Categoria: Midias

II Congresso da ABDA

A ABDA realizou nos dias 6 e 7 de Agosto de 2005 seu II Congresso Internacional. O evento, que aconteceu no Rio Othon Palace – Copacabana, além de ter oferecido uma programação repleta de novidades em pesquisas sobre TDAH, proporcionou um clima agradável de convivência entre profissionais das áreas de saúde e educação e pessoas com TDAH e familiares num dos pontos mais bonitos do Rio de Janeiro. A maioria das referências nacionais em pesquisa e clínica em Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade esteve presente. Os temas foram bastante diversificados e o programa contemplava a todos: na parte da...

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II Congresso da ABDA

A ABDA realizou nos dias 6 e 7 de Agosto de 2005 seu II Congresso Internacional. O evento, que aconteceu no Rio Othon Palace – Copacabana, além de ter oferecido uma programação repleta de novidades em pesquisas sobre TDAH, proporcionou um clima agradável de convivência entre profissionais das áreas de saúde e educação e portadores e familiares num dos pontos mais bonitos do Rio de Janeiro. A maioria das referências nacionais em pesquisa e clínica em Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade esteve presente. Os temas foram bastante diversificados e o programa contemplava a todos: na parte da manhã ocorreram...

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São Tomé rogai pelo Globo

“Jornalismo é a profissão cujo trabalho consiste em explicar aos outros aquilo que pessoalmente não se compreendeu”(Lord Northcliffe) O jornal O Globo precisa urgentemente encomendar uma missa a São Tomé, o santo protetor contra as dúvidas. A matéria “Hiperatividade: isto explica tudo?” da Revista de Domingo de 13 de fevereiro conseguiu veicular uma mistura de opiniões as mais variadas, algumas delas beirando o absurdo, confundindo o leitor que deveria ser informado sobre um transtorno grave. Excetuando-se casos específicos, como a BBC inglesa que tem cerca de 300 jornalistas apenas para assuntos da área de saúde, em geral o profissional tem que preparar matérias sobre os mais diferentes assuntos, desde os mais simples até os mais complexos. Além disso, normalmente eles têm que cumprir prazos exíguos para entregar a pauta. Como uma das regras básicas do jornalismo é contemplar todos os pontos de vista, os jornalistas procuram entrevistar diferentes profissionais. Começam então os problemas. Uma boa parte dos jornalistas acaba por entrevistar numa mesma matéria desde pesquisadores sérios cujas pesquisas são publicadas em revistas internacionais até indivíduos que emitem opiniões próprias que não são fundamentadas em qualquer tipo de estudo científico. Qual a relevância de suas opiniões? Nenhuma. Foi-se o tempo em que profissionais (sejam eles médicos, psicólogos ou quaisquer outros) emitiam opiniões na base do “achismo”, na sua “opinião pessoal”. Infelizmente, ainda temos jornalistas que não tiveram formação científica...

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Resposta à matéria “Ritalina – Usos de Abusos” da Revista Veja

A Associação Brasileira do Déficit de Atenção enviou carta à revista VEJA comentando a matéria veiculada na sua última edição. O Presidente da ABDA, Prof. Paulo Mattos, assinou uma carta conjunta com professores de renome internacional pertencentes a instituições de ensino superior e responsáveis por serviços de pesquisa e tratamento de TDAH, Profs. Luiz Rohde do Rio Grande do Sul e Mário Louzã de São Paulo. O uso da Ritalina em situações não terapêuticas ocorre geralmente com indivíduos que não são portadores de TDAH, que raramente desenvolvem abuso ou dependência por conta das propriedades químicas do produto e de suas formulações modernas de liberação gradual. Mais ainda, o seu uso em portadores de TDAH torna duas vezes menos freqüente o abuso e dependência futuros de drogas ilícitas. As evidências científicas apontam para inexistência de excesso de prescrição da Ritalina, tanto no Brasil, quanto nos EUA e na Austrália. O TDAH causa sérios prejuízos ao portador e a Ritalina é um dos medicamentos de escolha para tratamento. O transtorno é subdiagnosticado em todo o mundo. No Brasil, se considerarmos as estimativas mais conservadoras da literatura científica existem 3,6 milhões de portadores, entre adultos e crianças. O dado de 25.000 crianças tomando o produto é provavelmente hiperestimado e apresentado sem nenhuma referência na reportagem (e, mesmo que verídico, comprovaria o sub tratamento). Do mesmo modo, a informação que o TDAH cursa...

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Chefe, a culpa não é minha…

Muitas pessoas são portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e não sabem, o que pode comprometer bastante o desenvolvimento acadêmico e profissional Por Rafael Alves Pereira*rafa_alves@hotmail.com O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma enfermidade ainda pouco conhecida pelo grande público e que afeta centenas de pessoas, sendo que a maioria delas não tem a menor idéia de que sofre do problema. Os sintomas podem variar de um indivíduo para outro, mas de forma geral costuma-se dizer que as pessoas que sofrem deste transtorno “vivem no mundo da lua”, nunca prestam atenção em nada, têm...

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Desatenção e hiperatividade afetam muitas crianças

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade, que responde pela sigla TDAH, poderia ser considerado uma nuance do comportamento de crianças e adolescentes um pouco mais complicada. Mas o que poderia parecer rebeldia ou falta de interesse foi identificado, há quase um século, como transtorno provocado por uma anomalia no desenvolvimento de algumas áreas cerebrais. O fato é que a doença vem sendo cada vez mais estudada e, por isso, mais conhecida pelos especialistas que já possuem tratamento específico para cada um dos casos. Durante a entrevista feita com o professor de psiquiatria da infância e da adolescência da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Luiz Augusto Paim Rohde, alguns mitos sobre a doença foram desvendados e outros equívocos desfeitos. O especialista – que coordena o Programa de Déficit de Atenção/Hiperatividade do Hospital das Clínicas de Porto Alegre. ABDA – Existe mais de um tipo de TDAH? LUIZ AUGUSTO – Sim. Existem três tipos de TDAH. O TDAH de hiperatividade culminar, que é aquele que apresenta sintomas de desatenção, hiperatividade e impusividade. Existe o TDAH com predomínio de desatenção, no qual podem existir alguns poucos sintomas de hiperatividade, mas o predomínio é do quadro de desatenção. Temos ainda o TDAH com predomínio de hiperatividade, no qual, ao contrário, podem existir alguns sintomas de desatenção, mas o predomínio do quadro é de hiperatividade e impusividade. ABDA – Como o TDAH...

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Dia 19 de setembro – Dia Nacional da Consciência do TDAH – EUA

O SENADO DOS ESTADOS UNIDOS RECONHECE O TDAH COMO DE INTERESSE PRIORITÁRIO EM SAÚDE PÚBLICA O último dia 19 de setembro marcou o dia inaugural da consciência sobre o TDAH, cujo objetivo é destacar o impacto e prejuízos acumulados pelo transtorno em milhões de crianças, adultos e familiares nos EUA. Através da resolução (S.370), introduzida pela senadora Maria Cantwell (D-Lave) e co-patrocinado pelo senador Richard Durbin (d-Ill.), o senado dos EUA reconhece o TDAH como algo de interesse prioritário para a saúde pública. Incentiva também o governo federal a aumentar a consciência da população sobre o tema, melhorando, dessa forma, o acesso aos serviços de saúde mental para crianças e adultos portadores do transtorno. O TDAH é um transtorno neurobiológico que afeta de 3 a 7 por cento das crianças em idade escolar e aproximadamente 4 por cento dos adultos, nos mais diversos grupos raciais, étnicos e socioeconômicos. Os estudos indicam que o distúrbio é comum em algumas famílias e sugerem que a carga genética é um fator de risco importante. O TDAH é caracterizado por três sintomas básicos: impulsividade, desatenção, e em alguns casos, hiperatividade. “O volume de pesquisas científicas reais sobre o TDAH é imenso. Infelizmente, a desinformação tem propiciado discussões públicas cada vez mais equivocadas e sem bases cientificas, causando um enorme prejuízo aos portadores”, disse E. Clarke Ross, membro do CHADD Children and Adults with...

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Congresso Internacional da ABDA 2004

CONGRESSO DEBATE DÉFICIT DE ATENÇÃO Diagnóstico precoce evita que doença seja mal interpretada Embora o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) tenha sido descrito pela primeira vez em 1859, e o diagnóstico e tratamento de crianças consideradas hiperativas venham sendo aprimorados no decorrer do tempo, somente em 1980 a incidência do transtorno em adultos foi oficialmente reconhecida pela Associação Psiquiátrica Americana. Desde então, adultos saudáveis, e até bem-sucedidos, do mundo inteiro têm procurado especialistas, em busca de soluções para os sintomas que os acompanham desde a infância. “Cerca de 60% das crianças que sofrem com o transtorno carregam os sintomas por toda a vida. Por isso, o tratamento deve ser continuado”, informou o presidente da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) Paulo Mattos, durante o Congresso Internacional da ABDA, realizado na semana passada, em Salvador. Os sintomas que caracterizam o TDAH em adultos são basicamente os mesmos que acometem crianças. “Grande dificuldade de concentração, impulsividade e agitação excessiva são as principais características do transtorno”, esclarece o professor de Psiquiatria da infância e adolescência da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Luiz Rohde. Ele afirma que o diagnóstico tardio pode disfarçar os sintomas, muitas vezes confundidos com desorganização, instabilidade de humor, dificuldades no campo profissional, abuso de substâncias químicas e outros desajustes psicológicos. “Não há TDAH que comece na idade adulta. O diagnóstico precoce é...

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Congresso Internacional da ABDA 2004

CONGRESSO DEBATE DÉFICIT DE ATENÇÃO Diagnóstico precoce evita que doença seja mal interpretada Embora o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) tenha sido descrito pela primeira vez em 1859, e o diagnóstico e tratamento de crianças consideradas hiperativas venham sendo aprimorados no decorrer do tempo, somente em 1980 a incidência do transtorno em adultos foi oficialmente reconhecida pela Associação Psiquiátrica Americana. Desde então, adultos saudáveis, e até bem-sucedidos, do mundo inteiro têm procurado especialistas, em busca de soluções para os sintomas que os acompanham desde a infância. “Cerca de 60% das crianças que sofrem com o transtorno carregam os sintomas por toda a vida. Por isso, o tratamento deve ser continuado”, informou o presidente da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) Paulo Mattos, durante o Congresso Internacional da ABDA, realizado na semana passada, em Salvador. Os sintomas que caracterizam o TDAH em adultos são basicamente os mesmos que acometem crianças. “Grande dificuldade de concentração, impulsividade e agitação excessiva são as principais características do transtorno”, esclarece o professor de Psiquiatria da infância e adolescência da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Luiz Rohde. Ele afirma que o diagnóstico tardio pode disfarçar os sintomas, muitas vezes confundidos com desorganização, instabilidade de humor, dificuldades no campo profissional, abuso de substâncias químicas e outros desajustes psicológicos. “Não há TDAH que comece na idade adulta. O diagnóstico precoce é...

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