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Sábado, Agosto 19, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Tenho 34 anos, sempre fui taxado de preguiçoso desde a infancia, relutava em acordar cedo, relutava em dormir cedo, era desleixado na escola, nunca tive um caderno sequer com a matéria toda copiada, sempre parava de copiar e me perdia em outros assuntos. Mesmo assim sempre tirei nota boas, nunca repeti de ano... Descobri que tenho TDA tipo combinado a dois anos.

Quando descobri que eu era "diferente" foi como um tiro no peito e como uma luz no fim do tunel ao mesmo tempo. Minhas compulsões, manias, preguiça, falta de objetivo, tarefas pela metade, violão abandonado, livros não lidos, baixo rendimento no trabalho, barulho de idéias que tiram o sono, vontade de fazer tudo e nada fazer... tudo tinha uma razão!

Hoje luto contra mim mesmo a cada dia por quê sei que algo em mim vai contra tudo o que quero e que posso fazer, tento corrigir meus defeitos e aproveitar os pontos positivos do TDA a meu favor, no desepero meu hiper-foco se ativa e produzo em um dia o que não produzi em uma semana! Evito acumular tarefas e me monitoro constantemente.

Meu TDA me deu um raciocínio lógico e dedutivo muito bons, só preciso de uma explicação para entender a lógica de uma situação, mas uma hora depois todo o entusiasmo e o sentido de tudo aquilo se foram por quê ficou monótono e repetitivo. Pareço uma máquina sem emoções às vezes.

Esse é o pior lado do TDA, o mais dificil de lidar, as emoções parecem uma montanha russa e tem de ser tão contidas que acabamos esquecendo como é ser um humano. Como dói machucar alguém por nada e chorar por anos a fio, lembrando aquele momento eternamente. Meu casamento está indo pro buraco depois de 12 anos de altos e baixos e boa parte da culpa é minha. Acho que desta vez não tem solução.

Meu filho de 8 anos começou a apresentar alguns sintomas, os mesmos que eu tenho, chorei por isso, sei que a vida dele será melhor que a minha por que eu sei desse inimigo que cresce nele. Me identifico muito com ele e sei como levar essa condição da melhor forma possivel. Nunca falei com ele sobre o que "remédio de saia preta" que sempre carrego comigo faz.

Meu lado profissional melhorou desde a "grande descoberta" recebi promoção, salário melhor, mas ainda sinto que estou bem abaixo do que poderia oferecer, voltei a estudar, estou me dando bem na faculdade, mesmo com uma vontade terrível de sair correndo de lá em algumas aulas, mas luto pra ficar até o final.

Minha esposa tem sido boa, mas me culpo por essa situação e sinto não poder confiar nela ou em ninguém. Hoje vivo um dia por vez e espero melhorar cada dia um pouco.

Tento usar minha "condição" a meu favor, existem muitos pontos fortes nessa condição. Tento reverter esse "inimigo" em aliado a cada dia!
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Leonardo Alcantara
Goiania
Meu filho tem 14 anos,e a primeira vez que ouvi falar sobre TDAH,ele tinha de 4 anos.Quem me alertou,foi um pediatra que me ajudou muito em todas as fases da vida dele,pois,ele nasceu prematuro e precisava de um acompanhamento rigoroso p/ ganho de peso.Esse médico disse:"Mãe seu filho precisa ir p/ a escola porque ele é hiperativo e sou contra o tratamento ,que na época não era usado o metilfenidato e sim alguns calmantes.A partir daí,as coisas mudaram,coloquei ele na escola e os problemas vieram junto,até que na primeira série com um mês de aula,veio a primeira advertência.Levei a uma psicóloga que me foi EXIGIDO,pela escola e ela me disse que meu filho tinha um comportamento hiperativo,porém, não tinha dificuldade de aprender e isso bastava p/ o diagnóstico que ele não era hiperativo e simplesmente tinha uma baixa estima.Me apeguei a isso e passei a bater de frente com a escola,realmente ele não tinha dificuldade no aprendizado,começou a ler aos cinco anos,porém,não conseguia ficar parado,batia régua na carteira,ia fazer as atividades frequentemente não tinha material pois havia perdido tudo...Enfim,hoje aos 14 anos em outra escola e medicado há 2 anos e meio temos outra qualidade de vida,o difícil mesmo é o dia a dia,o preconceito das pessoas e a falta de informação e preparação das escolas p/ lidar com os TDAHS. Minha luta é diária tentando passar p/ as pessoas (inclusive família) informações de
vários livros que li,muitas vezes em vão,para as pessoas não passa de uma mãe querendo justificar os erros do filho.Mas a nossa vida mudou muito desde o início do tratamento e espero que fique cada vez melhor...Obrigada!!!!
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Juliana Lenira Leonardo da Silva
São Paulo
Assim como muitos, sempre tive dificuldades em terminar qualquer coisa. Apesar disso conseguia boas notas na escola, razoáveis no colegial. Meus problemas começaram após essa fase. Passei em Biologia, Jornalismo, Direito e não conseguia terminar. Aos 25 anos, com três graduações incompletas e vários cursos de línguas e esportes não conseguia sequer terminar de ler uma página sem que minha mente se perdesse no imaginário.

Não arrumava emprego, não terminava os estudos e a cada dia me convencia de que era um peso para meus pais e amigos. Veio a pior fase, a depressão.

Como um bom hiperativo, eu sabia que minha motivação era forte, mas curta. Peguei dois livros de depressão na faculdade, um deles citava os sintomas que diferenciam bipolaridade e tdah (sempre fiz as coisas motivado, dependia disso para realizar qualquer tarefa). Li o livro sobre TDAH indicado neste site. Descobri meu problema e marquei uma consulta com um psquiatra, com quem venho me tratando por 4 anos e meio.

Desde então, fiz Jornalismo, terminei Direito, consegui estudar e passar na OAB, consegui manter um relacionamento sério e hoje possuo minha família.

A pior parte da hiperatividade foi a depressão, pois como eu não conseguia realizar algo útil, me convenci de que a vida não era para mim. Fiquei cerca de um ano em minha casa, sem sair, sem viver. Neste caso, para aqueles que pensam assim ou se encontram perto desse perigoso limiar só existe uma solução, levantar.

Ninguém mais pode ajudar vocês se não quiserem. Façam um teste simples, consultem um médico especialista (psiquiatra, preferencialmente, mas neurologistas também podem diagnosticar) e façam um tratamento para obter qualidade de vida e aproveitar a única vida que temos.

Um grande abraço, sucesso
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Fernando Rosan
Bauru, São Paulo
Olá a todos...
Tenho um casal de filhos. O menino com 8 anos e a menina com 5.
Desconfiei q tinha alguma coisa errada quando vi q meu filho não conseguia acompanhar o ritmo de sua irmã, q apesar de mais nova, sempre foi mais concentrada. Então o levei a um neuropediatra, q o diagnosticou como TDAH... Nossa, neste dia meu mundo caiu. Não sabia nada sobre o assunto. Mas ao invés de me entristecer, eu fui à luta: comprei livros, li tudo sobre TDAH na internet, fui a outros profissionais... Enfim, não poderia deixar de ajudar meu filho. Hj ele esta medicado, toma a medicação 2 x dia, e seu comportamento melhorou muito, em termo de concentração, pois continua "ligado ao 220" ainda...
Ele nunca teve problemas com a aprendizagem, tanto q começou a ler aos 4 anos, mas ele não ficava quieto, nunca ficou, tanto na escola como em casa. Eu não sei como ele consegue tirar só notas boas na escola...
Mas enfim, ele melhorou bastante, até ele se viu melhor, pois um dia ele me disse q eu não chamo tanto sua atenção como antes...
Nossa, aquele sorriso dele, se sentindo mais seguro, foi tudo p mim.
Foi quando eu tive a certeza q estava no tratamento correto.
Mas não é fácil no dia a dia não. Às vezes, me sinto exausta...
E peço a Deus q me dê forças para ajudar meu filho a ser o mais normal possível, pois não deve ser fácil p ele também...
Por isso o apoio da família é tão importante.
E eu sei q tudo posso Naquele q me fortalece...
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Letícia
João Monlevade - MG
Olá a todos...

Tenho um casal de filhos. O menino com 8 anos e a menina com 5.
Desconfiei q tinha alguma coisa errada quando vi q meu filho não conseguia acompanhar o ritmo de sua irmã, q apesar de mais nova, sempre foi mais concentrada. Então o levei a um neuropediatra, q o diagnosticou como TDAH... Nossa, neste dia meu mundo caiu. Não sabia nada sobre o assunto. Mas ao invés de me entristecer, eu fui à luta: comprei livros, li tudo sobre TDAH na internet, fui a outros profissionais... Enfim, não poderia deixar de ajudar meu filho. Hj ele esta medicado e seu comportamento melhorou muito, em termo de concentração, pois continua "ligado ao 220" ainda... rsrs
Ele nunca teve problemas com a aprendizagem, tanto q começou a ler aos 4 anos, mas ele não ficava quieto, nunca ficou, tanto na escola como em casa. Eu não sei como ele consegue tirar só notas boas na escola...
Mas enfim, ele melhorou bastante, até ele se viu melhor, pois um dia ele me disse q eu não chamo tanto sua atenção como antes...
Nossa, aquele sorriso dele, se sentindo mais seguro, foi tudo p mim.
Foi quando eu tive a certeza q estava no tratamento correto.
Mas não é fácil no dia a dia não. Às vezes, me sinto exausta...
E peço a Deus q me dê forças para ajudar meu filho a ser o mais normal possível, pois não deve ser fácil p ele também...
Por isso o apoio da família é tão importante...

E eu sei q tudo posso Naquele q me fortalece...
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Letícia
João Monlevade - MG
Bom acho que sou TDAH, pois não consigo manter o foco por muito tempo, não gosto de atividades que precisam ficar parada e concentrada tipo montar quebra cabeça, jogar paciência, me da uma agonia ficar parada tenho que estar me movimentando.
No momento estou escrevendo minha monografia sobre TDAH, e me identifico muito. bom esta muito difícil pois pego vários artigos e livros e não consigo ler apenas um, começo em um ai vou para outro, enfim fico sem foco.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Marta Maria Ribeiro
Boa vista
Meu filho Matheus Ribeiro Domingos, tem 6 anos é portador de necessidades especiais. Tem deficiência fisíca, transtorno do espectro autista e algumas coisas mais. Está na escola mas ainda não conseguiu ter o mínimo de alfabetização. è mto difícil porque as pessoas quase sempre não entendem e acham que a criança é mal educada. Por causa do tdah, Matheus não consegue se concentrar mais que 10 á 15 minutos e isso as vezes me deixa preocupada. Mas tenho fé que ele vai vencer mais essa luta.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Renata Nascimento Ribeiro
Osasco
Meu nome e Cristhiany, sou mãe do Erick Gabriel, um menino lindo que hj ja esta com 10 anos de idade; Erick sempre foi uma criança agitada desde pequeno, sempre gostava de mexer em coisas perigosas e mto teimoso, não entendia por que ele não aceitava o não, sempre foi muito difícil sair com ele em festinhas de aniversários, pois sempre tinha alguma confusão com ele sobre partilha de brinquedos ou sobre a espera da vez em alguma brincadeiras; acreditava que era coisa de uma criança mimada, devido o foco ser ele em casa, por ser a única criança; Depois veio o irmaozinho, as minhas dificuldades aumentaram mais; Quando chegou na fase da escola, ai começaram os problemas de socialização,pois; ele batia e tinha explosões de nervosismo do nada, era só uma criança encostar a mão nele e ele se incomodar, que ele reagia de uma forma explosiva , ele não para na sala de aula, ele incomoda todos os seus coleguinhas da classe, sendo assim; eu não queria acreditar que o problema era só ele, mudava ele de escola, ate chegar no ponto que coloquei ele em escola do Estado, pois não aguentava mais o entra e sai de uma escola particular para outra, só que os problemas continuaram, mesmo que ele seje uma criança docil em casa, chega na escola ele se transforma, pois sofre com a diferença das outras crianças, pois não socializa e não aprende da mesma forma, sendo que ate hoje, não consegui nenhuma escola na qual acreditasse na transformaçao dele, ele sofre ameaças constantemente de colegas e pais de colegas, pois continua explosivo, eu e minha família estamos sofrendo muito, por mais que hj ele esta em tratamento com um grupo do CAPSI, que trabalha grupos de criança e socialização e tbem tem tratamento com psiquiatras ,psicologos, fonoaudiologos,tem momentos que ele esta tão agitado, que a escola começa a nos chamar direto, para falar sobre as dificuldades de aprendizagem e socialização dele, sofro ate com pressão do proprio diretor da escola, falando que e melhor tira lo da escola pois tem medo da reação que pode acontecer a qualquer momento contra ele; varios momentos de desespero, me levaram chegar a acionar o conselho tutelar, para proteção do meu filho, entrei ate em contato com o CACIES, que trabalha com a preparação de profissionais do Estado de MT para socialização das crianças com situações iguais ao do Erick dentro das escolas do estado; Sinto dificuldade sobre o tratamento do meu filho, entro em crises nervosa e angustia, por ve lo sofrer. Ele sofre tambem, isso ta trazendo desiquilibrio em toda a minha família, pois não entendem que o que acontece e devido o TDAH, e ele tem autos e baixos.
As pessoas não sabem da batalha de uma Mãe desesperada pela melhora do seu filho contra esta sociedade Ignorante, que não entende que TDAH não é problema de educação e sim de um transtorno de comportamento.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: CRISTHIANY MARTINS DO CARMO
VARZEA GRANDE MT
Sou homem, tenho 50 anos, e resolvi separar por assuntos os relatos do meu TDAH.
AMORES: Passei por três casamentos e recebi a mesma reclamação de todas as esposas e namoradas: falta de atenção no sexo e muito sexo. Acredito que isso se deva a falta de foco e ao hiperfoco, sem que haja meio termo. Sempre foi eu quem terminou as relações, “libertando-as” do sofrimento e me safando de mudar uma coisa que não posso mudar.
DROGAS: Fiz uso de maconha na adolescência e abandonei por que a usava mais para dormir que qualquer outra coisa. Também tive um bar e aprendi a beber muito, mas larguei quando me dei conta. O cigarro, que consumo até hoje, é o vício mais temido por mim, pois além dos “benefícios químicos”, trás o apoio emocional à insegurança diária.
ESTUDOS: O melhor ainda é fazer os cursos rápidos. Cursos que demoram poucos dias e com poucas horas por dia, são mais objetivos e diretos, o que facilita a permanência nestes e o aprendizado. Já na escola, aprendi tardiamente como estudar à minha maneira. Nunca consegui sentar e ler um texto ou mesmo um tema de casa. Mas aprendi a copiar tudo que era dado na aula (tudo o que conseguia) e, cinco minutos antes da prova, reler para que o raciocínio tomasse o rumo certo.
AMIZADES: Não as tenho. Conhecidos aos montes e amizades nenhuma. A falta de compreensão dos acontecimentos corriqueiros (leia-se desentendimentos) me fez afastar dos amigos que não me entendiam, que não compreendiam o meu modo impulsivo e desligado de agir.
DESCOBERTA: Descobri por causa do filho que tenho TDAH e chorei nesse dia... não por ele, mas por mim, que compreendi que não sou louco, mas uma pessoa com um distúrbio químico “normal”. Entenderam? Não sou louco!
CONSEQUÊNCIAS: Insegurança.... em quase tudo. Não confiar... não confiar nos amigos, não confiar nos parentes, não confiar nos próprios pais que não acreditam na sua capacidade de executar algo.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Carlos Alberto
Porto Alegre
Eu sempre tive um grande problema na minha. Nunca conseguo terminar nada que comeco, e nao foram poucas vezes, tive muita dificuldade em aprendizagem, sempre aprendi e fiz tudo pela metade. Ha coisas que faco de olhos fechados aprendo tudo, ate parece especializado no assunto, enquanto coisas que deverao ser normais eu nao consigo passar nem sequer do 2 dia. Carrego uma agunstia muito grande no peito. E muito facil enumerar as coisas qeu comecei e nao terminei: Caticismo, Escoteiro, Esportes, Curso de Informatica, Curso Tecnico de Metalurgia, Faculdade, Curso de Ingles, Frances, Italiano, Espanhol, Curso de Contabilidade, Academia, Corrida, Natacao, etc... E muitas outras coisas que nem me lembro no momento. Gente eu queria saber se alguem pode me indicar um livro ou algum tipo de ajuda, a minha esta se tornando cada vez mais inutil quando sinto que o tempo esta passando e acabando para mim. Por favor, qualquer ajuda sera de bom grado. Muito Obrigado.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: MAX LYRA
VILA VELHA - ES


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