, em outra escola estadual por eu ter feito isso me disseram que ou ele ia para uma escola especial ou teria que se retirar da escola, desesperada com as agrações verbais, a descriminação que meu filho sofria, chorando sempre me indicaram uma escola municipal, onde ele já com nove anos entrou sem saber se quer escrever o nome, em dois meses nesta escola ele já estava até lendo e escrevendo as primeiras frases, ele permanece até hoje lá esta no terceiro ciclo e é tratado com amor, carinho e compreenção, em casa é tratado conforme suas nescessidades, mas com muito amor e dedicação, superamos nossos medos e tristezas juntos, e não existe remedio, tratamento ,nada mais poderozo do que a compreenção, do que respeitar os limites deles, sempre digo a meu filho que eu que era para ensina-lo, mas ele que me ensinou muita coisa, alias tudo o que sei hoje foi por causa dele, para aliviar o sofrimento dele que se chama Marcelo Junior, o amo demais e não consigo imagina-lo sendo como os outros, sem dificuldades, não seria ele. Hoje me tornei uma pessoa muito melhor porque aprendi a ver as diferenças e respeita-las acima de tudo.Um grande abraço.
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: márcia oliveira
porto alegre/rs
O TDAH nasceu comigo, desde bebê meus pais faziam chá pra eu conseguir dormir a noite, fui crescendo e eu digo que a pior fase é a infancia, você mal consegue entender a vida e já vem com um problemão pra tentar resolver, na escola ninguém me entendia sempre muito agitada, desorganizada, desatenciosa os professores sempre pegando no pé, até que comentaram com meus pais pra me levarem a um psicólogo e que teria que me chamar 1 hr antes pra começar a recolher as coisas espalhadas pela sala, nunca escrevi nos inúmeros cadernos que tive ia sempre mal nas matérias mas a diretora disse que o que me salvava era minha carinha bonitinha, com 12 anos entrei em depressão e tive síndrome do pânico foi um tormento lutamos muito pra resolver isso e até aí ainda não tinhamos o diagnostico.

Com 20 anos comecei a ter convulsões sem causas, como tive meningite aos 4 anos suspeitaram de sequelas, passei 2 meses internada tinha 3 10 a 30 convulsões no dia, os médicos aplicavam 5 medicações pra eu sedar, e nada me sedava pra médico isso era assustador quando entrei em coma usava sedação pra uma pessoa de 150kg e tinha apenas 40kg e ainda tinha alguns reflexos, fui intubada acordada por que não havia meios de me sedar, entrei em coma duas vezes tive inúmeros problemas, e todos do hospital se impressionavam eu estava capengano mas queria passear pelos corredores, e aprontava várias. Por conta dos traumas e crises depois de tudo buscamos outra psicóloga que depois de 1 ano me deu o diagnóstico TDAH, foi um alívio eu não sou maluca, eu não sou estranha, eu não sou problematica só tenho TDAH hoje eu namoro noivei ontem)com uma pessoa super especial, o meu oposto, super calmo que me aguenta e até se diverte com esse meu jeito de ser ele passou tudo isso comigo, do meu lado e nunca me deixou, meu anjo.

Hoje eu vivo super bem e estamos investigando a psicóloga disse que posso ter a sindrome de asperger, a vida continua a epilepsia ainda me incomoda bastante, afinal tenho crises quase todos os dias mas eu sou muito feliz por que eu tenho Deus no coração e muita gente querida ao meu lado.

Obrigada pela oportunidade!
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: Graziela
São Paulo
http://www.youtube.com/watch?v=7qXAMUuYDZY
fiquei durante 15 min na prova de matematica procurando minha caneta pa descrobrir que estava na minha orelha .........
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: Ygor
Rio de Janeiro
Tenho 32 anos, sou hiperativa e descobri que sou portadora de TDAH
aos 28, em meio a faculdade. Isso não me atrapalhava se as provas não fossem dissertativas, ate o dia em que tive que escrever o T.C.C e não conseguia...2 anos e meio 3 e minha vitória no dia 7 de março
apresentei meu trabalho com louvor. Tirei 8, mas pra mim
foi como se fosse um dez, em meio a tanto preconceito,
tanta dor e humilhação. Hoje sou graduada em pedagogia
e ajudo pessoas com o mesmo problema: dissertação coesa
e coerente, algo que só consigo fazer em tempo 4x maior
que as pessoas que não são portadoras de TDAH.
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: Ana
Manaus
Espero que meu depoimento possa ser publicado ...pois eu e minha irmã transformamos um sonho em realidade.
Somos pedagogas e temos após muita batalha uma escola regular inclusiva.Sou psicopedagoga...e minha verdaeira paixão desde a época do magistério...já faz um tempinho kkk esra auxiliar os alunos com distúrbios de aprendizagem .Nesta época pouco se falava sobre essas questões.Fui buscar várias especializações...trabalhei como coordenadora/ diretora em uma instituição por muitos anos e adquiri um pouco de conhecimentos para ter cada vez mais a certeza de que inclusão é minha paixão.Minha irmã cursou pedagogia e embalou comigo neste sonho e hj temos um espaço preparado para atender inclusão. Vale a pena entrar no site e conhecer ...o nosso trabalho.Espero poder auxiliar muito alunos e seus familiares que sofrem por se sentirem culpados.Peço ao nosso Deus que esteja sempre ao nosso lado, nos dando força e coragem.Muito Obrigada Claudia Signoretti
 
Data: 07 outubro 2012
Enviado por: Claudia Signoretti
São Paulo


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