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Terça, Junho 27, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Olá! Tenho um casal de filhos maravilhosos! Meu mais velho, hoje com 9 anos, foi diagnosticado como sendo portador do TDHA aos 6 anos de idade por uma Neuropediatra que ao fazer a avaliação concluiu q nele predomina o deficit de atenção. Ela nos deixou a vontade p/ iniciar tto medicamentoso ou não. Como Tb sou médica e por querer tentar uma terapia sem drogas, decidi fazer o acompanhamento com uma psicopedagoga ao tempo que procurava informações a respeito até para saber lidar com o novo.
No inicio deste ano, qdo voltávamos para casa depois de uma manha de provas escolares, meu filho me falou: "mãe! Não sei o que acontece mas estudo, estudo, estudo e na hora da prova sei que li sobre as questões mas a resposta não vem na minha cabeça. Pareço um "cego". Não sei de nada." A partir deste momento entendi q era a hora de iniciar a medicação. Apos 3 meses de inicio houve uma considerável melhora! Ele saiu do 2, 3 para 7, 8, 9!! Hoje ajudo mães q estão perdidas e as faço entender q nossos filhos não são doentes! Apenas tem um funcionamento cerebral diferente. E q isto não é impedimento para q sejamos felizes. Trabalho muito a auto estima dele pois já q é tão difícil mudar o mundo pelo menos posso fortalecê-lo para lutar e conquistar seu lugar ao sol! Abraços e sucesso a todos!!
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Anna Carolina Vaz
Teresina
" Minha filha tem 21 anos e com o tratamento(TDAH) que estamos fazendo com neurologista, terapeuta e diálogos entre mãe e filha, colegas que divide aluguel com ela na cidade onde cursa a Faculdade. Graças a Deus que já teve uma grande evolução,ela cursa Psicologia, encontra dificuldades no relacionamento com colegas devido o TDAH, mas em relação a aprendizagem os professores da graduação são compreensivos entendem e colaboram. Eu, mãe agradeço muito aos professores por entende-lá. Tem alguns colegas que ainda não compreendem, são poucos. As vezes ela chora, sente ofendida, mas eu(mãe) coloca para ela que é um grande desafio, que devemos superar com sabedoria e discernimento. Hoje me sinto feliz por cada evolução que ela vai dando no dia a dia." Com o meu depoimento espero ter ajudado. Um forte abraço a todos
03 de outubro de 2012
Maria Lenir
Maracaju-MS
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Maria Lenir de Bairros Aspet
Maracaju- MS
Trabalho no Ensino Especial, já algum tempo. Sempre estou atenta e disposta estudar sobre o meu trabalho, sei que não é fácil. Ao ler os depoimentos, percebe-se que os pais são inseguros com os Professores do Ensino Normal e, atendimento Especializado,Sala Recurso,e outros. Hoje pode-se dizer que os atendimentos Educacionais Especializados, tiveram avanços enormes, os professores fazem cursos de capacitação, procurando atender as necessidades dos alunos e, também conscientização sobre o TDAH. Conhecer nossos alunos,compreendendê-los vivenciar com ele as experiências, dificuldades pela qual esse aluno esta passando, e juntamente com a famíla fazer um bom trabalho, com amor, dedicação, alegria, envolvimento e responsabilidade. Estamos trabalhando e precisamos acretitar no potencial de desenvolvimento, não podemos esquecer que estamos trabalhando com pessoas, esse é um trabalho necessário e responsábilidade de todos.

Júnia S. Costa
Uberlândia- Mg
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: JÚNIA SILVA COSTA
UBERLÃNDIA-MG
Alex,nosso filho,hoje com 21 anos, é portador de déficit de atenção. Conhecemos a doença em 2004 através de minha irmã e isto foi um alívio pois poderíamos tratá-lo e fazê-lo o mais normal possível. Ele não´é hiperativo, mas na escola chegou a agredir colegas.Antes de conhecer o problema como doença eu me dediquei a ele o máximo possível, pois pude me aposentar por tempo de serviço e esta dedicação foi muito importante porque suas notas eram boas e seus trabalhos sempre bem feitos, poie eu o direcionava. Da escola onde ele estudou não tive nenhum apoio, aliás eu é quem levou a eles o folheto explicativo da doença.Para a agressividade e contrariando alguns eu o matriculei no Kung Fu, lá o Mestre me ajudou e o garoto melhorou. Quando pequeno os Escoteiros também me ajudaram e agora o conhecimento e a medicação nos faz caminhar.Pais! Eles podem ser notalmente comuns se eles tiverem consciência de seu problema, se aceitarem uma agenda pois o portador de def.de atenção perde e esquece muito suas coisas e se contarem conosco vão longe. Descubra o que ele gosta de fazer e explore isto. Estou esperançosa e confiante. Oportunamente quero escrever mais. Não desanimemos, o desafio está lançado.Margaret AM Sanchez
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Margaret Aparecida Mecenero Sanchez
São Caetano do Sul(SP)
Boa noite,
Sou psicopedagoga, trabalho com educação especial e amo o que faço.
Sempre que posso participo de cursos e palestras.
Quando a criança é diagnosticada TDAH, DEL,TDA e outros temos que caminhar junto, profess e família.

"Ouse sonhar os sonhos mais possíveis.
Lembre-se de que, se você conseguir a metade de sua meta, irá olhar para trás e verá o caminho que abriu para o curso da humanidade."
Waldir Pedro
Waldir Pedro
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Lidia Cota Vieira
Timóteo
Bom meu filho nasceu de uma gestação tumultuada e muito próxima sendo cesárea,então qdo nasceu muito chorão demorei pra perceber algo diferente;mas me incomodava a inquietude,e no decorrer dos anos foi so piorando mas a fase que muito me preocupou e me fez procurar mais uma vez o pediatra foi qdo ingressou a escola.Inquieto,indisciplinado,sem obedecer regras,limites e sem noção de conseguências.Qdo pedi orientação a psicólogos e fui orientada a procurar um neurologista,mas como mãe a pior experiência minha foi para diagnosticar meu filho; nas escolas taxavam ele de criança problemática e sem regras e limites e dava muito problema para professora.Hoje tenho aprendido a lidar com ele e seguir todas as regras e conceitos impostos a mim pelos profissionais especializados nessa área mas me sinto engatinhando ainda .Se puderem me ajudem a entender mais claramente sobre TDAH.
Agradeço a atenção de todos!!
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Ana Domingues
limeira
Minha estória não se diferencia de muitas outras espalhadas por aí neste nosso Brasil.Estória de luta, persistência, quebra de barreiras, inúmeras tentativas de incluir diretores, professores, coordenadores neste universo do TDAH, para que nossa luta não fosse uma luta solitária, apenas pai e mãe e muitas vezes até mesmo "só mãe", conheço casos onde pais não aguentaram a pressão e partiram por outros caminhos o que é lamentável...Meu filho foi diagnosticado aos 07 anos de idade, hoje aos 16, eu e meu marido estivemos a frente lutando pelo seu direito , nunca faltamos a uma consulta à sua psiquiatra,acompanhamento a psicóloga, cuidados com a medicação, acompanhamento escolar constante. Vivemos os piores momentos de nossas vidas, quando o mesmo, aos 13 anos foi vítima de bullyng na escola, com participação de professora e coordenadora lamentavelmente.Correu um processo no MPU no qual foi confirmado a exposição do meu filho e a escola foi notificada. Corre outro processo, ainda sem finalização de danos morais e etc. Quero continuar acreditando que a justiça será feita, nem que demore anos. Leio muito, converso com profissionais e tento me manter sempre dentro deste universo, para a cada dia aprender coisas novas que venha ajudar meu filho e demais pessoas que possam necessitar do meu apoio.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Ana Paula
Brasília
meu filho foi diagnosticado com TDAH entao com 9 anos! adotamos ele com 5 anos e desde entao percebemos algo "diferente"! corri atraz e depois de alguns exames consegui ter o diagnostico! ele tem mtas dificuldades na escola, principalmente na matematica! estou sempre motivando-o. aora nesse anos ele esta numa escola preparada! as provas dele sao diferenciadas e sao lidas para ele!
JV é estremamanete ansioso e impulsivo. hj ele tem 12 anos, esta caminhando, com mto incentivo. ele esta tomando meicaçao. ha 3 anos faz tratamento com fono, psicologa, terapia ocupacional, psicopedagoga!
eu acredito nele e sei q ele é capaz!
beijos a todas as mamaes de crianças e adolescentes e adultos com TDAH
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Bruna guidetti
bragança paulista
Acredito que minha história não seja muito diferente das demais, pois só quem tem um filho(a) TDAH sabe do mundo preconceituoso e despreparado que nos cerca, principalmente na questão da educação. Uma das coisas que mais me marcou nesses 14 anos de vida do Gabriel foi uma vez que o encontrei chorando em seu quarto, quieto, no escuro, com medo de ser descoberto, de ser exposto em sua fragilidade....aquilo deu um nó em meu coração. Quis morrer ao vê-lo daquele jeito e pior foi quando ele me abraçou e me pediu ajuda...como dói ouvir um filho suplicando ajuda...ele me disse que queria ser diferente, que queria ser "normal", que ele não conseguia se conter, se controlar, que acabava estragando tudo e que ninguém gostava dele....me disse aos prantos que nunca teve amigos porque as pessoas não conseguiam suportá-lo nem entendê-lo....Deus...isso foi um marco dolorido na minha alma. É por essas e outras que eu NUNCA vou desistir dessa luta, pois meu filho vale a pena e por ele JAMAIS terei preguiça, entregarei os pontos ou me acomodarei em apenas choramingar...lutarei até o último de meus dias por mais políticas públicas, maiores informações, maior comprometimento e acolhimento nas escolas e na sociedade. Pelo Gabriel eu entendi que sem militar de maneira lúcida, transparente e ININTERRUPTA, eu não conseguiria nada. E não penso apenas nele. Existem mil gabriéis nesse país que precisam de pais mais atuantes e guerreiros, que se juntem a nós sem medo e sem reservas. Esse direito ninguém me tira. O direito de lutar pela qualidade de vida de meu filho. Não existe médico de araque, profissionais incompetentes e artigos sem valor que vá me provar o contrário: meu filho é TDAH e não tenho vergonha disso. Teria de mim, se não fizesse nada....
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Simone Alli Chair
São Paulo/SP
"SER GENTE É CORRER O RISCO DE SER DIFERENTE"

Olá.
Sou Psicopedagoga clínica e institucional e neurocientista educacional. Minha experiência com TDAH a ser relatada ocorreu no ano de 2008, quando foi aprovada em concurso público municipal para trabalhar em uma unidade escolar com cerca de 600 alunos.Logo no início percebi que a comunidade escolar e os pais não tinham conhecimentos sobre TDAH, onde como já sabemos as crianças eram taxadas, estigmatizadas por todos os adjetivos já conhecidos. No início, fiz uma pesquisa junto aos professores para levantamento dos alunos, no qual foram avaliados as famílias foram orientadas a procurarem para o efetivo diagnóstico, psiquiatras e neuropediatras.
Levou algum tempo e de posse de 25 dignósticos , começou efetivamente o meu trabalho.
Dê início fiz orientações aos professores para sensibilização e conhecimento científico de TDAH, bem como, orientações na mudança das metodologias e procedimentos comportamentais dos profissionais junto a esse alunado no sentido de incluí-los e melhor compreendê-los. Não pensem que foi fácil a aceitação de mudanças de paradigmas, haviam professores muito resistentes.
Paralelamente a esse trabalho, iniciei reuniões com os pais, onde fiz as mesmas orientações. Lembro-me do impacto que foi quando coloquei no telão " Meu filho foi diagnósticado TDAH e agora?", senti nesses pais as angústias que viviam e a esperança era visível, quando fui explicando , como e por que aconteciam esses comportamentos e que eu e os professores os ajudariam, na escola e também na orientação dos procedimentos no lar.
Enfim,... foram vários encontros e ainda o são, com professores e pais no sentido de sempre estarmos atentos quanto ao trabalho pedagógico realizado na escola e no tratamento do cotidiano familiar de cada criança .
Hoje posso dizer que estamos conscientes, de que, por exemplo, não é o limite individual que determina as dificuldades dos TDAH e sim as barreiras existentes nos espaços, no meio escolar e familiar, na informação e na comunicação.
Lendo assim parece que foi fácil, porém já estamos há 4 anos, nesse trabalho.
Porém estou tranquila que na nossa unidade escolar o aluno com TDAH esta totalmente incluído.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Eliana Santini
Apiaí/SP


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