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Sábado, Agosto 19, 2017

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Participe enviando para nós a sua História Real, em texto ou vídeo. Você que é portador de TDAH, parente, amigo, professor ou terapeuta, conte-nos o seu testemunho. Você pode enviar seu vídeo utilizando o campo link do vídeo (ex: Youtube, Vimeo, Google Vídeos, etc.)

Olá a todos,

Acredito que tenho TDAH mesmo antes de nascer, pois era para eu nascer 3 dias antes. Engraçado é contam que tive dificuldades para falar até os 4 anos, hoje falo demais. Na minha infância e adolescência, sempre fui uma criança inquieta, que não conseguia me concentrar em sala de aula, acabava que eu fazia estudos de recuperação, e tirava notas altas, com o professor de recuperação era tudo mais fácil. Lembro que fiz diversas atividades e não concluia: flauta, natação, jiu-jitsu, pintura, violão, volei, futebol, academia, entre outros. Na escola fui reprovado 3 anos, trocava de escola igual trocava de roupa. Minha mãe, vendo aquilo tudo, tenta me ajudar, mas coitada, não conhecia o TDAH. Ela me levava em psicologa semanalmente, tentou florais, tratamento com neurologista, mas o problema não cessou... ao chegar no inicio da fase adulta, vários namoros, sendo 6 no total, em todos com períodos curtos, hoje estou há quatro anos(um recorde), e noivo, minha noiva que descobriu que tenho TDAH, sem ela, não seria nada. Com a ajuda dela, consegui concluir a faculdade e a pós graduação(ainda falta "pagar" algumas matérias). Mas o que me preocupa mais é minha relação profissional, por falar sem pensar, ou sem articular corretamente as palavras, não fico muito tempo nos empregos, troco praticamente de ano em ano, e isso me deixa muito triste. Hoje tenho 31 anos, sou Gestor de Marketing, e conhecedor do TDAH há 1 ano, e digo, eu vou vencer, não quero mais viver assim, com o tratamento certo, vou superar todas as dificuldades e ser uma homem feliz e realizado.
 
Data: 03 outubro 2012
Enviado por: Julinei Almeida
Sete Lagoas-MG
Meu filho nasceu prematuro de 36 semanas de cesariana, é o meu caçulinha. Aos 2 anos sofreu uma crise convulsiva focal e pelos exames(ressonância, angiorressonância e arteriografia) diagnosticou-se um pequeno sangramento, passou a tomar medicamento anticonvulsivante por 1 ano, refizemos os exames e a lesão havia sumido, suspendemos o remedio gradativamente. O comportamento dele sempre foi diferente das outras crianças, cheguei a pensar que fosse autismo ou Aspenger. Era desligado, não brincava nem se relacionava com outras crianças com facilidade. Passou por fono pois pouco falava. Muito inteligente aprendeu a ler e escrever aos 6 p/ 7 anos. Sempre levei em vários médicos, psicologos e nunca diziam o que ele tinha, ouvi até que era mimo demais! Aos 8 anos começaram os problemas na escola. Sempre desatento esquecia tudo, perdia materiais, nunca anotava nada na agenda, não conseguia acompanhar a turma nos deveres estava sempre atrasado, foi um sufoco pra passar de ano. Este ano consultei um psiquiatra infantil e ele diagnosticou TDA sem hiperatividade. Está usando metilfenidato após o almoço e a melhora foi imediata porém o efeito é rápido e quando chega nos ultimos tempos de aula já apresenta novamente alguns sintomas. Voltarei com o médico pra ver o que poderemos fazer. Conversei com as professoras na escola mas não vi muita ajuda deles. Meu filho está com 10 anos e é um amor de criança mas vive reclamando que não tem amigos na escola e ninguém quer brincar com ele.
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: andrea soares
MANAUS
Meu nome é Júlia, sou professora de Educação Física e mãe de Luana que tem TDAH.A minha história é uma história de amor e persistência.As vezes penso que tenho TDAH mas analizando minha família percebo que a família da minha mãe, assim como ela, tem pessoas com TDAH.E acho que meu irmão mais velho era portador de TDAH.Luana é uma menina linda, muito sabida e agitada.No começo pensei que era por causa da minha gestação, pois ainda eu estava na faculdade e joguei basquete com ela na barriga.Aliás, dancei frevo, nadei, etc....Como eu fazia muita coisa achava que ela era assim por causa disso.
Luana sempre foi muito agitada.Não dormia direito.Acordava para brincsr ou ir para minha cama.Pegava em tudo.Nada lhe interessava.Demorou a andar, a falar e a ler.Fiz exames de tomografia computadorizada e eletroencefalograma e nada.O que me chamava mais atenção era que ela não consegui ficar em filas, o que levava bronca por isso.Sumia de perto da gente.Ia embora em lugares públicos.Era tipo resistente.Não gosta de ouvir ordens.Não fazia amigos.Aprendeu a ler com muita dificuldade.Falava alto e sempre teve dificuldade em se organizar.
Como professora de Educação Física procurei dá a ela muitas oportunidades de movimento.Sempre fui muito a Parques e vou ainda, coloquei na natação,onde eu ensinava.Sempre tive muitas bolas de volei, basquete, etc .Ensinei a pular corda, a jogar dominó e dama junto com sua irmãzinha, e me acompanha muito na escola em treinamentos de volei.Hoje ela faz natação e ballet.
Poe causa do baixo rendimento escolar fui atrás desde cedo de profissionais que podessem me ajudar como psicólogos e fono.Há três anos quando passei no concurso para professora do estado de PE, procurei ajuda em clínicas especializadas no assunto e desde os sete anos ela faz terapia com vários profissionais.Descobri que ela é uma respiradora oral e que tem adenóide.Então estamos fazendo um tratamento ortodontico e posteriormente de otorrinolaringologia.Esse ano ela passou a tomar medicação alopata.Fui muito resistente a medicação pois eu ja tinha recorrido a homeopatia e florais mas mesmo assim aceitei dar o medicamento por sentir e hoje entendo que o medicameto funciona como um óculos para a milpia.Ela melhorou sensívelmente pois cosegue centrar mais e a resposta da escola veio de imediato.Hoje ao ler vários artigos sobre TDAH e o livro no Mundo da Lua entendo melhor minha filha e sei que ela as vezes é mal compreendida.Aprendi muito a lhe dar com ela, aliás toda a família.Estou muito feliz com o tratamento e sei que ela vai conseguir superar suas sdificuldades.Ela dança ballet muito bem e iraá se apresentar no final do ano.Depois eu mando o vídeo para vocês.Muito obrigada!
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Júlia Maria Generino da Silva
Camaragibe
Tenho um filho de 7 anos, e ele faz tratamento desde março deste ano para TDAH do tipo desatento.
Desde os 2 anos de idade, nas avaliações da escolinha aparecia o relato das "profes" dizendo que ele era distraído, precisava de estímulos para terminar as tarefa... levantava e andava pela sala várias vezes, mesmo no horário das atividades onde era solicitado que ficasse sentado.
No ano passado, ao ingressar no 1º ano do ensino fundamental as dificuldades dele foram ficando mais evidentes, no segundo semestre foi chamada no SOE da escola, e orientada a procurar ajuda e avaliação para o meu filho, que apesar de muito inteligente e esforçado, estava tendo dificuldades em se manter atento ás tarefas, ficando com elas incompletas e desorganizadas.
Busquei um pediatra e neurologista, depois de alguns exames (eletrocardio, eletroencéfalo e escala de SNAP) a neurologista me disse que ele tinha TDAH e deveria iniciar o uso do Metilfenidato.
Não fiquei satisfeita e com muito receio de medicá-lo resolvi esperar pelo próximo ano letivo para iniciar ou não a medicação, pois meu marido estava muito incomodado com o diagnóstico.
No período de férias, levei-o a uma clínica onde ele fez um psicodiagnóstico, o resultado não foi diferente do anterior, o diagnóstico foi novamente TDAH.
No final de fevereiro, consegui agendamento pelo SUS para um ambulatório de psiquiatria especializado em TDAH, a médica muito empática com minhas angústias, nos explicou tudo sobre as alterações neuroquímicas e todas as vantagens no uso da medicação e o quanto seria bom para o desenvolvimento dos sentimentos de auto-estima e confiança após a medicação.
Ele iniciou o 2º ano já medicado, e hoje é um dos melhores alunos da sala de aula, ajuda os outros colegas, pois termina as tarefas em tempo, e as vezes até antes dos demais, e, soube que estes dias um outro coleguinha está fazendo avaliação e ele deu um depoimento em sala de aula dizendo: no ano passado eu também era assim como tu, agora tomo remédio para desatenção e estou muito bem...
Hoje me sinto muito aliviada ao saber que meu filho está superando suas dificuldades, e que toda a minha angústia e incertezas, que me fizeram ler, ler, ler muito... para entender o que era isso que diziam que ele tinha, me tornei forte e capaz de argumentar com clareza contra todos os comentários preconceituosos que sofremos ao medicar nossos filhos "com remédio tarja preta", tenho certeza que estou fazendo o melhor por ele, e ele está feliz, e isso é o que importa!!!
O material disponível neste site foi fundamental para minha informação e tratamento do meu filho.

Obrigada AMIGOS da ABDA, vocês são muito importantes!!
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Cristina
Porto Alegre
Na verdade meu depoimento é sobre meu filho de 6 anos o qual foi detectado ser portador de TDAH aos 5 anos, ou seja, o ano passado.
Sou professora, pedagoga e pós-graduada em Educação Infantil, porém nunca vi as atitudes exageradas do meu filho como um problema; melhor! Sempre o vi como um menino bagunceiro, desastrado e agitado ao extremo.
Após ser chamada na escola e receber um encaminhamento para procurar um neuropediatra e um psicologo meu chão se abriu e lutei desde então para não aceitar meu filho como um portador desses transtorno. Afinal como educadora sempre cuidei dos meus alunos e muitas vezes encaminhei alguns deles com o mesmo pedido de neuro e psicologo, mas por quê logo comigo!?
Hoje mais consciente e lúcida vejo que aqui em casa tenho um diamante bruto com um brilho superior aos demais do qual necessitará de muito cuidado para chegar a ser um brilhante de uma linda joia e rara.
Minha luta é diária e os choros noturnos também, pois as vezes acho que não vou dar conta, mas aí vem ele com aquele sorriso que só ele tem e me fortace!! E tudo volta a perfeita ordem de um convívio com um portador de TDAH. rs
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Jussara Saraiva dos Santos
Brasília
Muitos veêm o TDAH como uma doença, eu vi como uma solução,meu filho tem TDAH e Dislexia,hoje ele é um dos melhores alunos da classe,graças a uma atitude que eu acho principal na caminhada que ele percorre a "COMPREENÇÃO" tanto minha como da minha familia,aprender a conhecer e reconhecer o TDAH e a Dislexia foi o caminho que o ajudou a viver e a se conhecer, ele percebeu que ele era capaz,e eu a cada dia aprendo mas com ele vejo nele a confiança cada vez tendo mas espaço,vejo meu hoje como uma criança vencedora, pois teremos uma caminhada com muitos obstaculos e preconceitos infelizmente,o preconceito tenho certeza é pela falta de informação,e os obstaculos são pela falta de apoio daqueles que deveriam zelar pela educação no pais,mas é uma luta valida e devmos estar sempre atentos para numca nos deixarmos vencer.
Cristiane Pinheiro mãe do Pedro Henrique
Curitiba-PR
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Cristiane Pinheiro
Curitiba
Minha filha tem o TDA sem H e já sofreu muito, toma remédio controlado agora. Seu diagnóstico foi dado aos 6 anos de idade. Eu já desconfiava dessa situação, mas nem imaginava que existia o TDAH. Minha sogra leu uma matéria numa revista e viu que minha filha tinha os mesmos sintomas. Fui até á escola e perguntei se a professora não tinha percebido algo. Disse que não. Ninguém na escola tinha conhecimento desse transtorno Fomos ao Neurologista e foi dado o diagnóstico. Hoje minha filha tem 10 anos e toma remédio controlado para ajudá-la a se concentrar. O que me deixa triste é que muitos pensam que isso é coisa de criança preguiçosa, ou que não são estudiosas(pra não falar outra coisa)! É chato isso, porque a criança sofre muito. Tenho que certeza que já tive isso ou ainda tenho, porque sofri muito na escola também, mas eu soube sozinha lidar com isso somente na 8ª série(que hoje é oitavo ano). Quando fui para o Ensino médio mudou a minha vida, deslanchei sem nenhuma dificuldade. Só que isso oscila. Uma hora vc tá bem e na outra você tá ruim. Coisa de louco! No meu caso eu não fiz nenhum tratamento, mas sei que foi preciso, porém não queria ficar presa á remédios. Na faculdade passei por altos e baixos! E hoje vejo minha princesinha passar por isso. É uma pena, mas ela está em tratamento e tudo corre bem na medida do possível. Ela é muito inteligente, o que atrapalha é o déficit...ela tem muita facilidade com a música e faz natação. Muito importante nesse caso.
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Pérsida Fernandes
Brasília
Descobri que meu filho então com 15 anos sofria do transtorno devido ao seu mal desempenho na escola, repetiu várias vezes e eu estava bem cansada de tanta reclamação por parte dos professores, ele já queria desistir e se achava burro, por não conseguir acompanhar os colegas.
Depois que começou o tratamento mudou radicalmente e para melhor, acompanha as aulas e até gosta da escola, mas claro, tive que achar uma escola que atendesse o perfil dele, pois ele já estava defasado, agora acredito que ele tenha um futuro muito bom, pena que não descobri desde que ele era pequeno, teria evitado muita coisa desagradável, mas antes tarde do que nunca!
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Fernanda
Sorocaba-SP
Meu filho,Adolfo Ricardo de sete anos de idade, foi diagnosticado TDAH no ano passado, e iniciamos o tratamento clinico, ele é bem disperso na aula, mas desenvolveu um interesse desde pequenino um interesse por dinossauros,animais selvagem e insetos. Sabe muitas coisas a respeito dos dinos e fala muito sobre eles. Ele não é muito hiperativo, é bastante disperso, ainda nao sabe ler nem escrever, conhece todas as letras e números mas nao consegue juntar. Tem encontrado muita dificuldade de se relacionar com outras crianças.A professora do 1 ano auxiliou bastante, agora ele ta no 2 ano e tá muito complicado, ele sempre perde material escolar, aquela bagunça natural é dobrada, mas ele é a luz da minha vida. Não sabia como lidar com ele no inicio, antes do diagnostico, mas agora tenho lido bastante e tenho tentado dar mais atenção ao apredizado dele para que ele possa evoluir bastante. Eu sei que se ele nasceu com esse transtorno e veio para mim como meu filho é porque Deus sabe que eu posso amá-lo e cuidar bem dele, então eu só posso pedir muita sabedoria a Deus e agradecer a Ele por meu filho amado e por ter confiado a mim uma tarefa tao importante, que é educar e amar muito meu filho. É difícil pra ele, eu fico imaginando qndo ele estiver um rapaz, como vai ser. Mas sei que tudo vai ficar bem.
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Jovelina Almeida Lopes
Fortaleza
Minha história, começou quando minha filha, a partir dos 7 anos, na idade escolar começou a mostrar algumas dificuldades, no aprendizado assim como no relacionamento com alguns colegas. Sempre me empenhei em ajudá-la nas tarefas, nas provas etc, que para meu espanto, mesmo ela tendo entendido tudo, suas notas sempre eram muito baixas, causando nela grande baixa estima e frustração. O que me deixava arrasada, sem entender o porque, sempre procurava as professoras tentando entender o porquê, a resposta que eu tinha era sempre a mesma: muito quietinha....e muito distraída, cheguei a procurar fono, neurologista, psicólogos e a única resposta que tinha é que era muito "imatura". Mesmo estudando nas melhores escolas, com todo "corpo docente" jamais, havia ouvido falar em TDAH, minha vida sempre foi dentro de escola, questionando e brigando, pois, não entendia como uma criança que não faltava, que estudava, fazia as tarefas, e as notas sempre VERMELHAS, deixando-a sempre e cada vez mais frustrada e sem contar que ainda sofria buliing, não só por colegas como também por certos professores. Até concluir o ensino fundamental, passou por 8 escolas, entre públicas e particulares,nunca foi reprovada, eram horas e horas estudando com ela, e o luta continuava, vivia em função dela. Até que certo dia, peguei um "panfleto" na rua de uma psicóloga, falando sobre o site : TDAH. Cheguei em casa, abri imediatamente, quando comecei a ler, minhas lágrimas começaram a descer, meu coração doía, eu engolia cada palavra, me senti uma carrasca, por muitas vezes chegava a bater nela, pois, pelo que as professoras falavam, era tudo proposital que ela fazia. Naquele momento me odiei, ou as escolas, aqueles profissionais, que sabiam menos que eu. Logo procurei um profissional capacitado, para fazer o psicodiagnóstico, ficou constatado, busquei um médico, começou então a tomar a medicação aos 14 anos, fazer terapia.A partir daí comecei a ler vários livros, participei de congressos, precisava entender a minha filha, até para ter conhecimento de causa, para poder buscar os direitos dela. Mas mesmo assim, a luta continuava.... levava laudo para escola, e muitas vezes era totalmente ignorada. Mas queria mais, precisava de uma avaliação multidisciplinar, mas não tinha condição de fazer particular ( é bem caro), qdo através do site da ABDA, a inscrevi para participar de um grupo de estudo na UFRJ, onde foi feito esta avaliação com os melhores profissionais, com a participação de toda a família, então, ficou comprovado o transtorno e algumas comorbidades e ela também possui, e foi encaminhada para o HUF, para o Dr. A, que é simplesmente MARAVILHOSO, minha filha hoje tem 18 anos continua se tratando, tomando toda a medicação necessária, já terminou o ENSINO MÉDIO onde foi a única vez que ela teve toda atenção da escola e dos professores,e está prestando vestibular para psicologia, com a intenção de se especializar em todos os transtornos de aprendizagem, para que possa ajudar a tantas crianças que sofrem como ela sofreu, agora graças a DEUS está bem melhor, mas o tratamento ainda não dá para parar. Mas um dia ela vai conseguir.
 
Data: 02 outubro 2012
Enviado por: Maria Aparecida Teixeira Rodrigues
Rio de Janeiro


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